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Dia Nacional da Saúde: hábitos brasileiros que podem ajudar ou atrapalhar sua vida

Feijão, arroz e futebol de quarta-feira regado à cervejinha. Cardápio e costumes tipicamente nacionais que fazem parte de uma ampla cultura que nos identifica enquanto brasileiros. Mas Quais serão os efeitos disso para a nossa vida?

No Dia Nacional da Saúde, a Unimed Cascavel propõe a leitura deste artigo que revela hábitos comuns que podem ajudar ou atrapalhar a qualidade de vida de cada um de nós. 

O que está no seu prato?

A mais brasileira das combinações é uma boa fonte de proteínas. Quando alguém come arroz com feijão (ou feijão com arroz – a escolha é sua) a proteína fica completa e, por isso, pode-se dizer que essa mistura equivale a uma porção de carne. Isso acontece porque os aminoácidos que são os constituintes da proteína também estão presentes tanto no arroz quanto no feijão, sendo que no arroz há metionina e no feijão há lisina. Juntas, elas formam uma proteína de boa qualidade, semelhante à carne.

Essa dupla de sucesso traz importantes benefícios, por exemplo: 

• Ajuda a emagrecer, pois tem pouca gordura. No entanto, é importante não exagerar nas quantidades para não extrapolar as calorias da refeição. O ideal é comer apenas 3 colheres de sopa de arroz e uma concha rasa de feijão.

• Contribui para o controle da diabetes, pois é uma combinação com baixo índice glicêmico. 

• Ajuda na musculação, pois é uma boa fonte de proteína magra (essencial para o desenvolvimento de musculatura maior e mais forte).

Apesar da combinação ser saudável, é importante incluir legumes, verduras e vegetais no mesmo prato, para que haja maior riqueza de vitaminas e nutrientes.

Com que frequência você se exercita?

Não há dúvidas de que o futebol é paixão nacional. A expectativa para a Copa do Mundo está aí e não deixa mentir. Especialistas dizem que essa modalidade tem diversos efeitos positivos para o corpo e a mente. 

O futebol é uma atividade completa que trabalha várias partes do corpo, a exemplo do fortalecer as articulações, ajudar a coordenação motora, estimular as células ósseas e melhorar o condicionamento físico. Mas é importante reforçar que a prática apenas uma vez por semana não é capaz de tirar os praticantes do grupo dos sedentários. De acordo com o Colégio Americano de Medicina do Esporte (ACMS), o ideal são pelo menos 150 minutos de atividades físicas divididos ao longo da semana e em intensidade adequada para a situação de cada pessoa. Além disso, é importante conciliar com atividades de fortalecimento muscular, a famosa malhação. 

Quais são suas fontes de lazer?

A preocupação com o trabalho e com a correria do dia a dia faz com que muitos imaginem que momentos de lazer são somente quando realmente saímos da rotina para viajar, mas eles podem fazer parte da rotina do dia a dia, seja um momento de descanso, uma atividade cultural, uma leitura, uma prática da culinária, um bate-papo com amigos…

As atividades de lazer são formas de divertimento, descanso ou desenvolvimento que podem trazer inúmeros benefícios, pois o combate ao estresse físico, mental e psicológico é um importante aliados da boa saúde. 

Lembre-se, vida não é só trabalho, e dormir bem também faz diferença!

Você vai ao médico?

Quando apresentados sintomas desagradáveis ou incapacitantes, um médico deve ser consultado, já que só ele é capaz de dar diagnóstico e tratamento adequados. Ir ao médico pode curar doenças, mas também preveni-las, pois o melhor é não ficar doente. Porém, em caso de qualquer problema de saúde, o diagnóstico precoce em qualquer fase da vida potencializa a chance de cura (seja de câncer, infecções ou qualquer outra situação). 

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ucascavel agosto 5, 2022 0
Sua saúde

Hepatites: tipos, prevenção e tratamentos para as infecções de fígado

Comemorado no último dia 28 de julho (quinta-feira), o Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites destaca a importância do tema para a saúde mundial. A hepatite é uma inflamação do fígado que pode ser causada por vírus, doenças autoimunes, além de remédios, álcool e outras drogas e que mata cerca de um milhão de pessoas por ano, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). O diagnóstico precoce é a melhor forma de aumentar a eficácia do tratamento. 

Neste artigo, conheça os tipos de hepatite, bem como as formas de prevenção e tratamento. Boa leitura!

Hepatite A

Também chamada de “hepatite infecciosa”, essa doença contagiosa é causada pelo vírus A (VHA). A transmissão se dá pelo contato entre indivíduos, pela água ou por alimentos contaminados ou, ainda, por meio fecal-oral.

Essa forma de hepatite geralmente não apresenta sintomas, mas pode haver cansaço, tontura, enjoo/vômitos, febre, dor abdominal, urina escura, fezes claras, além e pele e olhos amarelados. O diagnóstico é feito por meio de exame de sangue. 

A hepatite A é totalmente curável com medicamentos, desde que seguidas corretamente as orientações médicas. Melhor do que remediar é prevenir: é preciso melhorar as condições de higiene e saneamento básico, lavar sempre as mãos, consumir apenas água tratada, evitar contato com riachos, chafarizes e águas de enchente e, conforme o calendário nacional de vacinação, imunizar crianças a partir de um ano e três meses de idade.

Hepatite B

Também chamada de soro-homóloga, essa doença infecciosa é causada pelo vírus B (HBV), presente no leite materno, no sangue e no esperma (por isso é sexualmente transmissível).

A maioria dos casos de hepatite B não apresenta sintomas, mas, quando surgem, os mais frequentes são cansaço, tontura, enjoo/vômitos, febre, dor abdominal, urina escura, fezes claras, além de pele e olhos amarelados. O diagnóstico é feito por meio de exame de sangue específico. 

O tratamento é feito com base em dieta adequada, repouso, hidratação e medicamentos com recomendação médica. Já a prevenção é feita por meio do uso de preservativo em todas as relações sexuais e do não compartilhamento de objetos de uso pessoal (lâminas de barbear, escovas de dente, material de manicure e pedicure, etc.). A vacina contra a hepatite B também está disponível para toda a população brasileira.

Hepatite C

Causada pelo vírus C (HCV), presente no sangue. A transmissão da hepatite C se dá por meio do compartilhamento de materiais para uso de drogas (agulhas, seringas…), por itens de higiene pessoal (lâminas de barbear, escovas de dente, alicates de unhas…), de mãe para filho (durante a gestação) e de sexo sem preservativo. 

Tal qual nas hepatites A e B, os sintomas são raros e parecidos. Quando persiste por mais de seis meses, quase sempre caracteriza a forma crônica da doença. O diagnóstico depende do tipo do vírus (genótipo) e do comprometimento do fígado (fibrose). Por isso, são necessários exames específicos como biópsia hepática ou biologia molecular. Já o tratamento é feito com antivirais (que promovem a cure em até 98% dos casos), e a prevenção é semelhante à hepatite B, porém não há vacina contra a hepatite C.

Hepatite D

Também chamada de Delta, é causada pelo vírus D (VHD). Porém, esse vírus depende da presença do vírus da hepatite B para infectar alguém. A transmissão se dá por meio de relações sexuais desprotegidas, de mãe para filho (na gestação, no parto ou na amamentação), bem como pelo compartilhamento de materiais cortante e de higiene pessoal. 

Também não costuma apresentar sintomas, mas, quando surgem, costumam incluir cansaço, tontura, enjoo/vômitos, febre, dor abdominal, urina escura, fezes claras, além de pele e olhos amarelados. O diagnóstico é feito por meio de exame de sangue. O tratamento e a prevenção são as mesmas da hepatite B.

Hepatite E

Causada pelo vírus E (VHE), essa forma de hepatite é considerada rara no Brasil (mais comum na África e na Ásia). A transmissão é por meio fecal-oral, por contato entre indivíduos ou via água/alimentos contaminados. 

Quando aparecem, os sintomas são os mesmos das demais hepatites. O diagnóstico é feito por meio de exame sanguíneo. Na maioria dos casos, não requer tratamento, e a prevenção é feita a partir da melhora das condições de higiene e limpeza. 

Atenção!

As hepatites virais são silenciosas e graves. Procure seu médico! E lembre-se de que comidas excessivamente gordurosas e muita bebida alcoólica também podem provocar infecções sérias (e até fatais) de fígado. 

Faça sua parte!

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ucascavel julho 29, 2022 0
Sua saúde

Saúde cerebral: como cuidar do seu “centro de controle”?

Tão importante quanto cuidar da sua pele, do seu coração ou de qualquer órgão do seu corpo, a saúde do seu cérebro merece e precisa de atenção – seja que idade você tiver, pois quanto mais cedo você cuidar do seu, menor será o risco de ter doenças perigosas quando for mais velho (a).

Os mistérios do cérebro humano

Diferentemente de outros, o cérebro é um órgão que não pode ser transplantado, e mais: desde o nascimento, ele contém os mesmos neurônios. É no cérebro humano que ficam armazenados os controles das emoções, da inteligência e a da capacidade de tomar decisões, ou seja, é ele (o cérebro) que nos distingue e nos faz ser quem somos – cada um (a) de nós.

Vivemos mais… adoecemos também

Pesquisas na área da neurociência indicam que a cada cinco anos vividos duplicam os riscos de desenvolvimento de certas doenças cerebrais. Por isso são tão necessários o cuidado e a prevenção, pois nisso está a possibilidade de desfrutar de uma vida longa e com qualidade, preservando sua memória e o seu bem-estar por muito mais tempo. 

Perigos

Segundo o neuropsicólogo Álvaro Bilbao, autor do livro “Cuide do seu cérebro… e melhore sua vida”, o estresse e a pressa são hoje os maiores inimigos da saúde dos jovens adultos entre 30 e 40 anos de idade. Nessa faixa etária, tais sentimentos aumentam a probabilidade de desenvolvimento de AVC (Acidente Vascular Cerebral) e Alzheimer no futuro. Cigarro, excesso de peso, colesterol e diabetes também prejudicam a sua saúde cerebral e, quando dois desses fatores estiverem associados antes dos 40 anos, a pessoa tem 50% de risco de sofrer um AVC antes dos 80. 

Como cuidar

Boa alimentação e exercícios físicos regulares não fazem parte de nenhuma fórmula milagrosa. Eles são comprovadamente o diferencial de saúde para qualquer órgão humano, incluindo o cérebro. Além disso, o cérebro também precisa de sono adequado e da chamada “reserva cognitiva”. 

Reserva cognitiva

É a acumulação de conexões neurológicas que dão ao cérebro a capacidade de pensar melhor e de se proteger do envelhecimento. Quanto mais o cérebro humano aprende, mais conexões neurais são formadas. Essa “reserva cognitiva” possibilita pensar de forma mais rápida e eficiente, além de proteger ou atrasar doenças.  

Ler, aprender novos idiomas, ter acesso à várias formas de cultura e até mesmo viajar também aumentam a reserva cognitiva. E lembre-se: novas conexões neurológicas podem ser formadas em qualquer idade, durante toda a vida. 

Boas atividades

• Todos os exercícios físicos
• Exercícios de raciocínio
• Jogos de carta
• Leitura
• Palavras cruzadas
• Xadrez

Bons alimentos

• Vitaminas e minerais
• Ovos
• Peixes (salmão, sardinha e atum)
• Grãos integrais
• Frutas e vegetais amarelos
• Frutas vermelhas
• Castanhas
• Carne
• Leite e derivados

* Todos esses alimentos devem ser consumidos de maneira adequada. Consulte um nutricionista. 

Cuide sempre do seu cérebro e, em caso de necessidade, consulte um médico.

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ucascavel julho 22, 2022 0
Sua saúde

Antitabagismo: O projeto da Unimed Cascavel que apoia quem deseja deixar o cigarro no passado

A dependência emocional e física causada pelo tabagismo leva uma multidão de fumantes do mundo todo a colocar a própria saúde em risco. Conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), existem aproximadamente 1,1 bilhão de pessoas consumidoras de cigarro. Desse total, cerca de oito milhões morrem a cada ano em consequência disso. 

Clique aqui e conheça os efeitos nocivos dos ingredientes do cigarro

Interromper um ciclo vicioso (além de admiti-lo) é um esforço que exige empenho e, muitas vezes, trabalho em grupo. A união de profissionais da saúde aumenta as chances de êxito para quem quer parar de fumar. Na Unimed Cascavel, beneficiários têm à disposição um projeto especial do setor de Medicina Preventiva.

Antitabagismo 

A iniciativa que já auxiliou mais de mil fumantes conta com uma equipe formada por psicóloga, médico e nutricionista. Qualquer beneficiário pode participar dos encontros semanais, sempre às 18h30 de segunda-feira, no Centro de Atenção à Saúde (menores de 18 anos precisam estar acompanhados por um responsável legal). 

Clique aqui e saiba mais

O projeto aborda temas como a escolha do Dia D, métodos para parar de fumar, técnicas de respiração para controlar a ansiedade, orientações nutricionais, manejos para trabalhar possíveis recaídas, além dos gatilhos que despertam a vontade e os sintomas da abstinência.

“Cada turma dura cerca de um mês e meio. Além disso, quem precisar pode solicitar atendimento individual em horário diferente ao do encontro semanal. Pessoas usuárias de cigarro eletrônico ou vapers e que desejam parar de fumar também podem se inscrever no projeto”, explica a psicóloga Ariella Sousa. 

Como participar 

Entre em contato pelo telefone (45) 3099-4122 ou envie e-mail para projetosmedprev@unimedcascavel.coop.br.

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ucascavel julho 15, 2022 0
Sua saúde

O efeito das drogas no organismo humano

Existem escolhas que colocam a vida perigo, seja esse risco relacionado à perda da qualidade, a doenças ou, até mesmo, à morte. O efeito das drogas vai muito além de uma alteração sensorial ou de comportamento. Elas provocam mudanças significativas nas estruturas do corpo humano, como doenças cardiovasculares, respiratórias, problemas no fígado e no cérebro, além dos frequentes transtornos psiquiátricos como depressão, ansiedade e tantos outros.

Este artigo é um alerta bem sincero e sem julgamentos sobre os efeitos das drogas no organismo humano. Boa leitura!

Consequências imediatas

Ainda que algumas drogas sejam mais viciantes do que outras, todas elas agem no corpo desde o primeiro instante de uso.

O consumo abusivo torna o organismo mais tolerante aos efeitos, mas, ao contrário do que pode parecer, não há nada de positivo nessa afirmação, já que o/a usuário (a) passará a consumir doses cada vez maiores para obter a sensação que teve no primeiro uso – seja por causa da dependência química, física ou psicológica – o que pode levar a uma overdose fatal. 

Mesmo quando não fatais, as consequências do uso abusivo de drogas podem ser irreversíveis.

Tipos

Quanto aos efeitos, existem drogas do tipo depressoras, estimulantes e perturbadoras. Quanto à origem, elas podem ser naturais, sintéticas e as semissintéticas. Quanto à legalidade, essas substâncias podem ser lícitas ou Ilícitas.

Lícitas e ilícitas

As lícitas (permitidas por lei) podem ser vendidas e comercializadas de forma livre, ainda que algumas tenham restrições, a exemplo de não poderem ser vendidas para crianças ou adolescentes. No caso de medicamentos, alguns tipos só podem ser comercializados com prescrição médica. Exemplos: bebidas alcoólicas e benzodiazepínicos (medicação para tratamento de certos transtornos). Já as drogas ilícitas têm a comercialização e o consumo proibidos por lei, como a cocaína, a heroína, o crack e a maconha.

Naturais e sintéticas

As drogas naturais são extraídas de plantas ou outros elementos que existam na natureza. Elas não passam por processos químicos em laboratório. Entre os principais exemplos estão o ópio e a maconha. Esses tipos modificam a percepção da realidade, provocando sensações, modificando comportamentos e o humor. Não se engane: as drogas chamadas de naturais também podem causar dependência física/psíquica e são proibidas no Brasil.

As sintéticas são feitas por meio de alguma substância química produzida ou manipulada artificialmente, em laboratório. Alguns exemplos são o LSD, o ecstasy e as anfetaminas. Essas drogas afetam diretamente o sistema nervoso central.

Já as drogas ditas semissintéticas são produzidas a partir de plantas naturais com componentes psicoativos quando levadas ao laboratório, têm acrescentadas substâncias químicas para que se tornem mais potentes, a exemplo da cocaína, de heroína e do crack.

 

Depressoras, estimulantes e perturbadoras

Essa é a classificação dada a partir do que as drogas causam ao Sistema Nervoso Central (SNC).

As depressoras causam diminuição na atividade do SNC. Em casos extremos, podem levar a paradas cardíacas/respiratórias. Ex.: Álcool (pode gerar enjoo, vômitos, tonturas e distúrbios no sono, dificuldade de memória, de autocontrole e aprendizagem, doenças cardíacas e hepáticas, compulsão/dependência, prejuízo às relações interpessoais e atividades rotineiras). Barbitúricos (medicamentos cujo consumo continuado gera dependência física e risco de intoxicação – que pode ser fatal). Benzodiazepínicos (medicamentos psicotrópicos com alto risco de gerar dependência física. Só devem ser usados com prescrição médica e, de preferência, por curto período de tempo). Opioides (extraídas da papoula, incluem substâncias altamente viciantes e nocivas, a exemplo da heroína).

As estimulantes aumentam a atividade do SNC. Ex.: Anfetaminas (substâncias sintéticas que só devem ser consumidas de forma controlada, sob orientação médica, pois geram dependência e põem desencadear problemas de saúde). Metanfetaminas (droga sintética que pode levar à fissura, devido ao alto poder viciante). Cocaína (droga extraída das folhas de coca, causa alteração das percepções, além de dependência química e psíquica). Crack (subproduto da cocaína, também tem alto poder viciante, com efeitos perigosos e até letais para o Sistema Nervoso Central). As consequências dessas drogas incluem ansiedade, perda de peso, problemas no coração, tremores, hepatite, ou situações de emergência como crises de convulsão ou psicose, podem gerar também infartos e acidente vascular cerebral devido ao uso excessivo e prolongado.

As drogas ditas perturbadoras (também chamadas de alucinógenas) modificam o funcionamento do SNC. Ex.: Maconha (derivada de uma planta chamada cannabis, acarreta diversos prejuízos ao organismo, principalmente quando consumida em grandes quantidades por um longo período de tempo). Haxixe (droga originária das folhas da planta cannabis, tem efeitos parecidos, porém mais intensos do que os da maconha). LSD (alucinógeno de consequências sensoriais e visuais, tem alto poder de causar dependência psicológica). Ecstasy (derivado da anfetamina, também apresenta efeitos parecidos com os dos alucinógenos). Essas drogas prejudicam a coordenação motora, a memória e a atenção, podendo provocar ansiedade, depressão e síndrome do pânico.

Armadilha

Nenhum efeito instantâneo é melhor do que manter a saúde em segurança. Qualquer estímulo momentâneo se transforma, com o passar do tempo, em sofrimento individual e coletivo.

Não caia nesta armadilha nenhuma vez. E, se precisar, você tem todo o direito de procurar ajuda. Existem equipes médicas especializadas em todas as áreas da saúde. Nesta também.

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ucascavel julho 8, 2022 0
Sua saúde

Importância das vacinas para a saúde humana

Descobertas há mais de 200 anos, as vacinas são hoje uma das principais formas de prevenir doenças. Por meio delas, o corpo fica protegido contra vírus e bactérias que podem afetar seriamente a saúde e até levar à morte.

História 

No século 19, cientistas perceberem a capacidade do corpo de gerar anticorpos ao receber amostras de patógenos em estado inofensivo. A partir disso, as vacinas tiveram grande avanço no decorrer dos anos.

Segura e eficaz 

Uma das provas da eficácia do uso delas é a possibilidade de erradicar doenças. Graças à vacinação em massa, a poliomielite (paralisia infantil) está em processo de erradicação. Conforme informações contidas na cartilha de vacinação do Ministério Público, o Brasil não registra casos de pólio há 35 anos. Contudo, é necessário que a vacinação na infância continue, já que pessoas de outros países, onde ainda há casos da doença, podem gerar uma nova onda de transmissão.

Calendário de vacinação

De acordo com as regulamentações do Ministério da Saúde, o calendário brasileiro de vacinação ainda prevê outros imunizantes que são obrigatórios em diferentes fases da vida. Na infância, por exemplo, também é necessária a vacinação contra tuberculose, difteria, tétano, coqueluche, meningite, sarampo, rubéola, caxumba, hepatite B e febre amarela.

Atualmente, todo brasileiro – de diversas faixas etárias – tem direito a 19 vacinas que combatem cerca de 20 doenças. Ainda existem outras dez vacinas exclusivas para grupos em condições clínicas especiais, a exemplo dos portadores de HIV.

Gripes e Covid

A partir de pesquisas padronizadas, constantes, rigorosas e seguras, laboratórios do mundo todo desenvolvem vacinas que reduzem significativamente a incidência e a letalidade por Síndromes Respiratórias Agudas Graves (Srags), frequentemente causadas por vírus da gripe e, mais recentemente, da Covid-19.

No caso das influenzas (gripes), as vacinas protegem contra os vírus mais frequentes e letais no período de um ano. Por isso, a cada ano é preciso tomar uma nova dose. Já no caso da Covid, ainda que as vacinas disponíveis sejam recentes, os gráficos confirmam a drástica redução do número de casos e, especialmente, do número de óbitos entre os imunizados. Porém, doses de reforço têm sido necessárias para acompanhar as mutações do coronavírus. Ainda assim, os mais renomados e importantes institutos de pesquisa científica do mundo todo confirmam a segurança e as vantagens de receber as doses. 

Vacina é segurança! 

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ucascavel julho 1, 2022 0
Close up of woman hands using Glucose meter on finger to check b
Alimentação e exercícios

Como o diabetes afeta o coração

Aproximadamente 13 milhões de pessoas sofrem de diabetes no Brasil. O número é acompanhado pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). Pacientes com essa doença têm quatro vezes mais chances de desenvolver problemas cardíacos.

Neste artigo, veja como as doenças do coração representam a principal causa de óbitos entre pacientes diabéticos. Confira também o que é preciso fazer para proteger a sua saúde cardíaca. 

Açúcar X coração

Altas taxas de glicose podem lesionar os casos sanguíneos, reduzindo o fluxo de sangue e comprometendo vários órgãos – incluindo o coração. Além disso, o diabetes está diretamente relacionado à obesidade, hipertensão arterial e ao colesterol alto, o que predispõe ao aparecimento de doenças cardiovasculares.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a chance de infarto entre diabéticos é 40% maior entre os homens e 50% maior entre as mulheres.

Tipo 2

O diabetes tipo 2 (mais frequente em idosos e obesos) tem uma associação maior às doenças cardíacas do que o diabetes tipo 1 (frequentemente relacionado a causas genéticas e mais comum entre crianças e adolescentes). Os diabéticos tipo 2 têm maior resistência insulínica, o que atrapalha a dilatação dos vasos sanguíneos e faz a pressão subir, elevando as chances de sobrecarregar o coração. 

Além disso, é necessário avaliar a presença de fatores de risco, como tabagismo, excesso de gordura abdominal, hipertensão, sedentarismo, dieta pobre em fibras e história de diabetes na família. Quando esses fatores existem, o acompanhamento com um profissional de saúde promove uma melhora gradual no estilo de vida e reduz o risco em cerca de 60%.

Para diminuir a chance de morte por problemas cardiovasculares relacionados à diabetes, é essencial: 

• Seguir uma dieta balanceada, rica em frutas, hortaliças (legumes e verduras), grãos integrais, produtos como leites e seus derivados desnatados;
• Praticar atividades físicas regularmente;
• Manter um peso saudável;
• Exames preventivos;
• Consultar seu médico para uma orientação adequada e contar com a ajuda de nutricionista.

Siga e compartilhe essas dicas. 

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ucascavel junho 24, 2022 0
Women thyroid gland control. Sore throat of a people on gray bac
Alimentação e exercícios

Tireoide: Que glândula é essa e como mantê-la saudável?

O bom funcionamento do seu coração, cérebro, fígado e dos seus rins tem em comum a atuação de uma glândula em forma de borboleta localizada na parte anterior do pescoço, logo abaixo do Pomo de Adão: a tireoide. Ela atua diretamente no crescimento e desenvolvimento de crianças e de adolescentes, na regulação dos ciclos menstruais, na fertilidade, no peso, na memória, na concentração, no humor e no controle emocional.

No artigo de hoje, conheça os hormônios produzidos pela tireoide e formas de manter a glândula funcionando adequadamente. Boa leitura!

Produção hormonal

A tireoide é responsável pela produção de dois hormônios importantes: 

T4 (tiroxina): Entre as funções desse hormônio estão a regulação do metabolismo, do humor e da temperatura corporal.

T3 (triiodotironina): Com esse hormônio é possível manter o controle muscular, a função e o desenvolvimento do cérebro, do coração e das funções digestivas. Além disso, ele desempenha um papel na taxa metabólica do corpo e na manutenção da saúde óssea.

Hipotireoidismo X hipertireoidismo

Quando a tireoide não funciona corretamente, pode liberar hormônios em quantidade insuficiente (hipotireoidismo) ou em excesso (hipertireoidismo). Nos dois casos, o volume da glândula aumenta, o que é conhecido como bócio. Esses problemas podem ocorrer em qualquer etapa da vida.

Quando os níveis de T3 ou T4 estão mais elevados do que o necessário, o indivíduo pode experimentar sintomas como ansiedade, irritabilidade, hiperatividade, dificuldades cognitivas, além de efeitos como queda de cabelo, tremores e sudorese.

Em outro contexto, mas tão nocivo quanto, níveis reduzidos dos hormônios da tireoide podem provocar ganho de peso, problemas de memória, fadiga, letargia, confusão mental, prisão de ventre e ressecamento da pele.

Diagnóstico

Para o diagnóstico das doenças da tireoide são realizados basicamente exames de sangue, que verificam o funcionamento da glândula e a presença de anticorpos antitireoidianos, e a ultrassonografia da tireoide, para avaliação do tamanho e da possível presença de nódulos ou outras alterações.

A produção anormal dos hormônios da tireoide é mais frequente entre a população feminina. De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, 10% das mulheres acima dos 40 anos e 20% das que estão acima dos 60 anos de idade apresentam complicações na tireoide. O tratamento é feito com uso de medicamentos, sob orientação médica.

Mantenha a saúde

O fator mais importante para a formação dos hormônios T3 e T4 é a ingestão adequada de iodo. Cerca de 150 microgramas do mineral é a quantidade perfeita para resguardar a tireoide. O composto está presente no sal de cozinha, nos frutos do mar e em peixes como cavala, salmão, pescada e bacalhau. Por outro lado, exagerar no saleiro pode desencadear o hipotireoidismo. 

Para quem já sofre com os efeitos do descontrole hormonal, a recomendação na alimentação é maneirar em vegetais como repolho, nabo e couve, que contêm tiocianato (substância que pode inibir a glândula).

Exercícios aeróbicos são extremamente importantes para ajudar no controle hormonal. O ideal é intercalar exercícios de impacto, como caminhada ou corrida, com exercícios sem impacto, como pedaladas, natação e hidroginástica.

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ucascavel junho 17, 2022 0
Salty snacks. Pretzels, chips, crackers
Alimentação e exercícios

Uma questão de alimentação: Ultraprocessados X Hipertensão

Na embalagem do produto que você compra no supermercado está a pista para saber se o que você come é algo ultraprocessado ou não. Alimentos ultraprocessados são formulações industriais, geralmente feitas de partes de alimentos. Por exemplo: açúcar extraído de um alimento + amido de outro alimento + proteína isolada de outro alimento. Em um exemplo assim, praticamente não existe têm algum alimento inteiro na composição. Além disso, ainda são adicionadas substâncias industrializadas e aditivos cosméticos que modificam ou potencializam as características sensoriais.

Por trás da vantagem de serem alimentos estrategicamente saborosos e prontos para comer ou beber (refrigerantes, sucos artificiais, bolachas, cereais matinais, embutidos e todos os pratos prontos para consumo que imitam as refeições – lasanhas congeladas, macarrões instantâneos e nuggets), existem riscos consideráveis para a saúde. 

Neste artigo, você verá a relação perigosa entre os alimentos ultraprocessados e a hipertensão arterial. Boa leitura!

Desde cedo

Uma pesquisa pelo Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan) mostrou que 60% dos jovens atendidos em clínicas de saúde consumiram produtos ultraprocessados, muitas vezes em substituição a uma dieta mais adequada (frutas, verduras e legumes). Esses hábitos nocivos têm elevado o número de hipertensos em todas as faixas etárias, começando pelos jovens.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), três em cada dez pessoas sofrem de pressão alta, e muitas delas nem sabem disso. Esse desconhecimento é perigoso, pois a hipertensão está ligada ao desenvolvimento de problemas vasculares. 

Motivos

Alimentos ultraprocessados costumam ter grandes proporções de substâncias capazes de desencadear alergias. Quando consumimos muitos produtos com potencial alergênico (itens de difícil digestão), eleva-se o risco do organismo desenvolver inflamações que prejudicam a ação da insulina (hormônio que transforma os alimentos em energia). Como esse hormônio não consegue chegar onde deveria, o pâncreas entende que ele está em falta e aumenta a sua produção. Esse aumento provoca, entre outras reações, a reabsorção do sódio pelos rins, o que aumenta a pressão arterial. 

Faça escolhas certas 

A principal dica é: coma comidas de verdade. Quanto menos processadas/industrializaras, melhor!

O baixo consumo de frutas, verduras e legumes é um fator que pode desencadear a hipertensão arterial. A dupla formada pelo magnésio e pelo cálcio é necessária para que o organismo faça as suas conexões neuronais e hormonais. A deficiência de um desses itens pode provocar problemas vasculares (como arritmias cardíacas) ou musculares (como câimbras). 

Uma dieta boa prolonga a qualidade da sua vida.

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ucascavel junho 10, 2022 0
Sua saúde

Como saber se você é um paciente polifarmácia?

Pela manhã, um comprimido para controlar as crises de enxaqueca. Ao meio-dia, o medicamento para regular os níveis de colesterol. À noite, dois comprimidos: um para a pressão arterial e outro para a ansiedade. Essa rotina repetida de pelo menos quatro medicamentos por dia já caracteriza um paciente polifarmácia.  

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a situação de polifarmácia é mais frequente em doentes crônicos e/ou idosos, mas pode ser identificada em qualquer idade, pois diz respeito ao uso rotineiro de quatro ou mais medicamentos ao mesmo tempo (com ou sem indicação médica).

Segurança

Desde que prescrita e dosada por médicos, a polifarmácia é segura, a exemplo do tratamento múltiplo feito a pacientes idosos, frequentemente, têm várias condições a serem controladas. Nesses casos, o médico calcula os efeitos e as possíveis interações entre os medicamentos para os benefícios sejam superiores aos riscos.  

Riscos

A sociedade médica vem alertando para o uso excessivo de fármacos sem indicação. São pacientes que acrescentam medicamentos de venda livre por conta própria (normalmente estimulados por propagandas, conselhos de amigos/parentes ou por uma falsa expectativa).

País de excessos

Estima-se que 23% da população brasileira consuma 60% do total de medicamentos produzidos no país. 

Conforme estudo realizado na cidade de São Paulo-SP, 84% dos idosos usam vários medicamentos por dia (com ou sem indicação). A pesquisa identificou pacientes com “mania de medicamentos”, caso de um senhor de 70 anos que consumia mais de 30 produtos aleatoriamente.  

De acordo com outro estudo, desta vez realizado por pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), quase 10% de toda a população brasileira (independentemente da idade) está na situação de polifarmácia, especialmente nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. 

Siga as orientações médicas

O uso indiscriminado da polifarmácia pode aumentar a necessidade de cuidados com o paciente, a exemplo de uma demanda maior por consultas, exames e até mesmo internações, o que eleva os gastos para a família.

Em caso de dúvidas, procure sempre o seu médico ou conte com as orientações de um farmacêutico. 

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ucascavel junho 3, 2022 0
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