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Sua saúde

Quantas vezes a criança deve ir ao médico por ano?

ir ao médico
Levar as crianças ao médico com regularidade é uma forma bem conveniente de avaliar seu desenvolvimento, prevenir doenças e diagnosticar alguns males antes que sejam mais difíceis de tratar. Um bom acompanhamento durante os primeiros anos de vida é importante para que ela se torne um adulto saudável.
Afinal, durante a infância elas estão em constante transformação. Por isso, garantir que tudo está indo bem é fundamental. No entanto, muitas pessoas têm dúvidas sobre a frequência que essas visitas devem ter. Se esse é o seu caso, fique tranquilo: leia mais e descubra quantas vezes por ano seu filho deve ir ao médico.

Entenda quando as crianças devem ir ao médico

Quando algo vai mal, conseguir uma consulta com o pediatra da criança passa a ser uma prioridade. No entanto, é comum que o acompanhamento periódico não seja realizado adequadamente. E são vários fatores que contribuem para isso. A falta de informação e a rotina agitada são apenas algumas delas.
Durante a infância as visitas ao consultório devem ser mais frequentes, e isso vai variar muito conforme a idade da criança. Continue lendo e entenda mais.

As crianças recém-nascidas e crianças até um ano

Bebês recém-nascidos precisam ir ao médico duas semanas após a alta do hospital. O profissional vai avaliar o quadro geral do recém-nascido, tirar dúvidas e dar orientações sobre os cuidados com o bebê.
Se tudo estiver bem, nos dois meses seguintes a criança deverá ir ao pediatra uma vez por mês. Então, deverá fazer novas visitas aos 4, 6, 9 e 12 meses. Porém, se durante esse período a criança adoecer ou apresentar problemas, deverão ser feitas quantas visitas forem necessárias.
ir ao médico

Os bebês a partir de um ano

Depois de completar um ano, o ideal é que o bebê vá ao médico uma vez a cada três meses. No entanto, caso não seja possível, ele deve ir ao médico pelo menos com 15 meses e após, aos 18 meses (com um ano e meio).
Conforme for crescendo, as consultas vão ficando mais espaçadas. Aproximadamente dos 3 aos 7 anos de idade, é recomendado que ele visite o consultório a cada 6 meses. A partir de então as consultas podem ser anuais.

Crianças e adolescentes entre 10 e 15 anos

Nessa fase a criança começa a entrar na puberdade. Por isso, deve ser avaliado o estado geral da pessoa, assim como suas taxas hormonais e outros fatores relevantes. No caso das meninas, é comum que ocorra a menarca, a primeira menstruação. Nesse caso, é importante que seja levada a um ginecologista a fim de que receba as devidas orientações.
Vale lembrar que os anos anteriores à adolescência são muito importantes. Neles ocorrem variações hormonais intensas, mudanças no corpo e uma série de outras modificações afetivas que podem afetar a saúde de uma maneira geral. Levar a criança ao médico a ajuda muito a passar por essa fase de uma maneira mais suave e garante seu adequado desenvolvimento.
É claro que seu médico vai passar todas as informações necessárias sobre a periodicidade das consultas. Tudo vai depender do desenvolvimento da criança e de seu estado geral de saúde. No entanto, é importante ter essas informações como base para que você não fique muito perdido antes de ir ao médico. Mantenha-se sempre atento à saúde e bem-estar das crianças e não hesite em marcar uma consulta caso algo esteja parecendo errado.
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ucascavel março 13, 2019 0
Sua saúde

Doenças respiratórias: por que elas são recorrentes na primeira infância?

doenças respiratórias
Doenças respiratórias como rinite, asma, bronquite e gripes são muito comuns na primeira infância. Por esse motivo, é muito importante que a família estabeleça cuidado preventivo para que a criança tenha um desenvolvimento saudável.
Levar ao pediatra e manter a vacinação em dia são algumas das providências mais importantes nessa fase da vida. Contudo, ainda assim algum sintoma pode se manifestar caso o organismo apresente certa predisposição.
Mas, afinal, por que esses problemas são tão recorrentes nos pequenos? Descubra com a leitura deste artigo.

Fatores de risco ambientais

Em primeiro lugar, as doenças respiratórias se tornam recorrentes caso a criança esteja em contato constante com fatores de risco ambientais. Alguns, infelizmente, não podem ser evitados, como poluição atmosférica e variações de temperatura.
Por outro lado, exposição ao tabagismo e poeira doméstica são exemplos que podem ser controlados. Não fumar na presença de crianças na primeira infância e deixar a casa sempre limpa e higienizada são coisas simples de serem feitas.
Além disso, é aconselhado que os pais não decorem os quartos com excesso de tapetes, cortinas e brinquedos de pelúcia. Assim, o acúmulo de qualquer resíduo diminui, a limpeza é facilitada, e o pequeno fica em um cômodo mais arejado para respirar ar puro.
doenças respiratórias

Sistema fisiológico incompleto

As crianças também costumam desenvolver doenças respiratórias porque seu sistema fisiológico ainda está incompleto. Ao terem que conviver diariamente com os fatores de risco, o organismo ainda não está preparado para absorver e controlar as impurezas.
Para completar, na primeira infância alguns hábitos são comuns, como levar as mãos à boca o tempo todo. Se elas tiverem passado por uma superfície contaminada, isso facilita ainda mais a instalação do problema.
Nessa idade, as crianças também começam a ir para creches, onde se relacionam com outros seres humanos que podem passar uma doença. E, é claro, convivem em um ambiente diferente do que estão acostumadas, que pode estar exposto a poeira também.

Outros fatores de risco para doenças respiratórias

Por fim, é importante mencionar que crianças abaixo de cinco anos também apresentam alguns problemas que contribuem para a instalação de doenças respiratórias. Baixo peso ao nascer, desnutrição aguda, aleitamento materno de curta duração ou inexistente e ausência de imunização correta são alguns deles.
Sendo assim, é indispensável ressaltar a importância de acompanhamento médico e a necessidade de ensinar, desde cedo, a lavar as mãos após tossir ou encostar na boca. Os pais também devem ficar atentos para limpar brinquedos e lavar adequadamente roupas e fraldas.
Para crianças que já utilizam medicamentos para doenças crônicas ministrar cada um deles no horário certo e de acordo com indicação profissional ajuda a diminuir a intensidade dos sintomas e até mesmo a eliminá-los com o passar do tempo. Com tudo isso em dia, a primeira infância de seu filho será muito mais tranquila e livre da presença de muitas outras doenças, para além das respiratórias.
Essas informações foram úteis para você? Se sim, aproveite para compartilhar este artigo nas redes sociais e ajude a conscientizar outros pais e famílias a respeito das doenças respiratórias na primeira infância.
Se você gostou das dicas e quer continuar ampliando os seus conhecimentos sobre os cuidados com a saúde dos filhos, não deixe de acompanhar as próximas postagens do nosso blog.
 

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ucascavel março 11, 2019 0
Sua saúde

Cuidado com os filhos: como um plano de saúde pode me ajudar?

cuidado com os filhos
Manter o cuidado com os filhos é, sem dúvidas, a principal preocupação dos pais. Para garantir um desenvolvimento saudável e feliz para as crianças e jovens, os pais se desdobram todos os dias, conciliando trabalho, estudo e o cuidado com os filhos. Nesse processo que tem início ainda na gestação, o suporte de pessoas e serviços é fundamental para que a família alcance o objetivo de formar os filhos de maneira integral.
Da parte de serviços, uma boa instituição de ensino ajuda os pais a educarem as crianças e jovens. O plano de saúde também entra para a lista dos serviços que são essenciais para a família manter o cuidado com os filhos.
Se você também preza pelo cuidado com os filhos e quer saber como um plano de saúde pode te ajudar na prática, confira na sequência deste artigo a estrutura oferecida pelos melhores convênios do país para as famílias.

Atendimento médico de qualidade para todas as faixas etárias

O primeiro ponto que mostra que um plano de saúde pode te ajudar no cuidado com os filhos tem a ver com o suporte médico que é oferecido para bebês, crianças e jovens. Ao adotar um bom plano de saúde, os pais poderão oferecer aos filhos o acompanhamento com o médico pediatra, fundamental na infância, e também com o clínico geral, que irá garantir o cuidado com os filhos na adolescência.
Além disso, um plano de saúde também oferece atendimento com uma série de especialistas. Caso o pediatra ou clínico geral ache necessário, ele pode encaminhar o seu filho para ser consultado com outros profissionais da saúde, como otorrinos, oftalmos, nutricionistas, entre outros.
Vale destacar também que o plano de saúde permite que as jovens façam acompanhamento com o ginecologista assim que entrarem na puberdade, realizando as consultas e os exames necessários para essa faixa etária.
cuidado com os filhos

Cuidado com os filhos: plano de saúde oferece suporte para exames e atendimento de emergência

Vimos que o plano de saúde ajuda os pais a manterem a rotina de consultas com os médicos responsáveis por cuidar de cada faixa etária. Mas, o apoio do convênio não para por aí. Quando a família escolhe uma boa operadora, ela terá todo o suporte necessário para a realização de exames e também para o atendimento de emergência.
Esse apoio é fundamental para o cuidado com os filhos, pois exames laboratoriais e de imagem costumam ser solicitados nos check-ups anuais e poder realizá-lo nos melhores laboratórios da região é uma vantagem e tanto para as famílias.
Outro cuidado com os filhos que o plano de saúde auxilia os pais é em relação aos atendimentos de emergência. Quando um problema de saúde inesperado surge ou mesmo quando o filho se machuca, a primeira opção é buscar um pronto-socorro. Com o plano de saúde, os pais poderão levar o filho para os melhores hospitais da região, garantindo a agilidade que é fundamental nessas situações. Esse suporte também oferece mais tranquilidade e conforto para a família nesses momentos tão complicados.
No artigo de hoje, mostramos como um bom plano de saúde pode ajudar com o cuidado com os filhos. Se você gostou das informações e quer oferecer esse suporte diferenciado para a sua família, entre em contato conosco e conheça a estrutura do plano de saúde familiar.
 

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ucascavel março 6, 2019 0
Sua saúde

Dicas para se aproximar do filho adolescente

filho adolescente
Os pais que possuem filho adolescente sabem que manter um relacionamento próximo dos jovens não é uma tarefa tão simples. Todo o apego que eles demonstram pelos pais na infância costuma desaparecer nessa faixa etária. A vontade de ser independente muitas vezes faz com que o filho adolescente deixe de compartilhar com a família questões importantes.
Apesar de ser um comportamento natural da idade, é fundamental que os pais, ao perceberem um distanciamento do filho adolescente, comecem a aplicar estratégias que ajudarão a reaproximar o jovem de seus familiares.
Se você tem filho adolescente e quer garantir um bom relacionamento com o jovem, contribuindo diretamente para a sua formação, confira a seguir algumas dicas interessantes que irão te ajudar nesse processo.

Conheça o grupo de amigos do seu filho

Como mencionado acima, é comum que o filho adolescente queira mais liberdade e isso envolve passeios, baladas e até viagens. Os pais, na ânsia de proteger o filho, muitas vezes não permitem que ele participe de tais atividades. Porém, para se aproximar do jovem e manter um bom relacionamento é essencial dar ao filho adolescente “asas” para que ele possa descobrir o mundo.
Para garantir que essa liberdade seja aproveitada pelo jovem de maneira significativa e segura, é importante que os pais conheçam o grupo de amigos do filho adolescente. Saber como esses jovens encaram a vida e qual a postura deles diante de tantos caminhos que costumam despertar o interesse da juventude é fundamental para que a família saiba se essa conexão de amizade é positiva ou não para o filho adolescente.
filho adolescente

Seja um grande amigo do seu filho adolescente

Conhecer o grupo de amigos do seu filho é importante para saber se o jovem está percorrendo um caminho saudável e seguro. Mas, para se aproximar do filho adolescente de forma efetiva é preciso se tornar um grande amigo do jovem.
Esse relacionamento baseado no diálogo geralmente surge ainda a infância, mas caso os pais precisem melhorar essa questão é importante enfatizar que é possível sim se aproximar do filho durante a adolescência. Uma forma de fazer isso sem parecer algo mecânico é aproveitando situações rotineiras para conversar mais com o seu filho adolescente.
Por exemplo, convide o jovem para ir ao cinema, comente sobre assuntos que ele gosta de acompanhar, leiam juntos o mesmo livro e fale sobre a sua juventude enquanto realizam uma atividade em casa. Essas atitudes simples demonstram que os pais estão interessados em saber como anda a vida do filho adolescente, sem cobranças e broncas que podem comprometer essa aproximação.
Claro que os princípios e valores adotados pela família devem ser mantidos e repassados sempre que possível ao jovem. Os “puxões de orelha” também fazem parte do relacionamento e não devem ser vistos pelos pais e pelo filho adolescente como um fator para o distanciamento, pelo contrário, essas situações quando são equilibradas demonstram a preocupação e o cuidado dos pais com o filho adolescente.
Apresentamos no artigo de hoje dicas para você se aproximar do filho adolescente, contribuindo e acompanhando de perto a formação do jovem. Para continuar por dentro dos assuntos relacionados ao bem-estar da família, veja também em nosso blog o post que mostra as atividades físicas que as crianças mais gostam.
 

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ucascavel março 4, 2019 0
Sua saúde

4 benefícios em oferecer uma alimentação saudável para o seu filho

alimentação saudável
Manter uma alimentação saudável é algo importante para todas as pessoas, pois garante mais qualidade de vida e disposição, além de evitar uma série de problemas de saúde. Para as crianças e adolescentes, a alimentação saudável é ainda mais essencial, já que está relacionada com o crescimento e desenvolvimento dos jovens.
Sendo assim, são os pais que recebem a missão de oferecer para os filhos uma alimentação saudável e equilibrada desde os primeiros anos de vida do pequeno. Essa não é uma tarefa fácil, já que as crianças e os jovens adoram alimentos ricos em gorduras e açúcar, como lanches, salgadinhos, refrigerantes e doces.
Para incentivar ainda mais os pais a implantarem em casa uma alimentação saudável, com frutas, verduras, legumes e proteínas magras, reunimos na sequência deste artigo os 4 principais benefícios que uma alimentação saudável pode proporcionar para o seu filho.

1. Crescimento saudável

Antes mesmo do nascimento dos filhos, os pais já ficam preocupados com o bem-estar do pequeno. Quando nascem, cuidados com a segurança e saúde da criança se tornam prioridades para a família. Oferecer ao filho uma alimentação saudável deve ser parte dessas preocupações.
Os alimentos atuam como combustíveis para as funções metabólicas do nosso organismo. Por isso, a alimentação saudável é fundamental para o crescimento e desenvolvimento do seu filho, pois a infância e a adolescência são fases em que o metabolismo é mais acelerado, tornando os nutrientes ainda mais importantes.

2. Alimentação saudável ajuda na prevenção de doenças  

Quando a criança ou o jovem segue uma alimentação saudável, ele terá chances cada vez menores de desenvolver doenças como colesterol, diabetes do tipo 2, hipertensão, problemas cardiovasculares e obesidade.
A junção da alimentação saudável com a prática regular de exercícios físicos e com um acompanhamento médico periódico representam a fórmula ideal para a prevenção de doenças entre crianças e jovens.
alimentação saudável

3. Desenvolvimento de bons hábitos

O que a criança vivencia durante a infância certamente irá acompanhá-la durante toda a vida. Por isso, a alimentação saudável e a prática de atividades físicas ajudam a criar nos filhos bons hábitos que eles levarão para a vida adulta.
Da mesma forma que uma alimentação desequilibrada durante a infância será difícil de ser mudada no futuro. Muitas crianças, por conta de problemas de saúde, precisam seguir uma alimentação saudável e encontram dificuldades para deixar de ingerir alimentos industrializados, ricos em gorduras, açúcar e conservantes. O equilíbrio é fundamental para que o seu filho cresça com saúde e bons hábitos.

4. Seu filho mais disposto

Crianças e jovens que passam muitas horas do dia em frente ao computador ou videogame, consumindo refrigerantes, doces e lanches são mais sedentários e não apresentam disposição para realizar atividades físicas ou até mesmo para estudar.
A alimentação saudável fornece ao organismo os nutrientes para que ele funcione bem e tenha a energia necessária para manter uma vida ativa. Para que o seu filho estude melhor, brinque mais e aproveite a infância e a adolescência, monte em casa um cardápio equilibrado, com opções variadas de alimentos. Evite os industrializados, que apesar de práticos não são boas alternativas para o seu filho.
No artigo de hoje, listamos 4 benefícios que oferecer uma alimentação saudável pode proporcionar para o seu filho. Aproveite e confira também em nosso blog o post que mostra qual a especialidade médica é recomendada para cuidar das crianças.
 

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ucascavel fevereiro 27, 2019 0
Bem estar no trabalhoPlanos de saúde

Criança precisa de plano de saúde?

plano de saúde
A infância é um período marcado por um processo de pleno desenvolvimento. A cada dia, o pequeno aprende coisas novas e demonstra avanços em sua evolução física e cognitiva. Sentar, engatinhar e andar são ações que os pais acompanham com bastante ansiedade. O início da fala também é um processo que gera grandes expectativas em toda a família
Em meio a todas essas evoluções, os pais também se preocupam com a saúde do pequeno, já que muitas doenças são comuns durante os primeiros anos de vida das crianças. Por isso, é comum a dúvida sobre a necessidade ou não de um plano de saúde para criança.
Na sequência deste artigo, vamos apresentar para os pais que possuem essa dúvida informações que mostram se a criança precisa ou não de um bom plano de saúde. Acompanhe!

Prevenção às doenças mais comuns na infância

Muitas doenças são mais comuns durante a infância, fase em que a criança está se desenvolvendo e pode ficar mais exposta a alguns vírus e bactérias. Há também as doenças crônicas que costumam apresentar seus primeiros sintomas nessa fase da vida.
Ao ter um plano de saúde para o seu filho, os pais conseguem garantir uma prevenção mais adequada às doenças mais comuns na infância, graças ao acompanhamento periódico com o pediatra, que irá analisar a saúde da criança, a sua caderneta de vacina e seu desenvolvimento geral.
Listamos a seguir as doenças que mais atingem as crianças nos primeiros anos de vida:

  • Gripe;
  • Caxumba;
  • Rubéola;
  • Diarreia;
  • Catapora;
  • Amigdalites;
  • Otite;
  • Sinusite;
  • Asma;
  • Pneumonia.

plano de saúde

Tratamento médico adequado para crianças

Mesmo com uma boa prevenção, a criança pode apresentar algum problema de saúde que exige um tratamento mais longo. Para esses e outros casos, ter um plano de saúde na infância é fundamental. Isso porque bons convênios permitem que a criança realize suas consultas com pediatra e outros especialistas e também os exames clínicos e de imagem nos melhores hospitais e laboratórios da região.

Plano de saúde para criança é essencial em casos de emergência

Outra situação que mostra porque ter um plano de saúde para criança é importante são as situações emergenciais. Os pequenos têm uma rotina bem ativa, gostam de brincar e explorar novos lugares. Mesmo com todo o cuidado dos pais e recomendações feitas para as crianças, pequenos acidentes podem acontecer.
Nesses casos, as famílias que optaram por contratar um bom plano de saúde para os filhos terão a facilidade de conhecer os hospitais com pronto atendimento infantil que irão dar o suporte necessário para que o seu filho se recupere rapidamente, garantindo mais tranquilidade nesse momento de correria e agitação.
Apresentamos no artigo de hoje algumas situações que comprovam que o plano de saúde para criança é uma excelente escolha dos pais, pois proporciona mais tranquilidade e segurança para a sua família.
Se você gostou das dicas e quer continuar ampliando os seus conhecimentos sobre os cuidados com a saúde dos filhos, não deixe de acompanhar as próximas postagens do nosso blog. Aproveite e curta também a nossa página no Facebook!
 

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ucascavel fevereiro 25, 2019 0
Planos de saúdeSua saúde

O que é preciso para contratar um plano de saúde familiar?

plano de saúde familiar
A saúde de quem amamos deve estar sempre em primeiro lugar. E, para quem tem filhos, essa preocupação deve ser ainda maior. Para evitar filas e tempo longo de espera por uma consulta, a melhor opção é contratar um plano de saúde familiar.
Hoje, esse processo é bem menos burocrático e bem facilitado pelas operadoras. Então, com apenas algumas providências é possível manter a família toda protegida e ter acesso a profissionais, hospitais, clínicas e laboratórios de qualidade.
E do que você precisa para realizar essa aquisição? Está tudo detalhado aqui, neste artigo. Continue a leitura para saber mais!

Quais as condições para se contratar um plano de saúde familiar?

A princípio parece óbvio, mas muita gente se esquece de que para contratar um plano de saúde familiar é preciso comprovar o vínculo de parentesco entre os usuários. Essa é a primeira e mais importante condição para ter esse benefício.
Um titular deve ser escolhido, para ser responsável pela contratação, e em seguida os dependentes devem ser definidos. A depender do tipo de plano, há um limite para a quantidade de pessoas beneficiadas, então é importante se informar a respeito.
Em seguida, é fundamental escolher um plano que inclua todas as especialidades de necessidade da família. Dessa forma, todos serão bem atendidos e não enfrentarão qualquer dificuldade mesmo em urgências e emergências.
plano de saúde familiar

O que deve ser considerado na hora da contratação?

Em primeiro lugar, leve em conta a gravidade dos problemas de saúde que a família está sujeita. Doenças crônicas e atendimentos especiais precisam de um plano de saúde familiar mais complexo, que inclua, por exemplo, internações.
Do contrário, um plano simples com exames e consultas é suficiente. Se a família tem filhos, mas a mulher pretende engravidar novamente, não se esqueça de verificar a presença de cobertura obstetrícia.
Por fim, avalie se a família tem costume de viajar com frequência. Se sim, o ideal é apostar em um plano que tenha assistência em todo o país e mesmo no exterior, para garantir uma saúde bem cuidada em qualquer lugar e a qualquer momento.

E em relação a documentação?

A documentação do titular do plano de saúde familiar deve estar em dia. A operadora costuma repassar uma lista de todos aqueles que são necessários para o cadastro e orientar em relação a qualquer documento mais específico.
Da mesma forma, alguns dados dos dependentes serão solicitados, mediante comprovação. As exigências variam de acordo com o tipo de plano e as especialidades e demais detalhes que serão adquiridos dentro do pacote.
Uma vez realizada a contratação, basta verificar se existe algum tempo de espera para que os benefícios entrem em vigor ou se o plano pode ser usado de imediato. Para algumas especialidades, ele é liberado no mesmo momento, e para outras, por vezes é preciso aguardar. Pergunte por esses detalhes para não ficar na mão.
E então, gostou dessas dicas para contratar um plano de saúde familiar? Se elas foram úteis para você, compartilhe esse conteúdo em suas redes sociais e confira mais em nosso blog!
 

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ucascavel fevereiro 20, 2019 0
Sua saúde

Depressão na adolescência: como tratar?

depressão na adolescência
Depressão na adolescência é uma doença que precisa ser avaliada com muito cuidado. Do contrário, pode gerar consequências graves na vida do jovem, que vão desde o abuso de drogas ao suicídio.
De fato, não é fácil para os pais lidarem com esse tipo de problema. Mas eles devem se manter atentos para identificarem sinais, sintomas e encaminharem o adolescente para um tratamento correto.
Esse assunto é sério, e por isso preparamos este artigo. Leia com atenção, colete informações e descubra como agir corretamente nessa situação.

Quais são as principais causas da depressão na adolescência?

A depressão na adolescência pode surgir devido a inúmeros fatores, como envolvimento com drogas e álcool, histórico familiar da doença, cobrança excessiva e alterações hormonais. Então, ficar atento ao comportamento e saúde do adolescente é fundamental.
Além disso, esse estado pode se manifestar também durante e após períodos de estresse, como doença crônica, perda de um ente próximo ou dificuldades na escola. Problemas dentro de casa também podem ser incluídos nessa lista, assim como rejeição por parte de colegas.
O ideal é que os pais permaneçam interessados no cotidiano do adolescente e mantenham um diálogo saudável entre a família. Assim, qualquer indício de anormalidade pode ser identificado mais rapidamente, antes que a depressão se desenvolva.
depressão na adolescência

O que deve ser observado em relação a sintomas?

Os sintomas mais comuns da depressão na adolescência são tristeza, cansaço permanente, falta de memória e concentração, humor oscilante e choro frequente. Diminuição de apetite e alterações de peso também devem ser considerados.
Em alguns casos, os adolescentes também apresentam reações exacerbadas e sentimento de culpa constante. Em relação a isso, deve-se ter ainda mais atenção, pois podem desencadear pensamentos suicidas. Apenas um psiquiatra pode efetivar o diagnóstico corretamente.
Se a doença for confirmada, mostrar apoio e compreensão é o primeiro passo para o sucesso da cura. Ao se sentir acolhido, o adolescente consegue ter mais forças para combater o problema e se recuperar o quanto antes.

Como o tratamento é realizado?

Tratar a depressão na adolescência pode pedir uso de medicamentos antidepressivos, indicados unicamente pelo médico responsável. Alguns são usados diariamente ou periodicamente, de acordo com a necessidade, e o acompanhamento deve ser frequente para identificar qualquer reação negativa ou intensa demais.
Porém, o importante mesmo é que o jovem frequente sessões de psicoterapia, para que os resultados sejam satisfatórios. Com ajuda profissional, ele descobrirá como explorar e lidar com seus sentimentos da melhor maneira, além de expor acontecimentos com os quais enfrenta impasses e entender como enfrentá-los sem sofrimento ou exigência excessiva.
Para completar, é essencial que ele se dedique a atividades saudáveis. A prática de esportes ou aulas culturais são boas opções para isso. Os pais devem ser sempre presentes e levar em conta as preferências do adolescente para escolhas assertivas nessa nova rotina.
Está mais tranquilo em relação a esse assunto tão sério? Se sim, aproveite para curtir a nossa página no Facebook e ficar por dentro de outros conteúdos informativos tão importantes quanto esse. Além de todas as nossas novidades, é claro!
 

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ucascavel fevereiro 18, 2019 0
Sua saúde

Conheça o HPV, vírus que preocupa os jovens

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Quando o assunto são os males sexualmente transmissíveis o HPV ou papiloma vírus humano é um dos mais comuns entre os debates. Esses vírus infectam a pele e as mucosas e são os responsáveis por uma série de doenças, como as verrugas genitais e de pele. Contribui ainda como fator de risco para o câncer de colo de útero, garganta e de ânus.
O HPV preocupa bastante os jovens sexualmente ativos, especialmente os que apresentam múltiplos parceiros. Entretanto, ainda existem muitas dúvidas que envolvem a infecção por esse vírus. Pensando nisso, reunimos neste post as informações necessárias para elucidar uma série de questões que envolvem o papiloma vírus humano. Leia mais e entenda.

Em que consiste exatamente o HPV?

O papiloma vírus humano é o responsável por uma série de doenças. Mas, ao contrário do que muita gente imagina, existem vários tipos de HPV, e cada grupo é responsável por um tipo de enfermidade. Por essa razão seus sintomas são muito variados. Por diversas vezes é difícil precisar o que está causando determinada doença.
Uma das maiores preocupações no que se refere ao HPV é o risco do desenvolvimento de câncer. Entretanto, dos mais de 150 tipos de HPV, há aproximadamente 13 que são considerados oncogênicos, ou seja, exibem maior chance de provocar lesões que possam estar associadas ao aparecimento do câncer. Especialmente no colo do útero, ânus e garganta.
HPV

Como o HPV é transmitido?

Existem várias formas de contágio por HPV. A principal delas está nas relações sexuais sem o uso de preservativo — seja pela via oral, anal ou genital. Isso se deve ao fato de que a sua transmissão é realizada principalmente pelo contato direto com as mucosas infectadas.
A simples manipulação das mucosas infectadas pode ser suficiente para a transmissão do vírus. Por isso, não é necessário que haja penetração para o contágio.
Outra forma comum de transmissão é a infecção do bebê pela mãe, durante o período de gestação. Nesse caso, o contágio ocorre no momento do parto, já que o HPV não circula na corrente sanguínea.
Há ainda a possibilidade da autoinfecção. Como o HPV é um vírus presente nas mucosas, é possível transmiti-lo de um local ao outro no próprio corpo. Isso acontece por meio de pequenos ferimentos que podem servir como porta de entrada para os agentes.

Quais são os principais sintomas?

É muito comum que as pessoas infectadas não apresentem nenhum sintoma aparente. Porém, segundo o INCA, dentre as manifestações mais comuns estão as verrugas com aspecto de couve-flor e tamanho variável. Nas mulheres costumam aparecer no colo do útero ou na região vaginal, enquanto nos homens comumente aparecem na glande, bolsa escrotal, períneo ou no ânus. É possível ainda que surjam na garganta e na boca, independentemente do gênero.
Por fim, vale ressaltar que não existe um tratamento especial para o HPV. No entanto, as lesões devem ser cauterizadas por meio da técnica mais apropriada, segundo a avaliação do médico responsável. E a imunidade do organismo deve ser fortalecida através de medicamentos específicos.
Por isso, a prevenção é o mais importante a ser feito. Realize sempre os exames preventivos e use preservativos durante as relações sexuais.
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ucascavel fevereiro 13, 2019 0
Sua saúde

3 coisas que você precisa saber sobre o plano de saúde familiar

plano de saúde familiar
O plano de saúde familiar, como o próprio nome diz, é voltado para pessoas que mantêm laços reconhecidos por lei. É o caso de cônjuges, pais e filhos e outros dependentes e beneficiários.
Entender essa alternativa é essencial para fazer uma boa escolha e, assim, garantir todos os benefícios envolvidos com a opção. O melhor, portanto, é tirar todas as suas dúvidas sobre o tema.
Para ajudá-lo nesse sentido, veja três pontos essenciais para conhecer sobre o plano de saúde familiar.

1. Como funciona?

Em primeiro lugar, é preciso entender que essa modalidade serve tanto para quem quer fazer uma contratação individual, quanto para quem busca incluir mais pessoas. Ou seja, é possível contratar para um casal ou para quem tem 3 filhos ou mais, por exemplo.
Normalmente, o modelo permite escolher os beneficiários. O mais comum é que os dependentes sejam de 1º grau, como filhos e cônjuge. Ficar atento a isso é fundamental para não ter problemas com o contrato.
A cobertura do plano de saúde familiar inclui todos os pontos obrigatórios previstos pela Agência Nacional de Saúde (ANS). Então, há uma grande gama de procedimentos e especialistas, o que permite acompanhar a saúde da melhor maneira.
A adesão é bem simples e feita diretamente com a operadora. Assim que tudo estiver assinado, basta observar a carência para, então, começar a utilizar todas as vantagens relacionadas.
 
plano de saúde familiar

2. Por que é vantajoso contratar um plano de saúde familiar?

Escolher um plano do tipo significa, principalmente, ter mais segurança e tranquilidade. É a certeza de que todos na família estarão protegidos diante de imprevistos e necessidades de saúde. Para quem tem filhos pequenos ou pessoas em grupo de risco, isso é especialmente importante.
Também é um jeito muito econômico de cuidar da saúde e de incluir medidas de proteção na rotina. Na prática, pagar o plano de saúde, em geral, é mais em conta do que ter que arcar com todas as consultas e procedimentos — especialmente, quando ocorrem de maneira imprevista.
Além de tudo, há uma espécie de “rateio”. Quanto maior é o número de beneficiários, menor é o custo relativo individual. Desde que a operadora ofereça um bom nível de desconto, é possível aproveitar toda a facilidade nesse sentido.

3. O que é a coparticipação?

Outro aspecto para entender sobre o plano de saúde familiar é a coparticipação. Esse é um modelo em que cada beneficiário paga um valor simbólico, referente ao custo da consulta, por exemplo.
Trata-se de uma alternativa muito positiva porque iguala as condições: quem usa menos, também gasta menos. Inclusive, é um jeito de diminuir a necessidade de grandes reajustes anuais, o que traz maior previsibilidade.
Trocando em miúdos, essa modalidade faz com que a mensalidade seja mais em conta do que outras possibilidades. Assim, a contratação cabe no bolso da família sem tantas dificuldades.
O plano de saúde familiar é essencial para quem deseja cuidar daqueles que ama. Ao fazer uma contratação adequada às suas necessidades, é possível aproveitar toda a tranquilidade e a segurança.
Para tirar outras dúvidas, veja quantos beneficiários podem ser incluídos em um plano de saúde familiar.
 

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ucascavel fevereiro 11, 2019 0
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