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Overworked african man freelancer feeling eye strain and fatigue during prolonged computer use
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Saúde dos olhos diante das telas: dicas para você enxergar com saúde

A rotina de milhões de brasileiros começa do mesmo jeito: conferindo o celular logo no primeiro abrir de olhos. Em seguida, a televisão já está ligada na hora de se arrumar para o trabalho. Na empresa, computador a poucos centímetros do rosto durante todo o expediente. E assim, de tela em tela, que a vida passa diante dos nossos olhos. 

Neste artigo, você verá os efeitos disso para a saúde ocular, bem como dicas de segurança e saúde para os seus olhos. Boa leitura!

Síndrome da Visão do Computador 

Quando celulares, tablets, computadores e TVs estão muito próximas ao rosto, o músculo ciliar (que controla a acomodação do olho para que seja possível visualizar objetos em diferentes distâncias) se contrai para fazer o foco da imagem que está diante dos olhos. Os displays digitais exigem uma contração contínua desse músculo, o que pode levar a consequências como a Astenopia Digital, também chamada de Síndrome da Visão do Computador.

Entre os sintomas dessa condição estão a fadiga nos olhos, desconforto, sensação de olhos secos ou mais quentes do que o habitual. Isso é consequência da drástica diminuição de vezes que a pessoa pisca quando está diante das telas. Por exemplo: enquanto o normal é piscar de 40 a 50 vezes por minuto, na frente de uma tela esse número cai para apenas dez piscadas.

Como identificar os efeitos?

Repare se você está frequentemente com os olhos doloridos, cansados ou irritados e se sua visão está turva. Para quem dirige, um efeito prático é a dificuldade de focar em placas de trânsito, especialmente no fim do dia. Dor de cabeça e falta de concentração também podem estar entre os sintomas.

Caso tenha identificado um ou mais sintomas, procure um oftalmologista para diagnóstico e tratamento corretos. 

4h, no máximo!

A recomendação de especialistas em saúde ocular é que cada pessoa não passe mais do que quatro horas diante das telas (incluindo as de celular). Sim, ficar dentro dessa meta é quase impossível nos dias de hoje. Por isso, outra recomendação é desviar o olhar da tela a cada 20 minutos e mirar no horizonte, por exemplo, por cerca de vinte segundos. Isso promove o descanso para a vista e ajuda a musculatura a relaxar. Uma orientação extra é levantar-se e fazer um alongamento a cada uma hora. 

O celular e as crianças…

Pesquisas realizadas em várias partes do mundo têm relacionado o uso cada vez mais frequente de tablets e celulares ao crescimento de casos de miopia entre crianças. Conforme já citado, a contração contínua do músculo ciliar pode causar problemas. No público infantil, a fadiga visual nessa fase de crescimento pode levar à miopia. 

Entre celular, tablet e televisão, prefira a TV, que fica mais distante dos olhos. Porém, estimule as crianças a terem atividades longe das telas e, de preferência, ao ar livre. 

… e os óculos de descanso?

Não. O uso de óculos não é recomendado para qualquer pessoa. O principal conselho para quem passa muito tempo diante das telas é fazer consultas periódicas com um oftalmologista (especialmente em caso de sintomas). 

Lista de dicas!

  • Se possível, respeite o tempo máximo de quatro horas por dia diante das telas.
  • Separe alguns momentos da sua semana para atividades em ambiente externo.
  • Prefira a TV aos celulares ou tablets.
  • No trabalho, mantenha a tela do seu computador a uma distância de 60cm a 65cm do seu rosto. 
  • Ajuste o brilho da tela para que fique confortável e não exija tanto esforço da sua visão.
  • A cadeira e a mesa devem estar ajustadas para que você fique na posição correta e não desenvolva outros tipos de problema.
  • Regule a luz ambiente e não fique muito tempo com luz diretamente no seu rosto. Luminárias devem estar direcionadas para a tela, assim como um livro.
  • Faça intervalos para os olhos a cada 20 minutos e para o corpo a cada uma hora.

Gostou da leitura? Agora olhe para o horizonte e descanse os seus olhos! Depois, você pode compartilhar este artigo em suas redes sociais.

Cuidar de você. Esse é o plano.

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ucascavel maio 27, 2022 0
Closeup of female face with rubescent cheeks due to blotchiness
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Tudo sobre lúpus: entenda as causas, sintomas, efeitos e tratamentos desta doença autoimune

Doença inflamatória crônica e de origem autoimune, o lúpus afeta vários órgãos com sintomas que variam com fases de atividade e períodos de remissão. Alguns sintomas são gerais, a exemplo de febre, emagrecimento, perda de apetite, fraqueza e desânimo. Outros são específicos de cada órgão, como dores nas juntas, manchas na pele, inflamação da pleura, hipertensão e problemas renais.

Concentre-se nesta leitura para saber tudo sobre o lúpus, que atinge aproximadamente 65 mil brasileiros e brasileiras.  

Tipos de lúpus

A Medicina considera dois tipos principais de lúpus: 

• Cutâneo: Esta forma se manifesta com manchas avermelhadas na pele, principalmente em áreas do corpo mais expostas à luz (rosto, orelhas, colo e braços).

• Sistêmico: No caso do lúpus sistêmico, um ou mais órgãos internos são acometidos.  

Incidência

O lúpus pode ocorrer em pessoas de qualquer idade, raça e sexo. Porém, são as mulheres as mais acometidas, especialmente as que estão na faixa dos 20 aos 45 anos de idade. Os estudos também indicam que a doença é um pouco mais frequente em pessoas mestiças e afrodescendentes. 

Causa

Ainda que a causa não seja totalmente conhecida, sabe-se o desenvolvimento do lúpus está relacionado a fatores genéticos, hormonais e ambientais. Pessoas que nascem com essa possibilidade genética tentem a desenvolvê-la em algum momento da vida, após interação com fatores ambientais (irradiação solar, infecções virais ou por outros micro-organismos) e passam a apresentar alterações imunológicas. 

Entre as principais alterações está o desequilíbrio na produção de anticorpos que reagem com proteínas do próprio organismo e causam inflamações de pele, mucosas, pulmões, articulações, rins e outros órgãos. O sintoma que o paciente desenvolve depende do tipo de autoanticorpo que ele tem. Como o desenvolvimento de cada anticorpo está relacionado a características genéticas pessoais, cada indivíduo com lúpus tende a ter manifestações muito próprias, mas que também podem incluir manifestações gerais, como cansaço, desânimo, febre, perda de apetite e emagrecimento. 

Crianças, adolescentes e adultos podem apresentar inchaço dos gânglios (ínguas) que, geralmente, vem acompanhado por febre e pode ser confundido com sintomas de outras infecções, como a rubéola ou a mononucleose.

Sintomas mais frequentes

  • Lesões de pele: Ocorrem em cerca de 80% dos casos. Geralmente são percebidas manchas avermelhadas nas maçãs do rosto e no dorso do nariz. Também pode ocorrer vasculite (inflamação de pequenos vasos), causando manchas dolorosas nas pontas dos dedos das mãos e dos pés. A queda de cabelos também é frequente, mas ocorre tipicamente nas fases de atividade da doença e, na maioria das pessoas, o cabelo volta a crescer normalmente com o tratamento.
  • Lesões nas articulações: Mais de 90% das pessoas com lúpus apresentam dor com ou sem inchaço nas juntas.
  • Inflamação de membranas cardiopulmonares: Tais situações são relativamente comuns, podendo ser leves e assintomáticas ou se manifestarem como dor no peito, tosse seca, palpitações e falta de ar. 
  • Inflamação nos rins (nefrite): É uma das que mais preocupam e ocorrem em cerca de 50% dos pacientes com lúpus. No início pode não haver qualquer sintoma, apenas alterações nos exames de sangue e/ou urina. Nas formas mais graves, surge a pressão alta, o inchaço nas pernas e a urina fica espumosa (podendo haver diminuição do volume).  Quando não tratada rápida e adequadamente, leva à insuficiência renal e o paciente pode precisar de diálise ou transplante.
  • Alterações neuropsiquiátricas: São menos frequentes, mas podem causar convulsões, alterações de humor ou comportamento (psicoses), depressão e alterações dos nervos periféricos e da medula espinhal.
  • Alterações nas células sanguíneas: Ocorrem devido aos anticorpos que causam a destruição. Se os anticorpos forem contra os glóbulos vermelhos (hemácias) vai causar anemia. Já se o alvo forem os glóbulos brancos, haverá leucopenia ou linfopenia. Se forem contra as plaquetas, a consequência será a plaquetopenia. 

Diagnóstico

A identificação do lúpus é feita pelo médico, por meio do reconhecimento de um ou mais sintomas. Além disso, algumas alterações nos exames de sangue e de urina são muito características. Índices elevados no exame FAN (Fator ou Anticorpo Antinuclear) em uma pessoa com sintomas permite o diagnóstico com muita certeza. 

Tratamento

De acordo com o Sociedade Brasileira de Reumatologia, o tratamento da pessoa com lúpus é individualizado, dependendo das manifestações apresentadas por cada paciente. Assim, a pessoa com a doença pode necessitar de um, dois ou mais medicamentos na fase ativa da doença e poucos ou nenhum em outros períodos. 

Por outro lado, o tratamento sempre inclui medicamentos para regular alterações imunológicas e outros gerais para regular alterações que a pessoa apresente em consequência da inflamação causada (hipertensão, inchaço, febre, dor, etc.).

Outros cuidados

Pacientes com lúpus devem ter cuidados especiais com a saúde incluindo atenção com a alimentação, repouso adequado, evitar estresse e manter atenção rigorosa com medidas de higiene (devido ao risco de infecções). Também é recomendado praticar exercícios, suspender o uso de anticoncepcionais com estrogênio, evitar a radiação solar e cessar o tabagismo. 

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ucascavel maio 20, 2022 0
Close up of sad senior lady with neckache. Senior woman with chronic pain syndrome fibromyalgia suffering from acute neckaches. Senior woman suffering from neck pain
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Mitos e verdades sobre a fibromialgia

Dores constantes no corpo, cansaço e alterações do sono são sintomas de um distúrbio que afeta cinco a cada 100 brasileiros, especialmente mulheres na faixa dos 50 anos de idade. Os números são da Sociedade Brasileira de Reumatologia, que acompanha de perto os dados sobre a síndrome fibromiálgica (fribromialgia).

Neste artigo, conheça os mitos e verdades que cercam essa condição de saúde. Boa leitura!

VERDADE! 

✅ Não existem exames para diagnosticar a fibromialgia. A única forma de identificar a síndrome é por meio de consulta clínica com um médico reumatologista. É esse profissional que poderá evitar confusões com sintomas de outras doenças. 

MITO!

🚫 A fibromialgia é um tipo de artrite? NÃO! Esse é um dos principais enganos que levam a tratamentos inadequados. Diferentemente de outra doença reumática, a síndrome fibromiálgica não causa nenhum tipo de inflamação ou dano aos músculos, tecidos, articulações ou órgãos. Porém, o que pode ocorrer é elas atuarem de forma associada.

VERDADE!

✅ A alimentação pode auxiliar no tratamento. Muitos casos de fibromialgia estão relacionados à falta de serotonina no organismo. Por isso, o consumo de alimentos que aumentem a produção (carnes magras, peixe, mel e banana) pode reduzir os sintomas.

MITO!

🚫 Dizem que quem sofre de fibromialgia não pode praticar exercícios físicos. Mas a realidade é bem o oposto disso. A atividade física é considerada uma grande aliada no tratamento, pois promove o ganho de força muscular e o relaxamento corporal. Isso alivia as dores e outros sintomas, a exemplo da fadiga e da dificuldade para dormir. Além dos exercícios, é bom acrescentar alimentos antioxidantes e os ricos em melatonina, que promovem uma redução do cortisol (hormônio do estresse), induzem o sono e promovem relaxamento.

VERDADE!

✅ A fibromialgia não tem cura. Ainda que não seja considerada uma doença e que não avance ao longo dos anos, a síndrome é crônica. O tratamento é apenas para controlar os sintomas e oferecer mais qualidade de vida aos pacientes.

MITO!

🚫 Fique tranquilo (a), pois é a falsa a ideia de que a fibromialgia possa levar à morte. Essa condição sequer causa danos graves (a exemplo de paralisação ou deformidade de membros). Por outro lado, os incômodos constantes podem desencadear dificuldades emocionais e físicas, o que impacta na vida pessoa e profissional. 

VERDADE!

✅ Devido aos já citados impactos emocionais, é importante que pacientes diagnosticados com fibromialgia tenham acompanhamento psicológico. Também é sugerido que a pessoa pratique algum tipo de técnica de relaxamento e respiração para aliviar as dores e os possíveis quadros de depressão e insônia.

Tratamento

O tratamento da síndrome fibromiálgica é feito com medicamentos e outras medidas não farmacológicas (atividades físicas e de relaxamento). De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia, é importante que a rede de convivência do paciente (família, amigos e colegas de trabalho) compreenda essa condição, evitando questionar a veracidade dos sintomas . Nessas situações, mais uma vez a presença do profissional reumatologista é essencial para assegurar que os sinais são reais e não frutos de qualquer imaginação. 

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ucascavel maio 13, 2022 0
Woman taking medicine to cure disease with holding a bottle of w
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Polifarmácia: Veja os riscos de consumir 4 ou mais medicamentos ao mesmo tempo

Quando um paciente faz uso rotineiro de quatro ou mais medicamentos ao mesmo tempo (com ou sem indicação médica), ele se enquadra na situação de polifarmácia, termo classificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Neste artigo, a Unimed Cascavel aprofunda o tema e explica os riscos desse tipo de medicação múltipla. Vamos à leitura? 

Polifarmácia

Essa condição é mais frequente em doentes crônicos e/ou idosos e pode levar a consequências adversas, tanto que a própria OMS lançou em 2017 um desafio global para aumentar a segurança dos pacientes. 

Ainda que o uso de múltiplos medicamentos possa ser clinicamente indicado, efetivo e seguro, a utilização indiscriminada pode causar reações adversas. 

Riscos

A polifarmácia pode incluir medicamentos de alto risco, mais de um fármaco prescrito para o mesmo propósito, medicamentos sem valor terapêutico, além de itens contraindicados para a condição clínica ou para a faixa etária do paciente. Isso pode levar à:

• Ocorrência de interações inapropriadas entre medicamentos e/ou alimentos
• RAMs (Reações Adversas a Medicamentos)
• Tonturas recorrentes e quedas
• Aumento do perigo de toxicidade
• Erros de medicação
• Redução da adesão ao tratamento
• Aumento das taxas de hospitalização
• Mortalidade

• Perda da eficácia de algum medicamento, pois alguns fármacos são priorizados na hora da metabolização, podendo inibir o efeito de outro

• Resistência a algumas classes de medicamentos

• Possibilidade de resistência de bactérias

Muitas vezes, essas manifestações demoram a ser identificadas, o que pode prejudicar e retardar o tratamento, bem como diminuir a qualidade de vida. 

É fundamental que os profissionais conheçam os medicamentos com riscos potenciais e o envolvimento dos próprios pacientes para evitar perigos associados à polifarmácia. Juntos eles devem discutir a necessidade de utilização de todos os medicamentos prescritos e seguir corretamente as recomendações definidas.

Quando a polifarmácia é inevitável, os pacientes devem entender:

• A importância do uso racional dos medicamentos
• Os riscos da automedicação (incluindo produtos fitoterápicos e chás).
• Riscos de interrupção/troca/inclusão de medicamentos sem conhecimento profissional
• Perigos de possíveis alterações dos horários de administração do medicamentos
• Monitoramento de possíveis reações adversas

• Perda da eficácia da medicação.

Dica de ouro

Comunique sempre ao seu médico ou profissional de saúde sobre a ocorrência de qualquer reação desagradável ou indesejada ao fazer uso de um ou mais medicamentos. Informe sobre todos os fármacos que esteja consumindo (mesmo os fitoterápicos), afim de evitar que outros medicamentos para a mesma finalidade sejam novamente prescritos. 

Em caso de dúvidas (a exemplo de horários corretos, ingestão de dois ou mais medicamentos juntos, etc.) consulte o farmacêutico e receba orientações assertivas para otimizar o seu tratamento.

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ucascavel maio 6, 2022 0
Measuring blood pleasure and healthcare concept
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Hipertensão arterial: os efeitos da pressão alta em crianças, adultos e idosos

A cada 100 brasileiros, 30 sofrem de pressão alta. Em números absolutos, isso significa que o país tem aproximadamente 63 milhões de hipertensos, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). 

No artigo de hoje, você vai ver de que forma a hipertensão afeta o organismo humano, seja crianças, adultos ou idosos. 

O beabá

A função do coração é bombear sangue para todo o corpo. Quando esse sangue passa pelas artérias, faz força contra as paredes dos vasos. Essa força é o que se chama de pressão arterial. Nos hipertensos, a força exercida contra as paredes das artérias é tão grande que elas vão ficando cada vez mais rígidas e estreitas. Os danos provocados facilitam o acúmulo de gordura e a formação de coágulos que podem entupir as artérias cardíacas (provocando infarto) ou se instalar em vasos cerebrais, desencadeando um Acidente Vascular Encefálico (AVE).

Em todo o mundo, a pressão alta é a causa da morte de cerca de 10 milhões de pessoas por ano. 

14/9

A pressão arterial acima de 14/9 (constatada mais de uma vez e em diferentes situações) é considerada hipertensão. Esse número é a forma popular do padrão 140/90 mmHG (milímetros de mercúrio). Nesse caso, o 14 se refere à pressão máxima (sistólica), feita no momento em que o coração se contrai. Já o 9 é relativo à pressão do movimento de diástole, quando o coração relaxa. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o nível ideal da pressão sanguínea é 120/80 (ou 12/8).

Crianças, adultos e idosos

Tal qual em qualquer faixa etária, a pressão alta em crianças age na surdina. Por isso é chamada de “mal silencioso”. As pesquisas indicam que elevação da pressão arterial na infância representa fator de risco para que a doença se manifeste na vida adulta. Filhos de pais hipertensos devem redobrar a prevenção desde cedo, pois a doença é hereditária, crônico-degenerativa e pode atacar gravemente o coração, cérebro, os rins e membros.  

Nos primeiros anos de vida, a pressão alta pode ser a manifestação secundária de alguma doença de base, especialmente as renais, endócrinas, cardíacas e pulmonares. Prematuros e crianças que nascem com pouco peso também estão mais sujeitos a esse tipo de pressão arterial secundária.

Seja em bebês, crianças, adolescentes, adultos ou idosos, a obesidade, o sedentarismo, o alto consumo de sal e a baixa ingestão de potássio são fatores que contribuem para o surgimento da doença. Com o avançar da idade, outros hábitos típicos aumentam o perigo, como o tabagismo, o alcoolismo e o consumo de outras drogas (incluindo anabolizantes).

Sintomas

A pressão alta raramente causa sintomas. Por isso, os índices devem ser aferidos com regularidade nas consultas médicas de rotina.  Os sinais tentem a aparecer quando as complicações já estão instaladas. Nesses casos, os mais comuns são dores de cabeça, tontura, falta de ar, zumbido no ouvido, visão embaçada, sangramento nasal e cansaço.

Tratamento 

Quanto mais precoce for o diagnóstico, melhor será o efeito do tratamento. No caso das crianças com hipertensão arterial secundária, é possível curar o problema ao controlar a doença de base. Nos outros casos (que são a maioria), são essenciais as mudanças no estilo de vida: 

• Controle do peso corporal
• Prática de exercícios
• Dieta balanceada
• Reduzir a ingestão de sal
• Evitar alimentos embutidos (salsichas, linguiças…)

Se tais medidas não forem suficientes, pode haver a necessidade de tratamento farmacológico, que deve ser indicado somente pelo médico.

Cuide dos seus rins 

O aumento da pressão arterial causa lesões nas artérias renais, que vão perdendo progressivamente a capacidade de filtrar o sangue. Com o tempo, isso pode se transformar em insuficiência renal. 

Por isso, não subestime a hipertensão!

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ucascavel abril 29, 2022 0
Portrait of happy black family cooking vegan food inside kitchen at home - Main focus on mother face
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A saúde do brasileiro: O que já aprendemos sobre nós mesmos em 522 anos de descobrimento?

Desde que a expedição de Pedro Álvares Cabral aportou onde hoje fica o estado da Bahia, a saúde de quem já estava aqui, dos que chegaram e dos que nasceram nestas terras passou por uma série de fases.

Os colonizadores europeus trouxeram para a América novas doenças, como varíola, sarampo, febre amarela, tifo, gripe e caxumba. Sem defesas, os organismos dos povos recém batizados de indígenas sucumbiam rapidamente. Além da baixa imunidade, os hábitos coletivos e a falta de tratamentos tornavam a população nativa especialmente vulnerável a doenças trazidas por estrangeiros. Povos inteiros foram massacrados por doenças infecciosas, a exemplo da extinção da tribo dos goitacás.

Ao longo dos últimos séculos, o Brasil esteve inserido no contexto das principais epidemias mundiais, e exemplo da dengue, e de epidemias que assolaram o mundo, tal qual a gripe espanhola e, atualmente, a Covid-19.

Este artigo apresenta as principais Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs) que ameaçam a população brasileira na atualidade, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Vamos à lista:

1 • Diabetes 

O Brasil é o quinto país em um levantamento mundial de incidência da diabetes. De acordo com o estudo da OMS, existem quase 19 milhões de brasileiros diabéticos, ou seja, pessoas com deficiência na produção ou absorção da insulina, hormônio que ajuda a controlar os níveis de açúcar no sangue. 

Alimentação saudável e prática de atividades físicas ajudam a evitar o surgimento e possíveis complicação do diabetes, que incluem dificuldade de cicatrização, problemas renais/cardiovasculares e até a cegueira.

2 • Hipertensão

Ocorre quando a pressão sanguínea apresenta valores constantemente elevados, normalmente acima de 140/90 mmHG (14 por 9).

Limitar o consumo de sal, praticar exercícios e aferir a pressão arterial regularmente ajudam a reduzir os riscos de consequências como infarto, insuficiência cardíaca ou Acidente Vascular Cerebral (AVC).

3 • Alzheimer

A doença reduz progressivamente o funcionamento das células cerebrais, especialmente as relacionadas à memória. O Alzheimer é mais comum em pessoas acima dos 65 anos de idade, mas também pode, em situações mais raras, surgir antes disso. 

Idade, genética, ausência de hábitos saudáveis, obesidade, diabetes e hipertensão elevam os riscos para o desencadeamento da doença. 

4 • Depressão

Trata-se de um quadro que afeta a bioquímica cerebral, afetando a produção de substâncias responsáveis pelas sensações de prazer, satisfação, humor e disposição, levando a pessoa à tristeza profunda e persistente.  

Não existe uma causa definida para a depressão, mas há indícios de que o estresse e a ansiedade possam desencadear o quadro, além de alterações hormonais, histórico familiar e outros. O tratamento pode ser feito por meio de psicoterapias ou medicamentos, que devem ser receitados por psiquiatra ou neurologista.

5 • Acidente Vascular Cerebral (AVC)

O AVC hemorrágico é causado pelo rompimento de um vaso sanguíneo (normalmente em consequência da hipertensão). Já o isquêmico ocorre quando há obstrução de uma artéria, o que interrompe o fluxo de sangue/oxigênio para o cérebro. Ambos podem causar sequelas irreversíveis (perda de movimentos e fala), além de morte.

Os sintomas mais comuns apresentados por alguém que esteja tendo um AVC são a dificuldade para falar e a paralisia de uma parte do corpo (geralmente de um mesmo lado). Caso perceba alguém com esses sinais, chame imediatamente o auxílio médico. 

6 • Dislipidemia (colesterol alto)

Quando a concentração de gorduras produzidas pelo fígado está elevada no organismo, isso pode obstruir os vasos sanguíneos, elevando o risco de problemas cardiovasculares (infarto, derrame, etc.).

O aumento do colesterol LDL (“colesterol ruim”) está diretamente associado a fatores como o consumo de alimentos ricos em gordura animal, sedentarismo, alcoolismo, tabagismo e, principalmente, à predisposição genética. 

Alimentação adequada, atividades físicas e tratamento medicamentoso (quando indicado) são as formas de prevenir os riscos. 

7 • Câncer

Apesar de mais frequente em idades mais avançadas, o câncer pode ser de vários tipos e atingir qualquer pessoa. Trata-se da multiplicação desordenada de células anormais, atacando as saudáveis. 

A maior dificuldade para a prevenção do câncer é o caráter genético e hereditário. Cada tipo tem diferentes cuidados preventivos, mas é sempre importante estar atento aos fatores de risco e procurar manter um estilo de vida saudável, a exemplo de alimentação equilibrada, prática de exercícios, evitar o excesso de peso, moderar o consumo de álcool, não fumar e não se expor ao sol por longos períodos. Além disso, as consultas e os exames de rotina são fundamentais para o diagnóstico precoce, o que aumenta a chance de cura.

8 • Asma

Cerca de 20 milhões de brasileiros sofrem com a asma, doença causada pela inflamação das vias aéreas (brônquios). Os sintomas incluem dificuldade para respirar/falta de ar, chiado e sensação de aperto no peito e tosse.

9 • Mal de Parkinson

Mais comum entre a população com idade mais avançada, o Parkinson pode tornar uma pessoa inválida ao atingir o sistema nervoso. Os principais sinais são tremedeira nos braços, rigidez nas articulações, passos mais curtos, confusão mental, dores musculares, depressão e, com frequência, a pessoa deixa de piscar naturalmente. 

O que fazer?

A maioria das doenças que atingem a saúde dos brasileiros está relacionada à falta de bons hábitos de alimentação e prática de exercícios físicos, além da baixa frequência ao médico. 

Dito isso, você já sabe o que fazer para que os nossos próximos 522 anos sejam mais saudáveis.

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ucascavel abril 22, 2022 0
Female nurse talking with old woman with alzheimer
Sua saúde

Parkinson: como identificar os sinais e frear os sintomas?

Estima-se que o Brasil tenha mais de 600 mil idosos convivendo com a Doença de Parkinson, degeneração crônica e progressiva do sistema nervoso central, devido à diminuição intensa da produção de dopamina – substância química que ajuda a transmitir as mensagens entre as células nervosas. Esse neurotransmissor é essencial para que os movimentos voluntários do corpo sejam feitos de forma automática, ou seja, sem precisar planejar o movimento de cada músculo. Na falta da dopamina, a pessoa perde o controle motor, o que desencadeia sintomas bem característicos.

Neste artigo, conheça os sinais e o que se sabe sobre formas de frear os sintomas. Boa leitura!

Influência cronológica

Com o envelhecimento, qualquer pessoa apresenta a morte progressiva das células nervosas que produzem dopamina. Porém, algumas perdem essas células e diminuem os níveis de dopamina em um ritmo muito mais acelerado, ainda que não se saiba exatamente o motivo disso.  

Sintomas

Os principais sintomas da Doença de Parkinson são a lentidão motora, a rigidez entre as articulações de punho, cotovelo, ombro, coxa e tornozelo, os tremores em repouso (especialmente nos membros superiores e, geralmente, predominantes em um lado do corpo) e a falta de equilíbrio. Além desses sintomas motores, podem ocorrer outros, a exemplo da diminuição do olfato e alterações intestinais e do sono.

Diagnóstico

O profissional mais habilitado para interpretar os sintomas e concluir o diagnóstico é o médico neurologista, capaz de diferencia a Doença de Parkinson de outras que também afetam involuntariamente os movimentos do corpo. Exames complementares, tal qual a tomografia cerebral e a ressonância magnética, servem apenas para avaliação de outros diagnósticos diferenciais.

Tratamento

Ainda que não haja formas comprovadas de prevenir, é possível tratar a Doença de Parkinson. As medicações existentes costumam dar bons resultados para controlar os sintomas, pois repõem parcialmente a dopamina que está faltando. Isso significa que o tratamento medicamentoso é para toda a vida. 

Ainda não existem drogas disponíveis comercialmente que possam curar ou evitar de forma efetiva a progressão da degeneração de células nervosas que causam a doença. Há diversos tipos de medicamentos antiparkinsonianos disponíveis e que devem ser usados em combinações adequadas para cada paciente e fase de evolução da doença. 

Também existem técnicas cirúrgicas para atenuar alguns dos sintomas, mas elas devem ser indicadas caso a caso. Além disso, o tratamento com equipe multiprofissional é muito recomendado, bem como a prática regular de atividade física. 

O objetivo do tratamento, incluindo medicamentos, fisioterapia, fonoaudiologia, suporte psicológico e nutricional, atividade física entre outros é melhorar a qualidade de vida do paciente, reduzindo o prejuízo funcional decorrente da doença, permitindo que o paciente tenha uma vida independente, com qualidade, por muitos anos.

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ucascavel abril 15, 2022 0
Woman's hand pours the medicine pills out of the bottle
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Você sabe mesmo como armazenar seus medicamentos? Confira as dicas da Unimed Cascavel

Para que o medicamento receitado tenha o efeito desejado, é necessário consumi-lo, transporta-lo e armazena-lo de forma correta.  Neste artigo, confira as dicas da Unimed Cascavel para guardar os medicamentos na sua casa. 

Vamos às orientações? 

A eficácia e a segurança dos medicamentos podem ser comprometidas pela exposição excessiva ao calor ou à umidade, que têm a capacidade de alterar as estruturas físicas e químicas deles. Por isso, é importante deixá-los sempre em lugares frescos (entre 15ºC e 30ºC), secos e protegidos da luz. Portanto, cozinha, banheiros e dentro do carro não são lugares adequados.

Outro ponto essencial para a segurança da sua família é saber que os medicamentos devem ficar protegidos de insetos e roedores, longe de produtos químicos, itens de limpeza, perfumaria e alimentos, além de afastados dos animais domésticos e das crianças. Isso evita acidentes cujos efeitos podem ser muito perigosos e até fatais. Mantê-los na embalagem original também é uma boa forma de conserva-los. Aliás, leia sempre o rótulo e a bula, que expressem a forma mais segura de guarda-los. 

Se utilizar porta comprimidos para os medicamentos, deixe somente a quantidade suficiente para 48 horas, e lembre-se de que os recipientes devem estar sempre limpos e secos.

Após abertos ou preparados, alguns medicamentos têm a validade diminuída. Por isso, após o uso, feche bem a embalagem. 

10 dicas

1 • Guarde na geladeira apenas os medicamentos líquidos, conforme orientação de um profissional de saúde.

2 • Se utilizar porta comprimidos, deixe apenas a quantidade para 48 horas e lembre-se: os recipientes devem ser mantidos limpos e secos.

3 • O armazenamento de medicamentos deve ser individualizado para evitar erros e trocas com medicamentos de outras pessoas.

4 • Antes de manusear os medicamentos, lave bem as mãos. 

5 • Leia sempre o rótulo para evitar a troca de medicamentos.

6 • Abra somente um frasco ou embalagem por vez.

7 • Observe a data de validade (não consuma medicamentos vencidos).

8 • Guarde os medicamentos suspensos separados daqueles que estão em uso.

9 • Consulte um farmacêutico, caso observe mudança na cor ou no cheiro do medicamento.

10 • Caso observe algum sintoma indesejado, relate imediatamente ao profissional de saúde que emitiu a receita.

Termolábeis

Substâncias termolábeis, a exemplo das insulinas, são ainda mais sensíveis às grandes variações de temperatura e devem ser armazenadas de acordo com a faixa informada pela indústria farmacêutica.
• Conservar entre 2ºC e 8ºC.
• Transportar apenas em recipiente térmico (com gelox).
• Manter o medicamento na geladeira, dentro da embalagem original.
• Posicionar o medicamento nas prateleiras centrais da geladeira, que sofrem menor variação de temperatura. Nunca deixe-os na porta.
• Jamais armazenar o medicamento em caixas de isopor tampadas na geladeira. Esses recipientes servem apenas para o transporte. Prefira as caixas plásticas.
• Retire o medicamento da geladeira somente na hora de aplica-lo.

Essas informações podem ser úteis para você ou para quem você ama. Compartilhe-as nas suas redes sociais. 

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ucascavel abril 8, 2022 0
Boy holding colorful puzzle heart in front of his face. World autism awareness day concept
Sua saúde

Projeto Abraçar: 3 anos de evolução no tratamento de crianças autistas na Unimed Cascavel

A Unimed Cascavel acaba de completar três anos do projeto Abraçar, que auxilia o desenvolvimento de crianças que sejam beneficiárias da Cooperativa e tenham sido diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A iniciativa começou em março de 2019, e atende pacientes de 0 a 7 anos.

Em julho do mesmo ano o projeto passou pela primeira ampliação, com aumento da intensidade dos atendimentos e da estrutura física, bem como da equipe treinada. Em 2021, a Unimed Cascavel abriu o segundo turno de atendimento, à tarde, estendendo o horário do programa das 8h até as 18h45. Para isso, a equipe de psicólogos, pedagoga, terapeuta ocupacional, analista de comportamento e estagiários foi ampliada para oferecer um cuidado ainda melhor no Centro de Atenção à Saúde (CAS) de Cascavel. 

O Abraçar utiliza a Análise do Comportamento Aplicada (ABA – Applied Behavior Analysis), que reforça os comportamentos positivos da criança autista. “Trabalhamos simulações de como as crianças agem, o que é preciso fazer no caso de tais comportamentos e como realizar os manejos comportamentais necessários para cada paciente”, explica a fisioterapeuta Fernanda Guerra, supervisora do projeto.  

Desde que foi colocado em prática, o Abraçar já conseguiu dar alta para dez pacientes, que puderam ser encaminhados para terapias convencionais na rede credenciada. Além disso, os pais também são orientados em treinamentos especiais. 

Em 2022, a equipe do projeto está composta por 25 profissionais, que atendem 46 pacientes. Outra novidade é que as crianças começaram a ser avaliadas também em sala de aula, para análise do comportamento no ambiente escolar e, caso necessário, com o manejo adequado.

Como participar

O Abraçar é voltado às crianças beneficiárias da Unimed Cascavel que tenham diagnóstico confirmado de TEA e sejam elegíveis para a proposta de intervenção. Quando não é possível ser atendido no projeto, o paciente é encaminhado para a rede credenciada com suporte de tratamento.

A Unimed Cascavel acredita que, para promover a inclusão das pessoas com autismo na sociedade é necessário haver um trabalho coletivo para a promoção de adaptações físicas, comportamentais e legais, indispensáveis para garantir a qualidade de vida e a cidadania.

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ucascavel abril 1, 2022 0
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Alimentação e exercícios

Você dorme bem? A importância do sono na prevenção às doenças

Enquanto você dorme, o seu organismo regula funções endócrinas, restaura a energia do seu corpo, reequilibra o metabolismo cerebral, melhora sua memória e repara tecidos. Logo, dormir mal ou pouco pode trazer consequências graves para a sua saúde, a exemplo de problemas de concentração, dificuldade de aprendizado, alterações de humor, aumento do risco de problemas psiquiátricos e enfraquecimento do sistema imune. 

Confira este artigo para entender porque o seu organismo precisa que você durma. 

Cansaço e fadiga

Cansaço e perda da disposição são os primeiros sintomas da falta de sono. É nas fases mais profundas do sono, que o corpo consegue recuperar as energias.

Falhas de memória e atenção

Além de consolidar as memórias, é durante o sono que o cérebro renova o desempenho cognitivo, melhorando a capacidade de atenção e concentração. É por isso que uma pessoa que dorme pouco tem mais dificuldade para lembrar das coisas, concluir raciocínios e se concentra.

Queda da imunidade

Dormir é necessário para a produção de células de defesa. Privar-se do sono enfraquece o sistema imunológico e deixa o seu corpo mais fraco para combater infecções.

Tristeza e irritabilidade

A instabilidade emocional também pode ser consequência da falta de sono. Quando o pouco sono torna-se crônico, a pessoa fica mais predisposta a apresentar tristeza e sofrer de ansiedade e depressão. Outras doenças mentais podem ser desencadeadas, a exemplo de distúrbios alimentares, síndrome do pânico e alcoolismo.

Hipertensão

Dormir menos de seis horas por dia eleva o risco de pressão alta. O período de descanso do sistema cardiovascular, com diminuição da pressão e dos batimentos cardíacos durante o sono, é essencial para a sua saúde, pois diminui o risco de doenças cardiovasculares, como infarto e AVC.

Alterações hormonais

A relação adequada entre o tempo que você passa dormindo e acordado é fundamental para a produção regular de hormônios essenciais para o organismo. Melatonina, hormônio do crescimento, adrenalina e TSH estão muito relacionados ao sono adequado. Dormir pouco, especialmente quando isso se torna algo crônico, pode provocar consequências como atraso do crescimento, dificuldades para ganhar massa muscular, alterações tireoidianas e fadiga, por exemplo. Além disso, dormir mal também está ligado ao aumento do risco de desenvolver obesidade, diabetes e câncer. 

Insônia e doentes renais crônicos

A prevalência da insônia em pessoas que fazem tratamento renal crônico pode passar de 70% dos pacientes. Isso pode se tornar uma fonte significativa de estresse e tem sido associado ao aumento da mortalidade em pessoas com Doença Renal Crônica (DRC). 

Quanto tempo dormir?

A quantidade adequada de sono por dia varia devido a diversos fatores, a exemplo da idade:

• 0 a 3 meses: de 14 a 17 horas
• 4 a 11 meses: de 12 a 15 horas
• 1 a 2 anos: de 11 a 14 horas
• 3 a 5 anos: de 10 a 13 horas
• 6 a 13 anos: de 9 a 11 horas
• 14 a 17 anos: de 8 a 10 horas
• 18 a 64 anos: de 7 a 9 horas
• 65 anos ou mais: de 7 a 8 horas

Durma bem e compartilhe este artigo. 

Cuidar de você. Esse é o plano.

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ucascavel março 25, 2022 0
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