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Oftalmologia: hábitos que podem agravar a miopia e o astigmatismo


A miopia e o astigmatismo são as condições adversas mais comuns no ramo da oftalmologia. Enquanto na primeira o paciente apresenta dificuldades para enxergar objetos a uma certa distância, na segunda ele pode ter dificuldades em ambas, com uma sensação incômoda de visão borrada.
 
Um dos aspectos que contribuem para o seu desenvolvimento é a pré-disposição genética: indivíduos cujos familiares possuam miopia ou astigmatismo têm mais chances de também terem o mesmo diagnóstico. No entanto, alguns hábitos do dia a dia podem contribuir para o agravamento do quadro.
 
A seguir, listamos o que pode fazer com que a sua visão esteja mais afetada por esses incômodos, com o aumento considerável do grau:
 

Uso de dispositivos móveis, notebooks e televisão

 
A luz de aparelhos eletrônicos, quando em contato excessivo com a retina, é um terreno favorável para a progressão do grau da miopia. Esse é, aliás, o fator que mais contribui para o aumento de diagnósticos nos consultórios dos oftalmologistas, já que estamos sempre trabalhando pelo computador, acessando o celular e assistindo a algo na televisão. Cortar esse hábito é inviável, mas é importante prestar atenção ao tempo gasto nessa exposição, bem como fazer pausas para descansar os olhos.
 

Não usar os óculos adequadamente

 
Engana-se quem pensa que evitar o uso de óculos de grau pode retardar a evolução de doenças oculares. Ainda que a opção de não usá-los não provoque o aumento do grau, o hábito traz incômodos consideráveis, tais como ressecamento dos olhos e enxaqueca. Se a adaptação aos óculos estiver muito complicada, é recomendável buscar opções de lentes de contato.
 

Exposição à poeira e à poluição

 
A poeira e a poluição do ar afetam a retina. Além disso, elas impulsionam a secura dos olhos, um dos fatores determinantes para piorar os sintomas e o desconforto provocado pelo astigmatismo. Para quem mora em grandes cidades, fica difícil evitar tal situação. Dessa forma, é importante checar se a limpeza do ar-condicionado e dos ambientes de convívio (em casa ou no trabalho) estão adequadas, bem como facilitar a ventilação local e usar colírio para hidratar a retina.

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ucascavel janeiro 15, 2021 0
Sua saúde

Verão com crianças: como cuidar de infecções típicas do período 

Verão com crianças representa mais tempo para estar presente em determinadas atividades – e também ter um cuidado redobrado com determinadas situações que podem vir junto ao calor e ao sol a pino. Durante esse período, o clima abafado, a alimentação mais desregrada nas férias e a suscetibilidade maior ao suor acabam desencadeando algumas infecções extremamente desconfortáveis, tanto para as crianças quanto para os adultos que cuidam delas.

A seguir, listamos algumas das doenças que podem se manifestar durante esse período, explicando possíveis causas e como tratá-las corretamente. É preciso reforçar, porém, que a persistência dos sintomas é o alerta máximo para procurar o médico mais próximo.

Alergias

Suor em excesso pode provocar bolinhas e coceira nas peles mais sensíveis. Mas, além disso, o clima abafado, somado à pele exposta ao sol, são um prato cheio para a proliferação de micoses. O maior desconforto em ambos os casos é a famosa coceira. No caso das alergias na pele, tais como o impetigo, elas podem facilmente evoluir para feridas com pus. Já as micoses ficam com aquelas bordas esbranquiçadas, que provocam mau cheiro e, quando estouradas, ferem a pele e ardem. Para cuidar, é necessário manter a pele sempre limpa e hidratada, bem como aplicar pomadas específicas para cada caso na região afetada.

Infecção urinária

Uma das causas mais comuns é o tempo excessivo com as roupas de banho molhadas coladas ao corpo, bem como a retenção do xixi em ambientes como a praia e a piscina. A prevenção reside, portanto, em levar as crianças constantemente ao banheiro, bem como trocá-las após o banho de mar. Para eliminar o desconforto é recomendado muito repouso e uso de remédios, além de chás caseiros com ervas como a cavalinha, que contém substâncias diuréticas.

Insolação e outros problemas de pele

O excesso de exposição ao sol é um convite perfeito para a temida insolação e queimaduras na pele. Os sintomas também podem variar e se manifestar por meio de uma intensa dor de cabeça, tontura, febre e náusea. É importante proteger a criança na sombra e passar filtro solar com frequência. Com a manifestação desses sintomas, ela deve repousar, ser medicada e hidratar-se bem com água e soro caseiro.

Infecção intestinal e diarreia

Alimentação desregrada e exposição ao sol são um combo e tanto para a ingestão inadequada de alguns alimentos e nutrientes, o que resulta em infecções do intestino e diarreia. A principal consequência desse quadro é a desidratação. Então, o primeiro passo é tomar muita água. É preciso, ainda, apostar em alimentos saudáveis, com baixo índice de gordura e que equilibrem esse funcionamento desregulado, tais como banana verde, mandioca e cenoura. Os adultos necessitam de atenção redobrada nesse caso, já que os sintomas podem evoluir e gerar mais complicações.

Otite

Essa temida inflamação causada pela combinação de excesso de água e calor, facilitando a proliferação de bactérias, resulta em uma dor de ouvido que beira o insuportável. Além disso, os incômodos também incluem a sensação de audição abafada, zumbido e secreção amarelada. Além dos antibióticos e remédios que atuam para diminuir a dor, o truque da bolsa térmica também contribui bastante para amenizar o desconforto nessa região. É preciso, ainda, que a criança repouse bastante.

Aqui, na Unimed, nós temos o prazer de te informar e auxiliar nos cuidados com a sua saúde e com aqueles que você ama. Ainda restaram dúvidas? Não hesite em entrar em contato com a gente! Para isso, use o formulário de contato, disponibilizado no nosso site.

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ucascavel janeiro 8, 2021 0
Sua saúde

Verão com responsabilidade: previna-se contra o câncer de pele

O verão já bateu na porta do hemisfério Sul. É tempo de aproveitar o sol, nadar na piscina, no mar, na cachoeira, pegar um bronze… Mas também é tempo de dobrar os cuidados essenciais com a pele. Isso porque, com o calor e os fortes raios solares, os riscos de desenvolver câncer de pele também aumentam, trazendo consequências graves para a saúde.

Antes de tudo, é preciso entender a doença, identificando suas causas, consequências, sintomas e formas de tratamento e prevenção. O câncer de pele é, para a surpresa de muitas, o tipo que mais afeta os seres humanos, sendo responsável por 1/3 dos casos de câncer ao redor do mundo. Por ser o maior órgão do corpo humano, a pele está não só mais suscetível ao desenvolvimento de doenças diversas, como também de diferentes tumores. O câncer mais comum é o carcinoma basocelular (CBC), que se manifesta na camada superior da pele, nas regiões mais expostas ao sol, como o rosto, o pescoço e os ombros. Por ser facilmente identificável, ele tem baixa letalidade. O segundo mais comum é o carcinoma espinocelular (CEC), que se concentra nas células escamosas e pode se manifestar no corpo inteiro. Ele é mais comum em homens, afeta a elasticidade da pele e também pode ser provocado por fatores como feridas crônicas e exposição a agentes químicos. Por fim, temos o mais mortal entre os tipos de câncer de pele: o melanoma. Apesar de afetar apenas 3% dos pacientes, esse tipo de câncer tem consequências brutais, afetando determinadas regiões e podendo se espalhar por outros órgãos.

De uma forma geral, as lesões mais comuns provocadas por esses tumores são a vermelhidão, as rosáceas protuberantes, a descamação e as feridas que demoram consideravelmente para cicatrizar – e que não as fazem por completo. Indivíduos de pele e cabelo mais claros são mais sensíveis e, portanto, mais vulneráveis à manifestação do câncer, devido ao subtipo de melanina que menos protege as células. Isso não significa, porém, que pessoas de pele morena e negra não precisam manter os cuidados e se prevenir. Ainda que a melanina seja um protetor natural contra os efeitos provocados pelo sol, ela não é, isoladamente, a única medida eficaz. Além disso, a proliferação de pintas e sardas também aumenta as chances de melanoma, já que elas contribuem para intensificar a vulnerabilidade de determinadas regiões.

Sendo assim, como o câncer de pele é agravado a partir do excesso de exposição aos raios UV, a prevenção também está fortemente associada à responsabilidade de cada um quanto à exposição ao sol. Os raios solares que penetram na pele desprotegida alteram seu DNA, tornando as células cancerígenas. Câmaras de bronzeamento artificial, hoje proibidas no Brasil, também são fortes impulsionadoras dos fatores de risco, já que os excessos e a proximidade da radiação na pele a tornam mais suscetíveis ao desenvolvimento de tumores.

Tendo isso em mente, é fundamental que, durante o verão, os cuidados do dia-a-dia sejam redobrados. Passar protetor solar diariamente no rosto e nas regiões expostas ao sol é um passo imprescindível em qualquer época do ano, mesmo em dias nublados – isso porque os raios penetram pelas nuvens e atingem a pele, ainda que não possamos ver com clareza. Em dias de sol, a aplicação do produto pede mais retoques, sobretudo na praia, na piscina, na cachoeira e depois do mergulho. Para tanto, é necessário escolher produtos que contenham fator 30 de proteção aos raios UVA e UVB. Vale ressaltar que os raios UVB são, aliás, mais letais. Também é recomendado evitar tomar sol nos horários de pico, entre 10h e 16h, visto que isso diminui o risco de queimaduras. Além disso, é preferível optar por permanecer na sombra quando o sol se intensifica, com o uso de um bom guarda-sol, chapéus com abas largas e roupas com tecido UV – ideal, principalmente, para quem gosta de surfar.

Por fim, vale ressaltar: esteja atento (a) ao seu corpo e trate-o com carinho. Redobre a atenção às suas pintas e sardas e procure um profissional assim que notar vermelhidão ou feridas difíceis de cicatrizar. E, claro: consulte o seu dermatologista com frequência! Ele é o seu melhor amigo nessa hora, podendo aconselhar os cuidados adequados ao seu tipo de pele.

Fontes: Dra. Jade Cury Martins, médica da Sociedade Brasileira de Dermatologia; e Dr. José Antonio Sanches, dermatologista do HCor

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ucascavel dezembro 23, 2020 0
Sua saúde

5 dicas de nutrição para aproveitar as festas de fim de ano sem culpa

Dezembro chegou e, com ele, as festas de Natal e Ano Novo. As datas, como bem sabemos, são repletas de ceias robustas e opções atraentes aos olhos e ao estômago.

Para muitas pessoas, no entanto, essas mesmas refeições acabam por se tornar sinônimo de culpa e sofrimento. Não é segredo que, durante as festas de fim de ano, muita gente deixa a alimentação saudável de lado para aproveitar as receitas calóricas e recheadas de ingredientes saborosos. Antes de mergulhar de cabeça em cada uma das opções que se apresentam à sua frente e que, mais tarde, vão te fazer perder o sono contando calorias, pense que é tempo de celebração e que, portanto, o melhor caminho é fazer escolhas inteligentes e aproveitar o momento. Tudo começa, na realidade, com a mente.

Listamos abaixo dicas valiosas de nutrição para que você aproveite as delícias dessa ceia sem sofrer e, principalmente, fazendo escolhas conscientes, pensando mais com o estômago e menos com os olhos.

1. Beba muita água

Manter-se hidratado não é somente um passo importantíssimo para ser considerado durante o verão, com as temperaturas elevadas e a oscilação da umidade relativa do ar. Com o calor do lado de fora, muita gente acaba sofrendo com inchaços, o que contribui para que a sensação de estar uns quilinhos acima do peso ganhe forma. A água ajuda na diminuição do inchaço, no controle da circulação sanguínea e no processo digestivo. Ela é, portanto, sua melhor amiga.

2. Respeite os horários das refeições e saiba escolher

A mudança mais brusca e comum na rotina alimentar durante o período começa, justamente, no hábito de pular refeições para aproveitar melhor a ceia. Isso contribui para aumentar a fome e o tempo da sensação de saciedade. Ou seja, você vai comer com os olhos e isso vai gerar uma sensação de peso no seu estômago. Dessa forma, mantenha a sua rotina alimentar, mas com opções leves – saladas, legumes e verduras. Durante as ceias, aliás, vale fazer boas combinações no prato. Que tal aproveitar o verão e testar novas receitas que fujam das tradições do inverno no hemisfério Norte? Ingredientes frescos, frutas, peixes… Faça pratos coloridos e nutritivos, coma devagar, aproveite a refeição. Celebre a comida pensando mais na sua qualidade, não na quantidade.

3. Continue fazendo exercícios físicos

Você não precisa se cobrar e dobrar os treinos na academia, tampouco abusar dos exercícios em casa. Encare isso tudo com naturalidade. Faça alongamentos, treinos de Yôga, caminhadas longas… A atividade física precisa ser uma rotina prazerosa no seu dia-a-dia, e essa dica vale não somente para esse período de festas, mas para o ano todo. Escolha modalidades que você sinta prazer em realizar e adote-as com naturalidade. Seu corpo agradece e sua digestão também.

4. Consuma álcool e doces com moderação

Não é porque o período é de festas que o consumo desenfreado está liberado. Você não precisa aderir a excessos para aproveitar esses momentos. Procure não misturar os tipos de bebida e selecione apenas uma para te acompanhar durante a noite – ou cerveja, ou vinho, ou gin tônica e etc. Além disso, pondere sobre as escolhas da sobremesa: aqui, a lógica é a mesma, e é mais prudente escolher receitas que se ajustem ao seu paladar, em quantidades moderadas, do que exagerar e acabar ficando com um mal-estar que comprometa a sua festa.

5. Não foque somente na comida

A culpa é um estado mental. Quando você deixa o foco na comida, isso acaba interferindo no seu comportamento. As ceias não são as grandes protagonistas das festa, elas são apenas um entre inúmeros fatores que tornam as datas especiais. Converse com seus parentes e amigos, cante e dance, troque presentes… Aproveite tudo o que o Natal e o Ano Novo nos oferecem. A boa comida é uma coadjuvante.

Nós, da Unimed Cascavel, desejamos que você aproveite tudo de melhor que essas ceias nos oferecem. Aproveite cada segundo, com amor próprio e por aqueles que o (a) cercam. Boas festas!

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ucascavel dezembro 18, 2020 0
Sua saúde

Quarentena ou festa: que cuidados você precisa ter para continuar se prevenindo contra a Covid-19

O ano de 2020 foi extremamente difícil e desafiador. Isso devido às consequências trazidas pela pandemia de Coronavírus, que devastou a população mundial e trouxe uma sensação distópica que nunca poderíamos prever: a melhor forma de proteger as pessoas é privar-se do contato social ou reduzi-lo drasticamente.

A curva oscilante de contágio, bem como a falta de uma vacina, ainda tornam as medidas de prevenção uma necessidade. Engana-se quem pensa que estamos de volta à normalidade, já que os exemplos registrados recentemente na Europa mostram os impactos gerados por uma segunda onda, bem como dados preocupantes a respeito da possibilidade de nova contaminação em pacientes já curados.

Enquanto ainda aguardamos a resposta da ciência a respeito de uma vacina, é preciso que todos façam a sua parte. Precisamos, antes de tudo, ter empatia com pessoas que pertencem a grupos de risco e fazer de tudo para protegê-las, sejam desconhecidos ou parentes queridos. Com a chegada do período de Natal e Ano Novo, muitas dúvidas podem surgir em relação ao que fazer, já que a época é sinônimo de confraternização. Para isso, nós, da equipe Unimed Cascavel, separamos dicas para que você usufrua a chegada de 2021 com responsabilidade.

Medidas de prevenção para trabalhadores essenciais

Mesmo com a flexibilização de horários e a possibilidade de fazer home office, a rotina de trabalho permaneceu inalterada para muitos profissionais. É o caso de médicos e enfermeiros, bem como profissionais de outras áreas da saúde, como médicos veterinários, que formam o time principal de combate à Covid-19 e se arriscam ao continuar atendendo pacientes na emergência. Mas, além disso, muitos trabalhadores ainda são requisitados presencialmente nos escritórios, principalmente os que integram a área de facilities, como portaria, segurança, limpeza e recepção.

O primeiro passo para trabalhar com segurança é ter consciência de que é responsabilidade dos empregadores garantir boas condições de trabalho e flexibilizar as opções. Isso é um direito básico e indiscutível de qualquer trabalhador. Tendo isso em mente, a rotina para o dia-a-dia deve incluir os seguintes passos:

1 • Se você usa transporte público, procure conversar com seus superiores sobre a possibilidade de flexibilização de horários. Evitar ao máximo os horários de pico ajuda a frear as possibilidades de contaminação. Fazer escalas com outros funcionários, a fim de evitar uma grande circulação no ambiente comercial, bem como ter acesso a táxis corporativos em certas ocasiões, também são ações que devem ser adotadas pelos empregadores. O uso de máscara é, obviamente, indispensável;

2 • Certifique-se de que o ambiente de trabalho sempre esteja equipado com os itens essenciais para a proteção dos funcionários: produtos de limpeza e luvas à disposição, para a higienização de objetos das áreas comuns; álcool gel e máscaras descartáveis à disposição, sendo que a segunda deve estar sempre posicionada corretamente no rosto (cobrindo o nariz e a boca).

3 • Lave as mãos corretamente com água e sabão, com frequência. Por exemplo: nos intervalos do turno e entre as refeições.

Cuidados durante as festas e reuniões

Esqueça a confraternização de empresa: até que os casos de contágio estejam controlados e a vacina esteja disponível, qualquer possibilidade de aglomeração precisa ser evitada. Dentro de casa, porém, também é preciso ter bom senso: não é hora de viajar longas distâncias, não é hora de correr para assistir à queima de fogos na praia, não é hora de promover festas entre amigos e não é hora para reuniões com a família toda.

Abrir mão do contato social nessa época do ano é algo difícil, mas é mais um sacrifício que precisamos adotar para nos proteger. Garanta que vá se reunir com familiares e amigos em grupos extremamente reduzidos, dando preferência às pessoas que já moram com você. Não cumprimente com abraços e mantenha uma distância razoável ao se encontrar com as pessoas.

Lavar as mãos com frequência e ter um álcool gel à disposição para os convidados também é indispensável nesses casos. E utilizar objetos descartáveis para as refeições, descartando-os corretamente após o uso, reduz ainda mais os riscos.

O momento pede compreensão e paciência. Aproveite esse momento para pensar no bem coletivo, fazer metas saudáveis para os próximos meses, colocar as leituras em dia e relaxar. Nós também podemos contar com os benefícios da tecnologia e sermos criativos: jogos on-line, reuniões virtuais e muito mais.

E acredite: confiar na medicina e fazer a nossa parte vai fazer tudo isso passar!

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ucascavel dezembro 11, 2020 0
Sua saúde

Os avanços no tratamento e a importância da prevenção contra o HIV

A Aids é uma doença que gera muito receio – mesmo nos dias de hoje, após tantas décadas desde a sua descoberta e com todos os avanços da ciência. Isso porque, ainda que as pesquisas e os tratamentos para portadores do vírus tenham evoluído, a cura segue uma incógnita que tira o sono de médicos e cientistas.

Para entender a evolução da Aids e compreender as transformações a seu respeito, é preciso olhar para o histórico e atentar-se às mudanças comportamentais da sociedade diante de temas como educação sexual e a guerra às drogas.

O histórico do vírus

A ciência aponta o contato com macacos selvagens na selva africana, no início do século XX, como uma das possíveis causas de contaminação entre os humanos. Isso porque os animais portavam o vírus SIV, que ataca o sistema imunológico, e o contágio através do sangue contaminado repassou, por consequência, entre a população. Estudos apontam, ainda, que as diásporas em direção à Europa, por volta dos anos 1960, impulsionaram o que viria a ser a pandemia que devastou a população mundial cerca de vinte anos depois. O microrganismo do HIV, como o vírus passou a ser denominado pela ciência, viria a gerar um dos episódios mais tristes na história da saúde humana. Pessoas contaminadas pela Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, nome científico da Aids, não possuíam um sistema imunológico forte o suficiente para resistir aos impactos provocados por diversas doenças. A hemofilia, a herpes e os melanomas eram exemplos das denominadas infecções oportunistas, fatais para milhões de pessoas. Por se tratar de uma doença que se desenvolve a partir do contato com o sangue e fluídos sexuais, uma atenção redobrada para campanhas acerca da importância do uso de preservativos foi impulsionada, bem como para utilização de materiais descartáveis em drogas injetáveis. Isso porque o aumento significativo do consumo desses utensílios inadequadamente compartilhados e descartados foi um forte agente agravante da pandemia – no Brasil, a população mais pobre e a carcerária concentraram casos significativos, devido ao impacto do tráfico. A brutalidade com que a doença se alastrava entre os pacientes desafiou a medicina. A Aids era, então, um forte sinônimo de sofrimento, e o estigma de que pacientes diagnosticados com a doença recebiam uma sentença atravessou décadas.

A Aids hoje

Estudos e pesquisas médicas impulsionaram tanto uma sobrevida quanto uma convivência pacífica de pessoas portadoras do vírus, bem como desenvolveram métodos e informações pertinentes acerca da prevenção.

Durante a virada dos anos 1980 para os anos 1990, médicos descobriram que antirretrovirais inibidores de protease ajudam a diminuir o enfraquecimento do sistema imunológico. O Brasil se tornou, inclusive, referência mundial no combate à doença, graças ao mapeamento de grupos-chave, o que possibilitou maior eficiência na aplicação de exames e testes de detecção e na distribuição gratuita dos coquetéis retrovirais.

Falar da Aids hoje em dia é se deparar com dois extremos: o estereótipo da tragédia do passado e a falta de aderência a métodos de prevenção. Diferente do que foi visto há trinta anos, a Aids não é uma sentença de morte: nem todos que portam o vírus HIV, conhecidos como soropositivos, desenvolvem a doença; e aqueles que são diagnosticados adequadamente podem conviver naturalmente com os tratamentos. Afinal de contas, a taxa de mortalidade mundial sofreu uma queda significativa de 13% ao longo das últimas décadas.

No entanto, desmistificar esse arquétipo não diminui a importância de falar sobre o consumo de drogas e o uso de preservativos. A educação sexual é um dever de todos nós – das informações repassadas pela família, da abordagem educativa proporcionada pelas escolas até as campanhas governamentais e de diversas instituições sobre o uso do preservativo.

A Aids é uma doença que pode afetar qualquer um. Estudos recentes mostram um aumento preocupante de contaminação entre a população jovem. Ainda que a taxa de mortalidade não seja um dado alarmante, isso mostra um padrão comportamental que precisa ser revisto. Confiar não é sinônimo de autocuidado: é preciso colocar a própria saúde acima de qualquer cenário ou qualquer pedido que possa representar riscos.

Além disso, é preciso levar o impacto causado pela Aids como ponto de partida para debater a prevenção de outras doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), que podem comprometer seriamente a qualidade de vida dos pacientes. Uma delas, por exemplo, é o HPV, cuja vacinação precoce em meninas ajuda a prevenir a manifestação da doença posteriormente com o início da vida sexual na juventude.

O acesso à informação e a métodos de prevenção e tratamento é função de todos nós. Informe-se sobre a importância dos preservativos, adote-os na sua rotina e espalhe essa ideia. Juntos, podemos vencer essa batalha contra a Aids!

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ucascavel dezembro 4, 2020 0
Sua saúde

Doença pulmonar obstrutiva crônica (Sintomas e prevenção)

Você já ouviu falar numa sigla chamada DPOC? É a sigla para Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica e é bastante comum de ver nos hospitais, especialmente em idosos. Como o próprio nome já diz, é uma doença que atinge significativamente os pulmões, ou seja, o sistema respiratório.

De acordo com algumas estatísticas, o Brasil está entre os países com o maior número de casos da doença. Sendo assim, apesar de ser desconhecida pela maioria, merece toda a nossa atenção.

Confira abaixo mais sobre o assunto, saiba as principais causas desse problema e como funciona o tratamento e a prevenção.

O que é a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica?

A DPOC é uma obstrução de ar, ou seja, é uma dificuldade que o ar encontra ao entrar nos pulmões. Normalmente, a principal causa é a presença de um grande edema causado, por sua vez, por um processo inflamatório constante.

É comum que esse quadro se instale após o paciente apresentar bronquite ou enfisema pulmonar. Aliás, a DPOC tem esses dois problemas de saúde como sua principal característica.

A bronquite promove um estado de processo inflamatório constante, o que gera o edema e dificulta as trocas gasosas. O segundo causa a destruição dos alvéolos, estruturas essenciais para que ocorra a passagem de oxigênio para o sangue e o gás carbônico para o pulmão para que possa ser expelido. Assim, essa troca fica comprometida de uma forma geral.

Quais são os principais sinais e sintomas?

Essa é uma doença comum entre os fumantes ou pessoas que estiveram em contato constante com fuligem ou fogão à lenha. São pacientes que costumam apresentar os seguintes sinais e sintomas:

  • Fadiga constante pela falta de oxigenação do sangue;
  • Tosse;
  • Pigarro na garganta;
  • Produção de muco e catarro em excesso.

Além do fumo, há outros fatores de risco como história familiar e contato constante com produtos tóxicos.

Como é feito o diagnóstico?

Normalmente, essas pessoas chegam ao hospital apresentando diversos problemas de saúde, como dificuldade para respirar e até mesmo infarto ou AVC (derrame). Só durante a internação e por meio de exames é que recebem o diagnóstico de DPOC.

Há um exame mais específico para identificar a doença: a espirometria. É uma maneira de medir a “força” do sopro do paciente. Se o fluxo de ar indicado no exame está fraco, significa que há uma grande chance de ele ter DPOC.

O raio-X do tórax e a quantidade de oxigênio no sangue são outros exames que ajudam a confirmar o diagnóstico.

Como prevenir a DPOC?

Grande parte das doenças pode ser prevenida e com a DPOC não é diferente. Como uma das causas é o consumo do cigarro, uma forma de prevenção é abandonar o vício. Para isso, você pode buscar a ajuda de um psiquiatra ou um pneumologista para iniciar o tratamento.

Até mesmo a alimentação pode ajudar na prevenção. O que se sabe é que o consumo de carnes processadas, em uma quantidade maior que a necessária, pode prejudicar o funcionamento dos pulmões. Mas uma dieta rica em frutas e legumes ajuda a fortalecê-lo. Praticar exercícios também é de grande importância.

Compartilhe este conteúdo nas suas redes sociais e mostre a mais pessoas como a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica pode ser prevenida!

Projeto Antitabagismo

O setor de Medicina Preventiva da A Unimed Cascavel tem um projeto que ajuda beneficiários  fumantes a cessarem o vício. Os encontros semanais (segundas-feiras, das 18h30 às 20h) abordam temas como gatilhos para o fumo, a escolha do “dia D”, métodos de parada, técnicas de respiração para controlar a ansiedade, orientação nutricional, manejos para trabalhar possíveis recaídas e sintomas de abstinência.

Quero participar

O projeto é aberto para qualquer beneficiário da Unimed Cascavel. Para se inscrever na próxima turma, ligue para (45) 3099-4161.

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ucascavel novembro 27, 2020 0
Sua saúde

Obesidade: o que é, fatores de risco, tratamento e prevenção

Durante a pandemia, a questão da obesidade ficou ainda mais evidente. Pessoas jovens morreram ou ficaram em estado grave. E não é por acaso: o excesso de gordura gera uma gama de processos inflamatórios constantes. Assim, o sistema de defesa fica tão ocupado com isso que lutar contra outros problemas de saúde pode ser bem difícil.

De acordo com as estatísticas, mais da metade dos brasileiros está acima do peso e cerca de 20% da população é obesa. São números que geram preocupação e um grave problema de saúde.

Quer saber mais sobre a obesidade, quais os principais fatores de risco, formas de tratamento e como prevenir a doença? Então, confira!

O que é obesidade?

A obesidade é uma doença cuja principal característica é o excesso de gordura corporal. Ela, por si só, consegue gerar uma série de problemas de saúde e deixa o corpo mais vulnerável para desenvolver outros problemas, como a hipertensão arterial e o diabetes.

A obesidade é diagnosticada quando uma pessoa está com o IMC (Índice de Massa Corporal) maior do que 30.

Quais as principais causas?

Há várias causas para a obesidade. Algumas são controláveis. Outras, não. Por exemplo, pessoas com Síndrome de Cushing têm mais chances de se tornarem obesas. Outras causas para o problema são o sedentarismo e a manutenção de uma dieta ruim, repleta de carboidratos e gorduras, que fazem mal à saúde.

Há também fatores de risco associados. Por exemplo, a obesidade também está ligada a uma causa genética, mas isso não quer dizer que seja algo determinante para que uma pessoa seja obesa. Apenas significa que será mais difícil para ela manter o peso quando comparada a outras pessoas.

O uso de alguns medicamentos, como antidepressivos, também pode ajudar no acúmulo de gordura pelo corpo. Pessoas com problemas para dormir tendem a comer mais e, na maioria das vezes, não são alimentos saudáveis.

Como é feito o diagnóstico?

O médico, principalmente o endocrinologista, nutrólogo ou nutricionista podem diagnosticar a obesidade. Para isso, basta calcular o IMC, com base na altura e no peso do paciente. Se o IMC for maior do que 30, o paciente é diagnosticado com a doença.

Para isso, também são feitos outros exames, como o de colesterol — total e frações — exames de sangue para analisar se há problemas hormonais envolvidos e a glicemia em jejum. Na verdade, esses exames ajudam a estabelecer qual o quadro atual do paciente, a fim de iniciar o melhor tratamento e entender a causa do problema.

Como é feito o tratamento da obesidade?

Mudança na dieta e a prática de exercícios físicos são fundamentais para a recuperação. Como normalmente são essas as causas, eliminando-as, é possível ter um resultado positivo.

Em casos mais graves ou em que o paciente tenha limitações de movimento (o que não é incomum), pode ser necessária uma intervenção cirúrgica. Aqui entra, por exemplo, a cirurgia bariátrica – já bastante conhecida. O médico vai escolher qual é a melhor técnica a ser utilizada, de acordo com a necessidade e o estado de saúde do paciente.

Prevenir a obesidade não é difícil. A ideia principal é passar a gastar mais calorias do que consumir. Uma mudança na alimentação é fundamental, especialmente aumentando o consumo de proteínas e gorduras saudáveis e reduzindo o consumo de carboidratos.

Gostou de saber mais sobre o assunto? Então, assine a nossa newsletter e receba mais dicas de como cuidar melhor da sua saúde!

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ucascavel novembro 20, 2020 0
Sua saúde

Saúde mental dos adolescentes: 4 principais cuidados

A saúde mental é algo de grande importância e, na adolescência, os cuidados se fazem ainda mais necessários. Por si só, a saúde mental dos adolescentes é um assunto que merece toda a nossa atenção, pois trata-se de uma fase bastante conturbada, com mudanças hormonais, de pensamento e de comportamento.

Metade de todas as condições relacionadas à saúde mental começa a partir dos 14 anos de idade, mas a grande maioria dos casos não é identificada e, portanto, não é tratada.

Vejamos abaixo como minimizar o problema e prevenir consequências gravosas como o suicídio em adolescentes. Confira!

Cuidados com a saúde mental dos adolescentes

1. Fique atento

Muitas vezes, por conta da correria do dia a dia, acabamos não nos atentando para as mudanças de comportamento dos filhos e analisar isso é de grande importância. Pode não ser apenas uma “rebeldia” típica da idade, como muitos costumam pensar. Pode ser algo um pouco mais grave.

Veja se ele deixa de sair com os amigos, se passa a ficar fora de casa com muita frequência ou se passa muito tempo apenas dentro do quarto. Atente-se às mudanças de comportamento emocional e também às mudanças do dia a dia, a exemplo de comer em excesso ou comer pouco ou mesmo evitar as refeições.

2. Converse

Estar sempre aberto para um diálogo, seja qual for o assunto, é de grande importância. Deixe isso claro para o adolescente pelo qual é responsável.

Lembre-se de que hoje temos a internet que pode dar as respostas para as perguntas dele e que nem sempre são as melhores e verdadeiras. Por isso, estar disposto a orientar sem tentar manter sempre o controle da situação é de grande valia.

3. Acompanhe a escola

Seu filho pode passar mais tempo na escola ou com os colegas de sala do que em casa. Então, é importante saber o que anda se passando naquele ambiente.

Os professores podem passar informações valiosas de comportamentos que você não costuma ver em casa. Mas quando o adolescente não está sob a sua visão, tem um outro comportamento, muitas vezes, nem parece a mesma pessoa.

Além disso, fique bem atento a possíveis casos de bullying. Já vimos muitos casos da vida real de adolescentes tirarem a própria vida ou a de outras pessoas por causa desse tipo de ataque.

4. Mostre a vida real

Cada vez mais as pessoas estão nas redes sociais e os adolescentes são os principais usuários. Eles podem passar muitas horas por dia nas redes e elas costumam mostrar uma parte da vida das pessoas que não faz parte da realidade.

Mostre que aquele corpo perfeito da foto só está daquela forma porque provavelmente foi alterado pelo photoshop. Mostre que existe muito mais no mundo real para viver do que no mundo virtual.

Cuidar da saúde mental dos adolescentes é essencial para que eles possam se tornar adultos responsáveis e de sucesso. O acompanhamento nessa fase da vida da forma mais próxima possível é de grande importância.

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ucascavel novembro 13, 2020 0
Sua saúde

Mês e cor da saúde do homem

Novembro é o mês da cor do cuidado masculino. O laço azul representa a conscientização e prevenção do câncer de próstata.  Trata-se do segundo tipo de câncer mais comum entre os homens, ficando atrás apenas do câncer de pele não-melanoma. São mais de 15.500 mortes todos os anos.

Saiba mais sobre esse problema de saúde e, principalmente, como preveni-lo. Confira!

O que é o câncer de próstata?

A próstata é uma glândula presente no homem e que se localiza na parte mais baixa do abdome. É um órgão bem pequeno com formato de maçã que fica na porção final do intestino grosso.

A principal função da próstata é produzir parte do sêmen que é o líquido que contém os espermatozoides.

Assim, o câncer de próstata trata-se de um tumor maligno que se desenvolve nesse órgão e precisa de tratamento e cuidados como qualquer outro em algumas circunstâncias. O melhor é focar na prevenção, pois é um tipo de câncer que aparece com maior frequência em pessoas idosas, prejudicando a qualidade de vida do paciente nessa fase da vida.

Quais os principais fatores de risco?

A idade é um dos fatores mais importantes, já que as chances de desenvolver o câncer são maiores em homens acima dos 50 anos. Para aqueles que têm pai ou irmão que tiveram o câncer antes dos 60, as chances também aumentam.

Existem alguns fatores que são modificáveis como excesso de gordura corporal (algo que pode ser controlado). Há também outro fator que são as exposições a aminas aromáticas, arsênio, produtos de petróleo, fuligem e outras toxinas do tipo.

Como prevenir o câncer de próstata?

Primeiro, a mudança dos hábitos de vida para hábitos mais saudáveis é fundamental. Por exemplo, ter uma dieta mais saudável compatível com a idade e também a prática de exercícios físicos.

Isso também vai ajudar na prevenção de outro fator de risco que é o acúmulo de gordura e a obesidade.

Mas a melhor forma de prevenção é fazer exames preventivos, ou seja, check-ups gerais com uma frequência mínima. Assim, a principal indicação é que os homens acima de 50 anos realizem o exame de sangue PSA. Ele tem como principal função medir a dosagem do antígeno prostático específico.

Se houver algum tipo de alteração no PSA, há a indicação do exame de toque retal, um dos mais temidos pelos homens por uma questão cultural machista. Mas, é claro, a saúde é muito mais importante do que o preconceito.

É importante saber que o exame de toque retal é bem rápido, durando, no máximo, apenas 15 segundos e é completamente indolor.

O exame que vai, de fato, fechar o diagnóstico é a biópsia, ou seja, a coleta e análise laboratorial de uma parte do tumor encontrado. O exame vai identificar se é um tumor benigno ou maligno e assim começar o tratamento o mais rápido possível.

Vá ao médico e faça os exames que forem pedidos. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, melhor será o prognóstico e a sua qualidade de vida em uma das melhores fases dela.

Compartilhe este conteúdo nas suas redes sociais e incentive mais homens a prevenir o câncer de próstata!

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ucascavel novembro 6, 2020 0
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