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Obesidade infantil: 5 alimentos que são vilões da dieta

obesidade infantil
Durante a infância, as crianças começam a desenvolver o seu paladar, conhecendo os alimentos e selecionando aqueles que mais as agradam. Por isso, quando a dieta inclui alimentos não saudáveis, a família acaba induzindo o pequeno a gostar de doces, frituras e alimentos industrializados.
Esses hábitos podem levar a obesidade infantil, um problema grave e que não para de crescer em todo o mundo. De acordo com um estudo recente da Federação Mundial de Obesidade, o número de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos que estão acima do peso deve pular de 220 para 268 milhões em menos de uma década. A projeção é cerca de 91 milhões desses jovens se tornem obesos no futuro.
Os números são alarmantes e colocam a obesidade infantil no topo das doenças que precisam de uma atenção especial dos pais e profissionais da saúde. Se você tem um filho pequeno e quer rever os seus hábitos alimentares, confira na sequência deste artigo os 5 alimentos que são vilões da dieta e que podem levar ao surgimento da obesidade infantil.

1. Bebidas industrializadas

Mesmo com a rotina corrida do dia a dia, é importante que os pais evitem oferecer aos filhos bebidas industrializadas, como sucos prontos e refrigerantes. Esses produtos não contam com nenhum tipo de nutriente importante para o desenvolvimento da criança, além de serem ricos em açúcar, sódio e aditivos químicos. Para evitar a obesidade infantil, retire da dieta do seu filho esses itens, inclua mais sucos naturais e estimule a ingestão de água.

2. Biscoitos recheados

É difícil encontrar uma criança que não adora os biscoitos recheados vendidos nos supermercados. Mas, é importante que os pais saibam que esse alimento é um dos grandes vilões da dieta, podendo levar ao surgimento da obesidade infantil se consumido de forma exagerada ou dentro de um plano alimentar nada saudável. Esses biscoitos possuem um alto valor calórico e costumam ser ricos em gorduras saturadas, que são prejudiciais ao organismo.
obesidade infantil

3. Obesidade infantil: retire os salgadinhos da dieta do seu filho

Parte da lancheira de milhares de crianças, os salgadinhos também são vilões da dieta. Apesar de saborosos e crocantes, eles não possuem nutrientes relevantes para os pequenos, estimulando a aquisição de calorias vazias que só engordam.
Além disso, os salgadinhos são ricos em sódio e gorduras ruins, aumentando as chances da criança desenvolver a obesidade infantil, colesterol alto e outros problemas cardiovasculares.

4. Cereais matinais

Muitos pais optam pelos cereais matinais para oferecer aos filhos uma opção de café da manhã mais nutritiva e saudável. No entanto, para que esse alimento não se torne um vilão da dieta é importante verificar com atenção a composição do produto. Hoje, há muitos cereais que apresentam quantidades alarmantes de açúcar, que superam as vitaminas e sais minerais. A dica é sempre optar pelas versões mais naturais, sem corantes e com controle do açúcar.

5. Batata frita

Sucesso entre as crianças, a batata frita também é um dos alimentos que pode impulsionar o desenvolvimento da obesidade infantil. Para ficar gostosa e crocante, a batata frita tem que ser preparada no óleo em altas temperaturas e isso faz com que ele se transforme em gorduras ruins para organismo. A opção para incluir a batata frita na dieta do seu filho, afastando a obesidade infantil, é prepará-la em fritadeiras sem óleo ou no forno.
Apresentamos no artigo de hoje 5 alimentos que são vilões da dieta e que podem contribuir para o surgimento da obesidade infantil. Gostou das dicas e quer continuar ampliando os seus conhecimentos sobre os cuidados com a saúde dos filhos? Então, confira também em nosso blog o post que mostra quantas vezes a criança deve ir no médico por ano.
 

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ucascavel abril 22, 2019 0
Sua saúde

Saúde da família: crianças e adolescentes precisam fazer check-up?

saúde da família
Cuidar da saúde da família é uma das principais preocupações dos pais. Quando os filhos estão saudáveis, o desenvolvimento físico e cognitivo transcorre de forma mais tranquila. Para garantir essa formação para os filhos, é como os pais investirem em cuidados com a saúde da família, que incluem alimentação equilibrada, prática de atividades físicas e um bom plano de saúde.
Diferentemente do que muitas pessoas pensam, crianças e adolescentes também precisam visitar o médico com uma certa frequência. Mesmo que eles estejam esbanjando saúde, é fundamental ter um plano que ofereça suporte em casos de emergência e também para o acompanhamento regular com pediatra ou clínico geral.
Se você se preocupa com a saúde da família e quer saber se as crianças e os adolescentes precisam realizar um check-up, não deixe de acompanhar a sequência deste artigo, pois vamos falar sobre a necessidade ou não de realizar exames nessa faixa etária.

Check-up é importante para crianças e adolescentes?

Essa é uma dúvida comum entre os pais que se preocupam com saúde da família. Muitas vezes, os filhos aparentam estar muito bem, sem nenhum indício de doença que o faça ir até o médico. Por conta disso, a realização de um check-up acaba sendo deixada de lado.
Mas, essa é uma atitude negativa, pois o acompanhamento médico na infância e na adolescência é fundamental para que os profissionais da saúde avaliem o desenvolvimento do seu filho, além de pedir exames que ajudam na prevenção ou no tratamento de doenças que nem sempre apresentam sintomas, como o colesterol.
saúde da família
Sendo assim, o check-up é sim importante e deve fazer parte dos cuidados com a saúde da família. Vale ressaltar que cada médico solicita os exames que achar adequado de acordo com o perfil do paciente. Assim, a avaliação é feita de forma personalizada, analisando principalmente os pontos de atenção. Por exemplo, se a criança ou o jovem já teve problemas como anemia, um hemograma completo certamente será solicitado. Em caso de pacientes com alterações nos rins, exames de ureia e creatinina são fundamentais para avaliar a função renal.

Cuide da saúde da família com o apoio de um bom plano

Vimos que o check-up é muito importante para garantir o desenvolvimento saudável das crianças e dos adolescentes. Por isso, uma dica interessante para os pais que estão atentos aos cuidados com a saúde da família tem a ver com a contratação de um bom convênio.
Hoje, há no mercado excelentes planos de saúde familiar, que oferecem aos beneficiários todo o suporte necessário, como consultas com especialistas, exames em ótimos laboratórios e pronto-atendimento em renomados hospitais da região. Tudo isso com um custo-benefício bastante atraente que lhe ajudará a cuidar da saúde da família.
Abordamos no artigo de hoje a importância do check-up para crianças e adolescentes e mostramos que um bom plano é fundamental para quem quer garantir esses cuidados com a saúde da família.
Para continuar por dentro de dicas como essa, não deixe de acompanhar as próximas postagens do nosso blog.

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ucascavel abril 17, 2019 0
Sua saúde

9 vacinas que todas as crianças devem tomar

vacinas
As vacinas são fundamentais para proteger as crianças contra uma série de doenças que podem afetar seu desenvolvimento. A grande maioria delas serve para prevenir doenças graves que costumam acometer os pequenos durante a infância, como o sarampo, paralisia infantil e a coqueluche.
Por esse motivo, é fundamental respeitar o calendário de vacinação do seu filho. No entanto, muitas pessoas não sabem exatamente quais são e para que servem.
Se você também tem dúvidas, continue lendo nosso texto. Reunimos aqui 7 vacinas que todas as crianças devem tomar.

1. A vacina BCG

É aplicada no braço direito, durante o primeiro mês de vida da criança. Protege contra formas mais graves da tuberculose, uma doença que afeta os pulmões.
Podem ocorrer algumas reações nas semanas seguintes, como febre e mal-estar.

2. As vacinas contra hepatite B  

Para evitar o risco de transmissão da mãe para o filho, ou então qualquer outro tipo de contaminação hospitalar, essa vacina é aplicada assim que o bebê nasce. A recomendação é que a primeira dose não ultrapasse 12 horas do nascimento.
A vacinação acontece em três etapas. No nascimento; no primeiro mês; e seis meses após a primeira aplicação.

3. A vacina pentavalente/DTP

Essa vacina é altamente relevante, pois protege a criança contra difteria, tétano, hepatite B, coqueluche e outras infecções causadas por uma bactéria chamada Haemophilus influenzae tipo b.
Sua aplicação é realizada aos dois, quatro e seis meses da criança. Posteriormente, é feito um reforço aos quinze meses e aos quatro anos de idade.

4. As vacinas VIP/VOP

Essas vacinas protegem contra a paralisia infantil, ou poliomielite. Trata-se de um esquema de vacinação que consiste em três doses injetáveis da VIP – Vacina Inativada Poliomielite.
Elas são aplicadas aos dois, quatro e seis meses de vida da criança. E, então, aos quinze meses e quatro anos são aplicados reforços com o vírus atenuado – VOP, geralmente em gotas.
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5. As vacinas tríplice viral e tetra viral

A tríplice viral é fornecida pelo SUS e protege contra a rubéola, sarampo e a caxumba. São realizadas duas aplicações: uma aos doze meses, com reforço aos quinze; e outra entre o quarto e sexto ano de vida da criança.
Já a tetra viral não é fornecida na rede pública e protege também contra a catapora. Sua aplicação é feita aos quinze meses, com o reforço da tríplice.

6. A vacina meningocócica C

É muito importante, pois protege o bebê contra a meningite C.
É aplicada aos três e cinco meses, com reforço aos 12 meses.

7. A vacina contra febre amarela

A febre amarela é uma doença grave que retornou recentemente ao cenário brasileiro. A vacinação é feita em dose única aos nove meses.

8. A vacina contra influenza

Já a vacinação contra o influenza, vírus da gripe, é feita anualmente dos seis meses aos cinco anos.

9. A vacina contra o rotavírus

Com relação ao rotavírus, a vacinação deve ser realizada aos dois meses e aos quatro meses. Vale ficar atento para o fato de que ela não pode ser aplicada após esse período. O rotavírus provoca males gastrointestinais e em bebês é bastante grave. Pode levar até mesmo à morte.
Aplicar as vacinas recomendadas é fundamental para garantir que seu bebê se desenvolva com saúde. Guarde o cartão de vacinação e preste muita atenção às datas de cada aplicação.
A grande maioria das vacinas é fornecida pela rede pública. Mas se você preferir, pode fazer a aplicação no consultório do pediatra do seu filho. O importante é não descuidar das datas específicas.
E aí? Como andam a proteção da saúde do seu filho? Curta nossa página no Facebook e continue acompanhando o nosso blog.

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ucascavel abril 15, 2019 0
Planos de saúdeSua saúde

Saiba quanto custa um plano de saúde familiar

plano de saúde familiar
O plano de saúde familiar é a melhor alternativa para cuidar de quem você ama. Ele estende a cobertura de procedimentos e exames para todos os beneficiários, como cônjuges e filhos. Por isso, é uma opção cada vez mais procurada entre quem deseja ter maior segurança.
Ao mesmo tempo, os custos preocupam quem tenta fazer tudo se encaixar no orçamento. Conhecer os valores previamente, portanto, é um jeito de se planejar para realizar a melhor contratação.
Para que não restem dúvidas, descubra quanto custa um plano de saúde familiar e entenda se essa alternativa é viável para o seu orçamento.

Afinal, quanto custa esse plano?

O preço cobrado por um plano do tipo varia de acordo com diversas características. Uma rede credenciada maior ou serviços diferenciados, normalmente, elevam o custo. Além disso, empresas de qualidade e que sejam seguras têm um preço médio bem definido. Já empreendimentos duvidosos podem cobrar um valor menor, mas não oferecem o desempenho esperado.
Para ter noção de quanto será preciso pagar o melhor é entrar em contato com a operadora e fazer uma simulação. Ao considerar todo o histórico de saúde, o total de beneficiários e as outras características é possível chegar ao número. Trata-se, portanto, de algo individual para cada necessidade.

Qual é o impacto do custo benefício do plano de saúde familiar?

Mais que apenas olhar os valores que devem ser pagos ao final do mês é muito importante considerar todos os benefícios dessa contratação. Ao analisar o custo-benefício, fica fácil entender por que essa alternativa pode, na verdade, ajudar a reduzir o impacto financeiro.
plano de saúde familiar
Em primeiro lugar, contar com a proteção do plano de saúde traz tranquilidade, o que apresenta um valor inestimável. Saber que todos da família estarão seguros e com a saúde em dia diminui o estresse e melhora a qualidade de vida.
Além disso, é possível realizar acompanhamentos de rotina ou mesmo de doenças crônicas. Trata-se de uma forma de evitar imprevistos de saúde, como crises agudas, internações ou cirurgias. Com isso, há uma redução no valor a ser pago — e, pior, que surge de maneira imprevista.
Para completar, o custo mensal do plano de saúde familiar é muito menor que os gastos com consultas, exames e procedimentos completos. Principalmente quem tem criança pequena sabe que as despesas são elevadas, então a escolha dessa possibilidade é ideal para melhorar a gestão das finanças.

Por que a coparticipação é benéfica quanto aos gastos?

Um dos aspectos que mais impactam o custo do plano de saúde familiar é a existência ou não de coparticipação. Nessa modalidade, os beneficiários pagam um valor simbólico a cada vez que marcam uma consulta, por exemplo.
Na prática, é um jeito de fazer com que quem usa mais, gaste um pouco mais. Já quem não utiliza com tanta intensidade tem a chance de pagar um total menor e adequado às próprias necessidades.
Portanto, os que trazem coparticipação, normalmente, são bem mais em conta e permitem que o orçamento fique sob controle.
O valor do plano de saúde familiar depende de algumas variáveis. Portanto, é fundamental fazer uma simulação e, principalmente, considerar o custo-benefício para tomar a decisão adequada.
Se quiser fazer ótimas escolhas e ter outras dicas, curta a nossa página no Facebook e continue acompanhando o nosso blog.
 

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ucascavel abril 10, 2019 0
Sua saúde

Adolescente tem que tomar vacina?

vacina
Desde pequenas, as crianças são levadas rigorosamente pelos pais para vacinar e garantir a imunidade contra vários problemas de saúde logo nos primeiros momentos de vida. Esse é um procedimento que dura pelo menos até os sete anos de idade.
A partir de então, é comum que muita gente ache que o cuidado se deu por encerrado. Mas na verdade, essa é apenas a primeira etapa de vacinação que deve ser cumprida: durante os próximos anos, ainda existem muitas doses obrigatórias para prevenir diferentes doenças.
Adolescente tem que tomar vacina? A resposta é sim! E neste artigo você entende melhor os motivos dessa necessidade.

A vacina na adolescência ainda é prevenção, e não tratamento

Na adolescência, a vacina deve continuar sendo vista como prevenção e não como tratamento. Algumas vacinas tomadas na infância recebem reforço mais tarde nessa fase da vida, enquanto outras têm que ser aplicadas conforme prescrição médica.
Nunca se sabe quando o indivíduo terá seu primeiro contato com certos microrganismos transmissores de doença e um ótimo exemplo disso é a febre amarela. Se a carteira de vacinação do adolescente não tiver sido completada na infância, ele também precisará tomar as doses faltantes de acordo com indicação profissional.
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Algumas vacinas protegem de doenças comuns entre os jovens

Certas doenças e vírus, especialmente sexualmente transmissíveis como o HPV, são mais comuns na adolescência. Existem vacinas específicas para essa prevenção que devem, portanto, ser tomadas nessa faixa etária.
Já corre uma discussão sólida para que nos próximos anos um calendário de vacina para adolescentes seja oficializado. É importante lembrar que algumas doenças, como a varíola, só se disseminaram a partir do momento em que a vacinação em massa aconteceu, então vale a pena manter a disciplina e cumprir as datas de vacina para qualquer tipo de doença.

As vacinas importantes na adolescência

Caso um adolescente não tenha como comprovar vacina ou não tenha sido vacinado da maneira correta na infância, algumas doses são indispensáveis nessa idade. As vacinas para hepatite B, difteria, tétano, sarampo, caxumba e rubéola são as principais.
Para HPV e Salk, recomenda-se a autorização de um médico, inclusive para falar a respeito do melhor laboratório para se tomar, visto que cada um desenvolve uma composição diferente para a dose. Outro ponto importante é observar a quantidade de doses para cada vacina: enquanto algumas apresentam dose única, outras vão de duas a três doses em intervalos pré-estipulados.
Há também vacinas que precisam ser reforçadas a cada 10 anos. Ou seja, todos nós continuamos a tomar vacinas até a idade adulta. Por fim, vale a pena mencionar as vacinas circunstanciais, como a de raiva, meningite, gripe e H1N1. Nunca é demais se manter informado acerca dessas doses pontuais.
Como é possível perceber, a vacina na adolescência é indispensável e as necessidades de saúde do jovem devem ser constantemente acompanhadas.  Esteja atento a campanhas e datas de vacinação para que seu filho receba a imunização adequada e continue a ter um desenvolvimento pleno.
Se você tiver dificuldades em manter tudo isso sob controle, tire as dúvidas durante as consultas periódicas do adolescente. E não se esqueça de que ele precisa ir ao médico durante uma quantidade específica de vezes ao ano. Para saber mais, continue acompanhando o nosso blog!
 

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ucascavel abril 8, 2019 0
Planos de saúde

Existe um plano de saúde que atende às necessidades da família?

plano de saúde
Cuidar bem da família é importante para a maioria das pessoas. Saber que o cônjuge ou que os filhos estão bem é uma parte essencial do cotidiano. Então, nada melhor do que ficar de olho na saúde para garantir que tudo está conforme o esperado.
Para realizar esse processo da maneira correta, o ideal é contratar um plano de saúde. Ele oferece todas as características de atendimento e faz leva ao máximo de proteção.
Mas, afinal, existe um plano que atenda às necessidades da família? A seguir, veja a resposta e entenda melhor a alternativa!

O que é o plano de saúde familiar?

Como o nome indica, o plano familiar tem uma cobertura que se estende aos parentes diretos. Ao contratar o seu, você leva toda a cobertura ao seu cônjuge, bem como aos filhos que já têm ou que pretendem ter.
Essa alternativa cobre os procedimentos previstos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Isso inclui consultas com diversos especialistas, cirurgias e exames.
Além disso, o plano de saúde pode ter a chamada coparticipação. Nesse caso, cada pessoa paga um valor simbólico ao marcar uma consulta, por exemplo. Assim, quem usa menos paga menos, o que leva a um bom equilíbrio para todos.

Quais são os seus benefícios?

Ter um plano de saúde é, principalmente, um ato de amor e de cuidado. A versão familiar garante que todos estejam protegidos contra acidentes e doenças. Caso seja necessário procurar um médico ou fazer um tratamento, o plano pode ajudar, caso haja a devida cobertura.
Para quem tem criança pequena isso é especialmente importante. Afinal, é comum que os filhos fiquem doentes com facilidade, o que gera imprevistos. Com essa cobertura, existe muito mais segurança e previsibilidade.
plano de saúde
A contratação também é importante para ajudar o orçamento doméstico. Em vez de pagar consultas e exames de emergência, você só precisa lidar com os valores previstos em contrato. Mesmo com a coparticipação, é muito vantajoso ter essa cobertura.
Para completar, é possível fazer um acompanhamento da saúde e evitar doenças. Com a orientação médica, é fácil ter uma vida mais saudável. Acima de tudo, é um jeito de ter tranquilidade e segurança no cotidiano. Afinal, você tem a certeza de que a família está protegida.

Como contratar um?

Para escolher o seu plano de saúde familiar é preciso pensar nas necessidades de todos. Como a cobertura é padronizada, aproveite para conhecer, também, a rede disponível e os serviços oferecidos.
Avalie, ainda, o atendimento da empresa e qual é o custo-benefício envolvido nesse processo. Coloque na balança o quanto você gasta hoje com o cuidado com a saúde e o quanto vai economizar com a contratação. Lembre-se, ainda, de ponderar os benefícios envolvidos.
Assim, fica muito mais fácil escolher a possibilidade adequada para as suas exigências, o que permite aproveitar ao máximo a oportunidade.
O plano saúde familiar é o ideal para atender a todos. Com uma boa contratação, você terá a certeza de contar com o apoio necessário para ter total tranquilidade!
Compartilhe este post nas suas redes sociais e ajude seus amigos a conhecerem essa possibilidade!
Para saber mais, continue acompanhando o nosso blog!
 

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ucascavel abril 3, 2019 0
Sua saúde

Adolescente precisa de plano de saúde?

plano de saúde
Ter uma casa própria, trocar de carro e fazer viagens inesquecíveis. Esses são objetivos considerados importantes por boa parte da população brasileira. Mas, essa sequência de planos ganhou mais um integrante nos últimos anos: o plano de saúde.
De acordo com a pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência, a pedido do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), o plano de saúde é o 3º maior desejo dos brasileiros, perdendo apenas para educação e compra da casa própria.
Mas, será que o plano de saúde é importante para todos os membros da família? Os adolescentes necessitam deste serviço? Quais as vantagens em ter um plano de saúde nesta faixa etária?
Essas são dúvidas comuns quando o assunto é plano de saúde para adolescentes. Por serem jovens e muitas vezes apresentarem uma “saúde de ferro”, muitos pais ficam em dúvida se devem ou não adquirir um plano de saúde para os filhos nessa faixa etária.
Mas, vale ressaltar que problemas de saúde, como obesidade, colesterol, diabetes e ansiedade estão cada vez mais comuns entre o público jovem, tornando o suporte médico muito importante nessa fase.
A seguir, vamos apresentar alguns motivos que mostram a importância do plano de saúde na adolescência. Confira!
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Acompanhamento médico durante fase importante do desenvolvimento dos jovens

A adolescência é um período muito importante para o desenvolvimento dos jovens. Mudanças físicas e psicológicas marcam a transição da infância para a vida adulta. Por isso, o acompanhamento médico é fundamental nessa faixa etária.
Quando o jovem tem acesso a um plano de saúde, ele consegue manter a sua rotina de consultas e exames em dia. Se tudo anda bem, as visitas ao clínico geral costumam ser anuais, bem como os check-ups. Caso o jovem apresente algum problema de saúde, a frequência das consultas pode ser um pouco maior. Além disso, dependendo do caso, o clínico geral pode encaminhar o jovem para especialistas que darão continuidade ao tratamento.
O plano de saúde também permite que as adolescentes façam o acompanhamento com o médico ginecologista e realizem todos os exames de rotina, que são essenciais para prevenir e tratar possíveis doenças.
Outro diferencial importante do acompanhamento médico na adolescência é que os profissionais da saúde também ajudam os jovens a entenderem as mudanças ocorridas no corpo e na mente, além de esclarecer dúvidas que são comuns nessa fase.

Plano de saúde: segurança e tranquilidade em situações emergenciais

Crianças, adolescentes e adultos não estão imunes aos imprevistos. E quando o assunto é saúde, é preciso estar preparado para os casos de emergência. Quando o adolescente possui um plano de saúde, tanto ele quanto os papais ficam mais tranquilos e seguros em situações de emergência, pois os melhores convênios oferecem ótimas opções de hospitais com pronto-atendimento, garantindo um suporte médico rápido e eficaz quando o jovem mais precisa.
No artigo de hoje, mostramos que o plano de saúde é muito importante para os adolescentes, pois permite um acompanhamento de qualidade durante o seu desenvolvimento e ainda proporciona mais tranquilidade em situações emergenciais.
Aproveite e veja também em nosso blog o post que mostra as atividades físicas que as crianças mais gostam.

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ucascavel março 27, 2019 0
Sua saúde

Veja por que a vacinação infantil é tão importante para o seu filho

vacinação infantil
Há décadas, a vacinação infantil surgiu como a solução para uma série de doenças que preocupavam a população a nível mundial, como sarampo, rubéola e paralisia infantil. Com base em estudos e análises de especialistas da área da saúde, foram desenvolvidas diversas vacinas confiáveis e com um ótimo desempenho.
No entanto, a vacinação infantil vem apresentando uma queda preocupante nos últimos anos no Brasil. De acordo com dados do PNI (Programa Nacional de Imunizações), a vacinação de crianças no país atinge o índice mais baixo dos últimos 16 anos.
Vários fatores levaram a essa redução, sendo que o principal está relacionado aos boatos envolvendo possíveis riscos da vacinação infantil. Com medo de prejudicar a saúde dos filhos, muitos pais ficaram em dúvida se devem ou não seguir a vacinação infantil.
A seguir, vamos mostrar porque a vacinação infantil é importantíssima para o desenvolvimento saudável dos bebês e crianças. Confira!

Entenda o que é vacina

A vacinação infantil é bastante conhecida pelo público em geral, porém é preciso entender qual o objetivo dessa imunização. Criada entre os séculos XVIII e XIX, a vacina é um tipo de medicamento que tem o objetivo de impedir que a criança tenha determinada doença. A função da vacina é criar uma reação no sistema imunológico, que estimula a produção dos anticorpos e torna o corpo imune àquela doença.
vacinação infantil
Esse procedimento de prevenção é muito mais eficaz, fácil e barato do que permanecer vulnerável a doenças graves, que por mais que tenham tratamento podem comprometer a saúde e a qualidade de vida dos pacientes.

Conheça a importância da vacinação infantil

Como mencionado, nos últimos anos houve uma redução significativa da imunização de crianças e bebês. Optar por não aderir à vacinação infantil é uma decisão dos pais, que muitas vezes é baseada em informações desencontradas. Por isso, antes de tomar qualquer decisão é importante buscar por dados de fontes confiáveis.
Essa dúvida está impulsionando o retorno de doenças que estavam erradicadas no país, como difteria, rubéola e sarampo. A vacinação infantil é eficaz e segura na prevenção dessas e de outras doenças consideradas graves, garantindo que a criança tenha um desenvolvimento saudável.
A questão dos efeitos colaterais é algo que preocupa os pais, porém especialistas da área da saúde garantem que em boa parte dos casos esses efeitos são leves e sem maiores riscos. Vale lembrar que quase todos os remédios consumidos podem oferecer reações adversas, assim como a vacinação infantil. Mas, os ganhos da prevenção são amplamente maiores se comparados com as consequências das doenças graves.
Reunimos no artigo de hoje informações importantes sobre a prevenção de doenças por meio da vacinação infantil, um método seguro, eficaz e de fácil acesso para a população. Em casos de dúvidas, procure pelo suporte do seu médico de confiança, ele poderá te orientar da melhor forma possível, focando sempre na saúde e bem-estar da criança.
Se você quer continuar ampliando os seus conhecimentos sobre saúde da família, veja em nosso blog o post que mostra as principais causas da diabetes infantil.

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ucascavel março 25, 2019 0
Sua saúde

6 doenças que podem ser evitadas com a vacinação infantil

vacinação infantil
A vacinação infantil deve ser uma das prioridades de pais e responsáveis. Esse processo garante a imunização completa contra diversas doenças — inclusive, algumas são consideradas erradicadas.
Até os 5 anos, é comum que a criança precise passar por várias etapas de vacinação, até que esteja completamente imunizada. Depois dessa idade, há outras campanhas e até há as eletivas.
Para entender melhor a importância da vacinação infantil, veja quais são 6 doenças infantis que podem ser evitadas por esse processo.

1. A poliomielite está entre as de maior importância

A poliomielite é uma das mais graves doenças que afeta as crianças. É transmitida por um vírus e é marcada por diversos tipos de paralisia — principalmente, na região das pernas.
Por causa dos seus impactos, é conhecida como “paralisia infantil” e não tem cura. Ocorre tanto pelo contato direto com alguém infectado quanto com objetos ou água contaminada.

2. O sarampo também é prevenido com a vacinação infantil

O sarampo é transmitido por vírus e é caracterizado por uma infecção cutânea grave. Além da sensação intensa de coceira, gera tosse, dores de garganta e febre alta.
É muito contagioso e não há tratamento específico — é preciso controlar os sintomas e esperar que o vírus perca a sua atividade. É transmitido por secreções contaminadas e, sem os cuidados, pode causar cegueira e até a morte.

3. A tuberculose é mais uma evitada pelo processo

A tuberculose é uma infecção bacteriana, mas que é facilmente prevenida pela vacinação infantil. É muito contagiosa e, normalmente, afeta os pulmões.
Os sintomas comuns incluem tosse (que pode conter sangue), tontura e até anemia. O tratamento é longo e agressivo, pois usa muitos antibióticos. Mesmo com a evolução da medicina, ainda é uma doença com alto potencial letal. No Brasil, são mais de 4 mil mortes por ano.
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4. A coqueluche fica longe dos pequenos graças à vacina

Também conhecida como “tosse comprida”, a coqueluche afeta diretamente o sistema pulmonar e respiratório. É muito contagiosa e do tipo bacteriana.
A tosse é bastante intensa e ainda gera impactos como nariz entupido, febre e sensação de cansaço. Sem o devido tratamento, há o risco de insuficiência respiratória — principalmente em bebês. O contato direto com secreções contaminadas é o principal motivo do contágio.

5. A meningite e a pneumonia são prevenidas com a mesma dose

A Haemophilus influenzae B é uma bactéria muito perigosa, especialmente em crianças. Ela atinge os pequenos com até 5 anos e gera diversas infecções, do nariz ao pulmão. Por causa da sua atuação rápida, pode levar à pneumonia e à meningite.
A mesma opção da vacinação infantil é capaz de conter essas duas doenças, que provocam dores de cabeça, tosse, coriza, perda de apetite e erupções na pele. Se não forem tratadas, são duas condições com potencial de levar à morte.

6. A administração correta de vacinas ainda afasta a hepatite B

A hepatite B é uma infecção causada por um vírus que ataca o fígado. O órgão fica inflamado e pode até sofrer lesões.
Entre os sintomas, estão os olhos e a pele amarelada, a fadiga e a dor abdominal. Se o quadro não for tratado corretamente, ocorre a cirrose e até a necessidade de um transplante.
A vacinação infantil é crucial para evitar diversa\s doenças e suas consequências. Além dessas apresentadas, há outros quadros que são afastados, como difteria, febre amarela, caxumba, catapora e tétano. Portanto, não abra mão dessa imunização essencial.
Se quiser outras orientações para cuidar da saúde da família, curta a nossa página no Facebook e continue acompanhando o nosso blog!
 

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ucascavel março 20, 2019 0
Sua saúde

4 formas de cuidar da saúde na família

saúde da família
Uma vida feliz inclui saúde e disposição para realizar as atividades. Para que isso seja possível, uma das preocupações tem que ser com a saúde da família. Com a atenção correta, pode-se garantir que todos estejam preparados para curtir o cotidiano da melhor maneira.
Muitos desses cuidados, inclusive, começam logo cedo, ainda na infância. Para quem tem filhos, certas preocupações devem ser implementadas desde já para aumentar as chances de uma vida mais saudável em todos os aspectos.
Para tirar as dúvidas, veja 4 formas de cuidar da saúde da família!

1. Dê atenção à alimentação saudável

Se cada um é o que come, dar atenção à alimentação é o primeiro passo para conseguir mais qualidade de vida. Nesse sentido, é essencial diminuir a quantidade açúcar, sal e de gorduras ruins. Também é preciso consumir vegetais frescos, carnes magras e equilibrar o prato.
Dar preferência para produtos naturais, em relação aos industrializados, é a melhor escolha. Com opções adequadas, é possível evitar problemas como diabetes, obesidade e hipertensão. Para construir um bom paladar, as crianças devem ser expostas desde cedo a bons alimentos e hábitos adequados.

2. Estimule a prática de exercícios físicos

Outra forma de cuidar da saúde da família consiste em eliminar de vez o sedentarismo. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, o ideal é praticar 150 minutos de exercícios físicos de intensidade moderada. Isso dá apenas 30 minutos para cada dia útil, o que é viável de ser executado.
saúde da família
Uma forma de tornar tudo mais divertido é se movimentar em família. Ir ao parque com para que as crianças andem de bicicleta é um ótimo jeito de não ficar parado. Também vale praticar atividades como natação, corrida, dança e assim por diante.

3. Evite certos hábitos para não prejudicar a saúde da família

Há algumas atitudes que prejudicam a tarefa de ter uma vida saudável. Então, é fundamental evitá-las para que os problemas não se tornem ainda maiores. Entre os casos, estão o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, o tabagismo e até a falta de sono adequado.
No mundo moderno, a tecnologia pode ser parceira ou vilã. Para que ela não cause impactos negativos no bem-estar, é importante não ficar tempo demais em frente às telas, como do computador ou da TV. Todas essas atitudes inspiram, inclusive, as crianças e melhoram a qualidade de vida.

4. Tenha um plano de saúde para toda a família

A visita regular aos médicos especialistas, a vacinação e a realização de exames são apenas algumas medidas necessárias. As ações garantem que a saúde da família esteja sempre em dia, então não devem ser ignoradas.
Para facilitar o acesso, o ideal é ter um plano de saúde que inclua os integrantes. Com um sistema de coparticipação, por exemplo, é mais barato consultar especialistas e fazer acompanhamentos. Assim, todos conseguem dar a atenção devida para as necessidades do organismo!
Ao implementar essas dicas, cuidar da saúde da família fica mais fácil. Como resultado, é possível obter segurança, bem-estar e muita qualidade de vida!
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ucascavel março 18, 2019 0
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