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Saiba quanto custa um plano de saúde familiar

plano de saúde familiar
O plano de saúde familiar é a melhor alternativa para cuidar de quem você ama. Ele estende a cobertura de procedimentos e exames para todos os beneficiários, como cônjuges e filhos. Por isso, é uma opção cada vez mais procurada entre quem deseja ter maior segurança.
Ao mesmo tempo, os custos preocupam quem tenta fazer tudo se encaixar no orçamento. Conhecer os valores previamente, portanto, é um jeito de se planejar para realizar a melhor contratação.
Para que não restem dúvidas, descubra quanto custa um plano de saúde familiar e entenda se essa alternativa é viável para o seu orçamento.

Afinal, quanto custa esse plano?

O preço cobrado por um plano do tipo varia de acordo com diversas características. Uma rede credenciada maior ou serviços diferenciados, normalmente, elevam o custo. Além disso, empresas de qualidade e que sejam seguras têm um preço médio bem definido. Já empreendimentos duvidosos podem cobrar um valor menor, mas não oferecem o desempenho esperado.
Para ter noção de quanto será preciso pagar o melhor é entrar em contato com a operadora e fazer uma simulação. Ao considerar todo o histórico de saúde, o total de beneficiários e as outras características é possível chegar ao número. Trata-se, portanto, de algo individual para cada necessidade.

Qual é o impacto do custo benefício do plano de saúde familiar?

Mais que apenas olhar os valores que devem ser pagos ao final do mês é muito importante considerar todos os benefícios dessa contratação. Ao analisar o custo-benefício, fica fácil entender por que essa alternativa pode, na verdade, ajudar a reduzir o impacto financeiro.
plano de saúde familiar
Em primeiro lugar, contar com a proteção do plano de saúde traz tranquilidade, o que apresenta um valor inestimável. Saber que todos da família estarão seguros e com a saúde em dia diminui o estresse e melhora a qualidade de vida.
Além disso, é possível realizar acompanhamentos de rotina ou mesmo de doenças crônicas. Trata-se de uma forma de evitar imprevistos de saúde, como crises agudas, internações ou cirurgias. Com isso, há uma redução no valor a ser pago — e, pior, que surge de maneira imprevista.
Para completar, o custo mensal do plano de saúde familiar é muito menor que os gastos com consultas, exames e procedimentos completos. Principalmente quem tem criança pequena sabe que as despesas são elevadas, então a escolha dessa possibilidade é ideal para melhorar a gestão das finanças.

Por que a coparticipação é benéfica quanto aos gastos?

Um dos aspectos que mais impactam o custo do plano de saúde familiar é a existência ou não de coparticipação. Nessa modalidade, os beneficiários pagam um valor simbólico a cada vez que marcam uma consulta, por exemplo.
Na prática, é um jeito de fazer com que quem usa mais, gaste um pouco mais. Já quem não utiliza com tanta intensidade tem a chance de pagar um total menor e adequado às próprias necessidades.
Portanto, os que trazem coparticipação, normalmente, são bem mais em conta e permitem que o orçamento fique sob controle.
O valor do plano de saúde familiar depende de algumas variáveis. Portanto, é fundamental fazer uma simulação e, principalmente, considerar o custo-benefício para tomar a decisão adequada.
Se quiser fazer ótimas escolhas e ter outras dicas, curta a nossa página no Facebook e continue acompanhando o nosso blog.
 

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ucascavel abril 10, 2019 0
Sua saúde

Adolescente tem que tomar vacina?

vacina
Desde pequenas, as crianças são levadas rigorosamente pelos pais para vacinar e garantir a imunidade contra vários problemas de saúde logo nos primeiros momentos de vida. Esse é um procedimento que dura pelo menos até os sete anos de idade.
A partir de então, é comum que muita gente ache que o cuidado se deu por encerrado. Mas na verdade, essa é apenas a primeira etapa de vacinação que deve ser cumprida: durante os próximos anos, ainda existem muitas doses obrigatórias para prevenir diferentes doenças.
Adolescente tem que tomar vacina? A resposta é sim! E neste artigo você entende melhor os motivos dessa necessidade.

A vacina na adolescência ainda é prevenção, e não tratamento

Na adolescência, a vacina deve continuar sendo vista como prevenção e não como tratamento. Algumas vacinas tomadas na infância recebem reforço mais tarde nessa fase da vida, enquanto outras têm que ser aplicadas conforme prescrição médica.
Nunca se sabe quando o indivíduo terá seu primeiro contato com certos microrganismos transmissores de doença e um ótimo exemplo disso é a febre amarela. Se a carteira de vacinação do adolescente não tiver sido completada na infância, ele também precisará tomar as doses faltantes de acordo com indicação profissional.
vacina

Algumas vacinas protegem de doenças comuns entre os jovens

Certas doenças e vírus, especialmente sexualmente transmissíveis como o HPV, são mais comuns na adolescência. Existem vacinas específicas para essa prevenção que devem, portanto, ser tomadas nessa faixa etária.
Já corre uma discussão sólida para que nos próximos anos um calendário de vacina para adolescentes seja oficializado. É importante lembrar que algumas doenças, como a varíola, só se disseminaram a partir do momento em que a vacinação em massa aconteceu, então vale a pena manter a disciplina e cumprir as datas de vacina para qualquer tipo de doença.

As vacinas importantes na adolescência

Caso um adolescente não tenha como comprovar vacina ou não tenha sido vacinado da maneira correta na infância, algumas doses são indispensáveis nessa idade. As vacinas para hepatite B, difteria, tétano, sarampo, caxumba e rubéola são as principais.
Para HPV e Salk, recomenda-se a autorização de um médico, inclusive para falar a respeito do melhor laboratório para se tomar, visto que cada um desenvolve uma composição diferente para a dose. Outro ponto importante é observar a quantidade de doses para cada vacina: enquanto algumas apresentam dose única, outras vão de duas a três doses em intervalos pré-estipulados.
Há também vacinas que precisam ser reforçadas a cada 10 anos. Ou seja, todos nós continuamos a tomar vacinas até a idade adulta. Por fim, vale a pena mencionar as vacinas circunstanciais, como a de raiva, meningite, gripe e H1N1. Nunca é demais se manter informado acerca dessas doses pontuais.
Como é possível perceber, a vacina na adolescência é indispensável e as necessidades de saúde do jovem devem ser constantemente acompanhadas.  Esteja atento a campanhas e datas de vacinação para que seu filho receba a imunização adequada e continue a ter um desenvolvimento pleno.
Se você tiver dificuldades em manter tudo isso sob controle, tire as dúvidas durante as consultas periódicas do adolescente. E não se esqueça de que ele precisa ir ao médico durante uma quantidade específica de vezes ao ano. Para saber mais, continue acompanhando o nosso blog!
 

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ucascavel abril 8, 2019 0
Planos de saúde

Existe um plano de saúde que atende às necessidades da família?

plano de saúde
Cuidar bem da família é importante para a maioria das pessoas. Saber que o cônjuge ou que os filhos estão bem é uma parte essencial do cotidiano. Então, nada melhor do que ficar de olho na saúde para garantir que tudo está conforme o esperado.
Para realizar esse processo da maneira correta, o ideal é contratar um plano de saúde. Ele oferece todas as características de atendimento e faz leva ao máximo de proteção.
Mas, afinal, existe um plano que atenda às necessidades da família? A seguir, veja a resposta e entenda melhor a alternativa!

O que é o plano de saúde familiar?

Como o nome indica, o plano familiar tem uma cobertura que se estende aos parentes diretos. Ao contratar o seu, você leva toda a cobertura ao seu cônjuge, bem como aos filhos que já têm ou que pretendem ter.
Essa alternativa cobre os procedimentos previstos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Isso inclui consultas com diversos especialistas, cirurgias e exames.
Além disso, o plano de saúde pode ter a chamada coparticipação. Nesse caso, cada pessoa paga um valor simbólico ao marcar uma consulta, por exemplo. Assim, quem usa menos paga menos, o que leva a um bom equilíbrio para todos.

Quais são os seus benefícios?

Ter um plano de saúde é, principalmente, um ato de amor e de cuidado. A versão familiar garante que todos estejam protegidos contra acidentes e doenças. Caso seja necessário procurar um médico ou fazer um tratamento, o plano pode ajudar, caso haja a devida cobertura.
Para quem tem criança pequena isso é especialmente importante. Afinal, é comum que os filhos fiquem doentes com facilidade, o que gera imprevistos. Com essa cobertura, existe muito mais segurança e previsibilidade.
plano de saúde
A contratação também é importante para ajudar o orçamento doméstico. Em vez de pagar consultas e exames de emergência, você só precisa lidar com os valores previstos em contrato. Mesmo com a coparticipação, é muito vantajoso ter essa cobertura.
Para completar, é possível fazer um acompanhamento da saúde e evitar doenças. Com a orientação médica, é fácil ter uma vida mais saudável. Acima de tudo, é um jeito de ter tranquilidade e segurança no cotidiano. Afinal, você tem a certeza de que a família está protegida.

Como contratar um?

Para escolher o seu plano de saúde familiar é preciso pensar nas necessidades de todos. Como a cobertura é padronizada, aproveite para conhecer, também, a rede disponível e os serviços oferecidos.
Avalie, ainda, o atendimento da empresa e qual é o custo-benefício envolvido nesse processo. Coloque na balança o quanto você gasta hoje com o cuidado com a saúde e o quanto vai economizar com a contratação. Lembre-se, ainda, de ponderar os benefícios envolvidos.
Assim, fica muito mais fácil escolher a possibilidade adequada para as suas exigências, o que permite aproveitar ao máximo a oportunidade.
O plano saúde familiar é o ideal para atender a todos. Com uma boa contratação, você terá a certeza de contar com o apoio necessário para ter total tranquilidade!
Compartilhe este post nas suas redes sociais e ajude seus amigos a conhecerem essa possibilidade!
Para saber mais, continue acompanhando o nosso blog!
 

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ucascavel abril 3, 2019 0
Sua saúde

Adolescente precisa de plano de saúde?

plano de saúde
Ter uma casa própria, trocar de carro e fazer viagens inesquecíveis. Esses são objetivos considerados importantes por boa parte da população brasileira. Mas, essa sequência de planos ganhou mais um integrante nos últimos anos: o plano de saúde.
De acordo com a pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência, a pedido do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), o plano de saúde é o 3º maior desejo dos brasileiros, perdendo apenas para educação e compra da casa própria.
Mas, será que o plano de saúde é importante para todos os membros da família? Os adolescentes necessitam deste serviço? Quais as vantagens em ter um plano de saúde nesta faixa etária?
Essas são dúvidas comuns quando o assunto é plano de saúde para adolescentes. Por serem jovens e muitas vezes apresentarem uma “saúde de ferro”, muitos pais ficam em dúvida se devem ou não adquirir um plano de saúde para os filhos nessa faixa etária.
Mas, vale ressaltar que problemas de saúde, como obesidade, colesterol, diabetes e ansiedade estão cada vez mais comuns entre o público jovem, tornando o suporte médico muito importante nessa fase.
A seguir, vamos apresentar alguns motivos que mostram a importância do plano de saúde na adolescência. Confira!
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Acompanhamento médico durante fase importante do desenvolvimento dos jovens

A adolescência é um período muito importante para o desenvolvimento dos jovens. Mudanças físicas e psicológicas marcam a transição da infância para a vida adulta. Por isso, o acompanhamento médico é fundamental nessa faixa etária.
Quando o jovem tem acesso a um plano de saúde, ele consegue manter a sua rotina de consultas e exames em dia. Se tudo anda bem, as visitas ao clínico geral costumam ser anuais, bem como os check-ups. Caso o jovem apresente algum problema de saúde, a frequência das consultas pode ser um pouco maior. Além disso, dependendo do caso, o clínico geral pode encaminhar o jovem para especialistas que darão continuidade ao tratamento.
O plano de saúde também permite que as adolescentes façam o acompanhamento com o médico ginecologista e realizem todos os exames de rotina, que são essenciais para prevenir e tratar possíveis doenças.
Outro diferencial importante do acompanhamento médico na adolescência é que os profissionais da saúde também ajudam os jovens a entenderem as mudanças ocorridas no corpo e na mente, além de esclarecer dúvidas que são comuns nessa fase.

Plano de saúde: segurança e tranquilidade em situações emergenciais

Crianças, adolescentes e adultos não estão imunes aos imprevistos. E quando o assunto é saúde, é preciso estar preparado para os casos de emergência. Quando o adolescente possui um plano de saúde, tanto ele quanto os papais ficam mais tranquilos e seguros em situações de emergência, pois os melhores convênios oferecem ótimas opções de hospitais com pronto-atendimento, garantindo um suporte médico rápido e eficaz quando o jovem mais precisa.
No artigo de hoje, mostramos que o plano de saúde é muito importante para os adolescentes, pois permite um acompanhamento de qualidade durante o seu desenvolvimento e ainda proporciona mais tranquilidade em situações emergenciais.
Aproveite e veja também em nosso blog o post que mostra as atividades físicas que as crianças mais gostam.

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ucascavel março 27, 2019 0
Sua saúde

Veja por que a vacinação infantil é tão importante para o seu filho

vacinação infantil
Há décadas, a vacinação infantil surgiu como a solução para uma série de doenças que preocupavam a população a nível mundial, como sarampo, rubéola e paralisia infantil. Com base em estudos e análises de especialistas da área da saúde, foram desenvolvidas diversas vacinas confiáveis e com um ótimo desempenho.
No entanto, a vacinação infantil vem apresentando uma queda preocupante nos últimos anos no Brasil. De acordo com dados do PNI (Programa Nacional de Imunizações), a vacinação de crianças no país atinge o índice mais baixo dos últimos 16 anos.
Vários fatores levaram a essa redução, sendo que o principal está relacionado aos boatos envolvendo possíveis riscos da vacinação infantil. Com medo de prejudicar a saúde dos filhos, muitos pais ficaram em dúvida se devem ou não seguir a vacinação infantil.
A seguir, vamos mostrar porque a vacinação infantil é importantíssima para o desenvolvimento saudável dos bebês e crianças. Confira!

Entenda o que é vacina

A vacinação infantil é bastante conhecida pelo público em geral, porém é preciso entender qual o objetivo dessa imunização. Criada entre os séculos XVIII e XIX, a vacina é um tipo de medicamento que tem o objetivo de impedir que a criança tenha determinada doença. A função da vacina é criar uma reação no sistema imunológico, que estimula a produção dos anticorpos e torna o corpo imune àquela doença.
vacinação infantil
Esse procedimento de prevenção é muito mais eficaz, fácil e barato do que permanecer vulnerável a doenças graves, que por mais que tenham tratamento podem comprometer a saúde e a qualidade de vida dos pacientes.

Conheça a importância da vacinação infantil

Como mencionado, nos últimos anos houve uma redução significativa da imunização de crianças e bebês. Optar por não aderir à vacinação infantil é uma decisão dos pais, que muitas vezes é baseada em informações desencontradas. Por isso, antes de tomar qualquer decisão é importante buscar por dados de fontes confiáveis.
Essa dúvida está impulsionando o retorno de doenças que estavam erradicadas no país, como difteria, rubéola e sarampo. A vacinação infantil é eficaz e segura na prevenção dessas e de outras doenças consideradas graves, garantindo que a criança tenha um desenvolvimento saudável.
A questão dos efeitos colaterais é algo que preocupa os pais, porém especialistas da área da saúde garantem que em boa parte dos casos esses efeitos são leves e sem maiores riscos. Vale lembrar que quase todos os remédios consumidos podem oferecer reações adversas, assim como a vacinação infantil. Mas, os ganhos da prevenção são amplamente maiores se comparados com as consequências das doenças graves.
Reunimos no artigo de hoje informações importantes sobre a prevenção de doenças por meio da vacinação infantil, um método seguro, eficaz e de fácil acesso para a população. Em casos de dúvidas, procure pelo suporte do seu médico de confiança, ele poderá te orientar da melhor forma possível, focando sempre na saúde e bem-estar da criança.
Se você quer continuar ampliando os seus conhecimentos sobre saúde da família, veja em nosso blog o post que mostra as principais causas da diabetes infantil.

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ucascavel março 25, 2019 0
Sua saúde

6 doenças que podem ser evitadas com a vacinação infantil

vacinação infantil
A vacinação infantil deve ser uma das prioridades de pais e responsáveis. Esse processo garante a imunização completa contra diversas doenças — inclusive, algumas são consideradas erradicadas.
Até os 5 anos, é comum que a criança precise passar por várias etapas de vacinação, até que esteja completamente imunizada. Depois dessa idade, há outras campanhas e até há as eletivas.
Para entender melhor a importância da vacinação infantil, veja quais são 6 doenças infantis que podem ser evitadas por esse processo.

1. A poliomielite está entre as de maior importância

A poliomielite é uma das mais graves doenças que afeta as crianças. É transmitida por um vírus e é marcada por diversos tipos de paralisia — principalmente, na região das pernas.
Por causa dos seus impactos, é conhecida como “paralisia infantil” e não tem cura. Ocorre tanto pelo contato direto com alguém infectado quanto com objetos ou água contaminada.

2. O sarampo também é prevenido com a vacinação infantil

O sarampo é transmitido por vírus e é caracterizado por uma infecção cutânea grave. Além da sensação intensa de coceira, gera tosse, dores de garganta e febre alta.
É muito contagioso e não há tratamento específico — é preciso controlar os sintomas e esperar que o vírus perca a sua atividade. É transmitido por secreções contaminadas e, sem os cuidados, pode causar cegueira e até a morte.

3. A tuberculose é mais uma evitada pelo processo

A tuberculose é uma infecção bacteriana, mas que é facilmente prevenida pela vacinação infantil. É muito contagiosa e, normalmente, afeta os pulmões.
Os sintomas comuns incluem tosse (que pode conter sangue), tontura e até anemia. O tratamento é longo e agressivo, pois usa muitos antibióticos. Mesmo com a evolução da medicina, ainda é uma doença com alto potencial letal. No Brasil, são mais de 4 mil mortes por ano.
vacinação infantil

4. A coqueluche fica longe dos pequenos graças à vacina

Também conhecida como “tosse comprida”, a coqueluche afeta diretamente o sistema pulmonar e respiratório. É muito contagiosa e do tipo bacteriana.
A tosse é bastante intensa e ainda gera impactos como nariz entupido, febre e sensação de cansaço. Sem o devido tratamento, há o risco de insuficiência respiratória — principalmente em bebês. O contato direto com secreções contaminadas é o principal motivo do contágio.

5. A meningite e a pneumonia são prevenidas com a mesma dose

A Haemophilus influenzae B é uma bactéria muito perigosa, especialmente em crianças. Ela atinge os pequenos com até 5 anos e gera diversas infecções, do nariz ao pulmão. Por causa da sua atuação rápida, pode levar à pneumonia e à meningite.
A mesma opção da vacinação infantil é capaz de conter essas duas doenças, que provocam dores de cabeça, tosse, coriza, perda de apetite e erupções na pele. Se não forem tratadas, são duas condições com potencial de levar à morte.

6. A administração correta de vacinas ainda afasta a hepatite B

A hepatite B é uma infecção causada por um vírus que ataca o fígado. O órgão fica inflamado e pode até sofrer lesões.
Entre os sintomas, estão os olhos e a pele amarelada, a fadiga e a dor abdominal. Se o quadro não for tratado corretamente, ocorre a cirrose e até a necessidade de um transplante.
A vacinação infantil é crucial para evitar diversa\s doenças e suas consequências. Além dessas apresentadas, há outros quadros que são afastados, como difteria, febre amarela, caxumba, catapora e tétano. Portanto, não abra mão dessa imunização essencial.
Se quiser outras orientações para cuidar da saúde da família, curta a nossa página no Facebook e continue acompanhando o nosso blog!
 

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ucascavel março 20, 2019 0
Sua saúde

4 formas de cuidar da saúde na família

saúde da família
Uma vida feliz inclui saúde e disposição para realizar as atividades. Para que isso seja possível, uma das preocupações tem que ser com a saúde da família. Com a atenção correta, pode-se garantir que todos estejam preparados para curtir o cotidiano da melhor maneira.
Muitos desses cuidados, inclusive, começam logo cedo, ainda na infância. Para quem tem filhos, certas preocupações devem ser implementadas desde já para aumentar as chances de uma vida mais saudável em todos os aspectos.
Para tirar as dúvidas, veja 4 formas de cuidar da saúde da família!

1. Dê atenção à alimentação saudável

Se cada um é o que come, dar atenção à alimentação é o primeiro passo para conseguir mais qualidade de vida. Nesse sentido, é essencial diminuir a quantidade açúcar, sal e de gorduras ruins. Também é preciso consumir vegetais frescos, carnes magras e equilibrar o prato.
Dar preferência para produtos naturais, em relação aos industrializados, é a melhor escolha. Com opções adequadas, é possível evitar problemas como diabetes, obesidade e hipertensão. Para construir um bom paladar, as crianças devem ser expostas desde cedo a bons alimentos e hábitos adequados.

2. Estimule a prática de exercícios físicos

Outra forma de cuidar da saúde da família consiste em eliminar de vez o sedentarismo. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, o ideal é praticar 150 minutos de exercícios físicos de intensidade moderada. Isso dá apenas 30 minutos para cada dia útil, o que é viável de ser executado.
saúde da família
Uma forma de tornar tudo mais divertido é se movimentar em família. Ir ao parque com para que as crianças andem de bicicleta é um ótimo jeito de não ficar parado. Também vale praticar atividades como natação, corrida, dança e assim por diante.

3. Evite certos hábitos para não prejudicar a saúde da família

Há algumas atitudes que prejudicam a tarefa de ter uma vida saudável. Então, é fundamental evitá-las para que os problemas não se tornem ainda maiores. Entre os casos, estão o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, o tabagismo e até a falta de sono adequado.
No mundo moderno, a tecnologia pode ser parceira ou vilã. Para que ela não cause impactos negativos no bem-estar, é importante não ficar tempo demais em frente às telas, como do computador ou da TV. Todas essas atitudes inspiram, inclusive, as crianças e melhoram a qualidade de vida.

4. Tenha um plano de saúde para toda a família

A visita regular aos médicos especialistas, a vacinação e a realização de exames são apenas algumas medidas necessárias. As ações garantem que a saúde da família esteja sempre em dia, então não devem ser ignoradas.
Para facilitar o acesso, o ideal é ter um plano de saúde que inclua os integrantes. Com um sistema de coparticipação, por exemplo, é mais barato consultar especialistas e fazer acompanhamentos. Assim, todos conseguem dar a atenção devida para as necessidades do organismo!
Ao implementar essas dicas, cuidar da saúde da família fica mais fácil. Como resultado, é possível obter segurança, bem-estar e muita qualidade de vida!
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ucascavel março 18, 2019 0
Sua saúde

Quantas vezes a criança deve ir ao médico por ano?

ir ao médico
Levar as crianças ao médico com regularidade é uma forma bem conveniente de avaliar seu desenvolvimento, prevenir doenças e diagnosticar alguns males antes que sejam mais difíceis de tratar. Um bom acompanhamento durante os primeiros anos de vida é importante para que ela se torne um adulto saudável.
Afinal, durante a infância elas estão em constante transformação. Por isso, garantir que tudo está indo bem é fundamental. No entanto, muitas pessoas têm dúvidas sobre a frequência que essas visitas devem ter. Se esse é o seu caso, fique tranquilo: leia mais e descubra quantas vezes por ano seu filho deve ir ao médico.

Entenda quando as crianças devem ir ao médico

Quando algo vai mal, conseguir uma consulta com o pediatra da criança passa a ser uma prioridade. No entanto, é comum que o acompanhamento periódico não seja realizado adequadamente. E são vários fatores que contribuem para isso. A falta de informação e a rotina agitada são apenas algumas delas.
Durante a infância as visitas ao consultório devem ser mais frequentes, e isso vai variar muito conforme a idade da criança. Continue lendo e entenda mais.

As crianças recém-nascidas e crianças até um ano

Bebês recém-nascidos precisam ir ao médico duas semanas após a alta do hospital. O profissional vai avaliar o quadro geral do recém-nascido, tirar dúvidas e dar orientações sobre os cuidados com o bebê.
Se tudo estiver bem, nos dois meses seguintes a criança deverá ir ao pediatra uma vez por mês. Então, deverá fazer novas visitas aos 4, 6, 9 e 12 meses. Porém, se durante esse período a criança adoecer ou apresentar problemas, deverão ser feitas quantas visitas forem necessárias.
ir ao médico

Os bebês a partir de um ano

Depois de completar um ano, o ideal é que o bebê vá ao médico uma vez a cada três meses. No entanto, caso não seja possível, ele deve ir ao médico pelo menos com 15 meses e após, aos 18 meses (com um ano e meio).
Conforme for crescendo, as consultas vão ficando mais espaçadas. Aproximadamente dos 3 aos 7 anos de idade, é recomendado que ele visite o consultório a cada 6 meses. A partir de então as consultas podem ser anuais.

Crianças e adolescentes entre 10 e 15 anos

Nessa fase a criança começa a entrar na puberdade. Por isso, deve ser avaliado o estado geral da pessoa, assim como suas taxas hormonais e outros fatores relevantes. No caso das meninas, é comum que ocorra a menarca, a primeira menstruação. Nesse caso, é importante que seja levada a um ginecologista a fim de que receba as devidas orientações.
Vale lembrar que os anos anteriores à adolescência são muito importantes. Neles ocorrem variações hormonais intensas, mudanças no corpo e uma série de outras modificações afetivas que podem afetar a saúde de uma maneira geral. Levar a criança ao médico a ajuda muito a passar por essa fase de uma maneira mais suave e garante seu adequado desenvolvimento.
É claro que seu médico vai passar todas as informações necessárias sobre a periodicidade das consultas. Tudo vai depender do desenvolvimento da criança e de seu estado geral de saúde. No entanto, é importante ter essas informações como base para que você não fique muito perdido antes de ir ao médico. Mantenha-se sempre atento à saúde e bem-estar das crianças e não hesite em marcar uma consulta caso algo esteja parecendo errado.
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ucascavel março 13, 2019 0
Sua saúde

Doenças respiratórias: por que elas são recorrentes na primeira infância?

doenças respiratórias
Doenças respiratórias como rinite, asma, bronquite e gripes são muito comuns na primeira infância. Por esse motivo, é muito importante que a família estabeleça cuidado preventivo para que a criança tenha um desenvolvimento saudável.
Levar ao pediatra e manter a vacinação em dia são algumas das providências mais importantes nessa fase da vida. Contudo, ainda assim algum sintoma pode se manifestar caso o organismo apresente certa predisposição.
Mas, afinal, por que esses problemas são tão recorrentes nos pequenos? Descubra com a leitura deste artigo.

Fatores de risco ambientais

Em primeiro lugar, as doenças respiratórias se tornam recorrentes caso a criança esteja em contato constante com fatores de risco ambientais. Alguns, infelizmente, não podem ser evitados, como poluição atmosférica e variações de temperatura.
Por outro lado, exposição ao tabagismo e poeira doméstica são exemplos que podem ser controlados. Não fumar na presença de crianças na primeira infância e deixar a casa sempre limpa e higienizada são coisas simples de serem feitas.
Além disso, é aconselhado que os pais não decorem os quartos com excesso de tapetes, cortinas e brinquedos de pelúcia. Assim, o acúmulo de qualquer resíduo diminui, a limpeza é facilitada, e o pequeno fica em um cômodo mais arejado para respirar ar puro.
doenças respiratórias

Sistema fisiológico incompleto

As crianças também costumam desenvolver doenças respiratórias porque seu sistema fisiológico ainda está incompleto. Ao terem que conviver diariamente com os fatores de risco, o organismo ainda não está preparado para absorver e controlar as impurezas.
Para completar, na primeira infância alguns hábitos são comuns, como levar as mãos à boca o tempo todo. Se elas tiverem passado por uma superfície contaminada, isso facilita ainda mais a instalação do problema.
Nessa idade, as crianças também começam a ir para creches, onde se relacionam com outros seres humanos que podem passar uma doença. E, é claro, convivem em um ambiente diferente do que estão acostumadas, que pode estar exposto a poeira também.

Outros fatores de risco para doenças respiratórias

Por fim, é importante mencionar que crianças abaixo de cinco anos também apresentam alguns problemas que contribuem para a instalação de doenças respiratórias. Baixo peso ao nascer, desnutrição aguda, aleitamento materno de curta duração ou inexistente e ausência de imunização correta são alguns deles.
Sendo assim, é indispensável ressaltar a importância de acompanhamento médico e a necessidade de ensinar, desde cedo, a lavar as mãos após tossir ou encostar na boca. Os pais também devem ficar atentos para limpar brinquedos e lavar adequadamente roupas e fraldas.
Para crianças que já utilizam medicamentos para doenças crônicas ministrar cada um deles no horário certo e de acordo com indicação profissional ajuda a diminuir a intensidade dos sintomas e até mesmo a eliminá-los com o passar do tempo. Com tudo isso em dia, a primeira infância de seu filho será muito mais tranquila e livre da presença de muitas outras doenças, para além das respiratórias.
Essas informações foram úteis para você? Se sim, aproveite para compartilhar este artigo nas redes sociais e ajude a conscientizar outros pais e famílias a respeito das doenças respiratórias na primeira infância.
Se você gostou das dicas e quer continuar ampliando os seus conhecimentos sobre os cuidados com a saúde dos filhos, não deixe de acompanhar as próximas postagens do nosso blog.
 

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ucascavel março 11, 2019 0
Sua saúde

Cuidado com os filhos: como um plano de saúde pode me ajudar?

cuidado com os filhos
Manter o cuidado com os filhos é, sem dúvidas, a principal preocupação dos pais. Para garantir um desenvolvimento saudável e feliz para as crianças e jovens, os pais se desdobram todos os dias, conciliando trabalho, estudo e o cuidado com os filhos. Nesse processo que tem início ainda na gestação, o suporte de pessoas e serviços é fundamental para que a família alcance o objetivo de formar os filhos de maneira integral.
Da parte de serviços, uma boa instituição de ensino ajuda os pais a educarem as crianças e jovens. O plano de saúde também entra para a lista dos serviços que são essenciais para a família manter o cuidado com os filhos.
Se você também preza pelo cuidado com os filhos e quer saber como um plano de saúde pode te ajudar na prática, confira na sequência deste artigo a estrutura oferecida pelos melhores convênios do país para as famílias.

Atendimento médico de qualidade para todas as faixas etárias

O primeiro ponto que mostra que um plano de saúde pode te ajudar no cuidado com os filhos tem a ver com o suporte médico que é oferecido para bebês, crianças e jovens. Ao adotar um bom plano de saúde, os pais poderão oferecer aos filhos o acompanhamento com o médico pediatra, fundamental na infância, e também com o clínico geral, que irá garantir o cuidado com os filhos na adolescência.
Além disso, um plano de saúde também oferece atendimento com uma série de especialistas. Caso o pediatra ou clínico geral ache necessário, ele pode encaminhar o seu filho para ser consultado com outros profissionais da saúde, como otorrinos, oftalmos, nutricionistas, entre outros.
Vale destacar também que o plano de saúde permite que as jovens façam acompanhamento com o ginecologista assim que entrarem na puberdade, realizando as consultas e os exames necessários para essa faixa etária.
cuidado com os filhos

Cuidado com os filhos: plano de saúde oferece suporte para exames e atendimento de emergência

Vimos que o plano de saúde ajuda os pais a manterem a rotina de consultas com os médicos responsáveis por cuidar de cada faixa etária. Mas, o apoio do convênio não para por aí. Quando a família escolhe uma boa operadora, ela terá todo o suporte necessário para a realização de exames e também para o atendimento de emergência.
Esse apoio é fundamental para o cuidado com os filhos, pois exames laboratoriais e de imagem costumam ser solicitados nos check-ups anuais e poder realizá-lo nos melhores laboratórios da região é uma vantagem e tanto para as famílias.
Outro cuidado com os filhos que o plano de saúde auxilia os pais é em relação aos atendimentos de emergência. Quando um problema de saúde inesperado surge ou mesmo quando o filho se machuca, a primeira opção é buscar um pronto-socorro. Com o plano de saúde, os pais poderão levar o filho para os melhores hospitais da região, garantindo a agilidade que é fundamental nessas situações. Esse suporte também oferece mais tranquilidade e conforto para a família nesses momentos tão complicados.
No artigo de hoje, mostramos como um bom plano de saúde pode ajudar com o cuidado com os filhos. Se você gostou das informações e quer oferecer esse suporte diferenciado para a sua família, entre em contato conosco e conheça a estrutura do plano de saúde familiar.
 

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ucascavel março 6, 2019 0
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