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3 dicas para seu filho ter uma adolescência mais saudável

adolescência
A adolescência é uma fase importante da vida, pois é durante esse período que os jovens começam a desenvolver aspectos físicos e mentais adequados para a vida adulta. Entretanto, cuidar da saúde desse público nem sempre é fácil para os pais, pois é comum os jovens não demonstrarem interesse por idas ao médico ou pela realização de check-ups anuais.
Mas, vale o alerta de que problemas físicos e de cunho emocional estão crescendo na adolescência. Segundo pesquisa encomendada pelo Ministério da Saúde, 30% dos jovens brasileiros entrevistados, entre 12 e 17 anos de idade, apresentam problemas que podem levar à depressão, como: tristeza frequente, dificuldade de concentração, insônia, falta de disposição e ansiedade.
A obesidade na adolescência é outro problema de saúde preocupante. De acordo com estudo realizado pelo Imperial College London e pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de crianças e adolescentes obesos em todo o mundo aumentou dez vezes nas últimas quatro décadas. Caso as tendências atuais sejam mantidas, haverá mais crianças e adolescentes com obesidade do que com desnutrição moderada e grave até 2022.
Por isso, é importante que os pais incentivem os hábitos saudáveis desde os primeiros anos da adolescência dos filhos, ajudando na prevenção de doenças e até mesmo no tratamento precoce de possíveis problemas de saúde. A seguir, listamos 3 dicas para seu filho ter uma adolescência mais saudável. Confira!

1. Alimentação equilibrada

A primeira dica para que seu filho tenha uma adolescência saudável tem a ver com a alimentação adotada pelo jovem. Inserir no cardápio da família pratos equilibrados, com nutrientes adequados e gordura boa é uma tarefa importante dos pais. Claro que quanto antes esse hábito for inserido na vida do filho, melhor será a adaptação. Por isso, alimentação saudável deve começar ainda na infância.
Comer bem garante que o jovem não tenha problemas como colesterol alto, diabetes do tipo dois, obesidade e outras doenças que podem surgir na adolescência por conta da má alimentação.
adolescência

2. Prática de exercícios na adolescência

Por mais que seu filho ame ficar horas no videogame e na internet, é fundamental que ele inclua em sua rotina a prática de exercícios físicos. Na adolescência, o corpo passa por mudanças significativas e as atividades físicas e os esportes podem ajudar o jovem a passar por esse momento de uma forma mais saudável.
Há adolescentes que preferem ir para a academia, já outros gostam de praticar uma modalidade esportiva. Independentemente de qual seja a preferência, é importante que os pais incentivem essas atividades, ajudando na saúde e no bem-estar dos filhos.

3. Acompanhamento médico regular

Outra dica importante para seu filho ter uma adolescência mais saudável são as consultas regulares ao clínico geral. Se tudo estiver bem, é recomendada uma visita anual ao médico, que solicitará exames para um check-up completo.
No caso das meninas, a ida ao ginecologista uma vez por ano também é muito importante para a saúde. Além disso, dependendo de cada caso, o clínico geral pode encaminhar o jovem para um acompanhamento com especialista. Ter um bom plano de saúde nessa faixa etária é importante para garantir um suporte médico adequado em casos de prevenção, tratamento e emergência.
No artigo de hoje, listamos 3 dicas importantes que ajudarão o seu filho a ter uma adolescência mais saudável. Aproveite e veja também em nosso blog o post que mostra como cuidar da alimentação dos jovens para evitar a obesidade na adolescência.
 

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ucascavel fevereiro 6, 2019 0
Sua saúde

4 sinais de que seu filho pode ter uma doença respiratória

doença respiratória
Durante a infância, os pequenos precisam de cuidados especiais para terem um crescimento saudável. Esse é um período no qual as idas periódicas ao pediatra são essenciais para prevenir e até mesmo tratar problemas comuns nessa faixa etária, como  doença respiratória.
Problemas desse cunho são recorrentes entre as crianças. Segundo dados divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, o número de atendimentos por doença respiratória em 2018 cresceu 30% na cidade no período entre o outono e o inverno.
Para que o seu filho não sofra com uma doença respiratória, é importante seguir as consultas programadas pelo pediatra. Além disso, é essencial ficar atento aos sintomas apresentados pela criança no dia a dia. Para ajudar os pais, listamos os 4 sinais de que seu filho pode ter uma doença respiratória. Confira!

1. Resfriados recorrentes

Um dos principais sinais de que seu filho pode ter uma doença respiratória tem a ver com a sequência de resfriados que ele apresenta. Quando a criança tem uma predisposição para desenvolver problemas desse tipo, as gripes e resfriados costumam ser mais frequentes e durante diferentes épocas do ano.
Na consulta com o pediatra, é fundamental que os pais relatem esses ocorridos para que, se necessário, seja realizada uma investigação mais detalhada da possível doença respiratória.

2. Dor de garganta pode ser sinal de uma doença respiratória

Assim como os resfriados, as dores de garganta recorrentes também podem representar uma possível doença respiratória na criança. Infecções como faringite e amigdalite causam inflamação da garganta, coriza, tosse e, dependendo do grau, podem ocasionar febre.
doença respiratória
Por serem muito comuns na infância, esses sinais não podem ser ignorados, pois quanto antes for iniciado um tratamento adequado, maiores serão as chances de cura do pequeno. Além disso, tratar a doença respiratória desde o início evita que a criança sofra com as crises recorrentes.

3. Falta de ar

Outro sinal de doença respiratória que os pais devem ficar atentos é a falta de ar apresentada pelo pequeno em algumas situações. Esse sintoma geralmente vem acompanhado de outros desconfortos que podem significar uma doença respiratória, como coriza, tosse e febre.
Ao perceber esses sinais no seu filho, é muito importante buscar pelo pronto atendimento infantil, já que infecções importantes como pneumonia e bronquite apresentam esse tipo de sintoma.

4. Alergias

Uma doença respiratória pode causar na criança sintomas que às vezes não são atribuídos rapidamente a esse tipo de enfermidade. As alergias estão entre elas. Quando a criança apresenta olhos lacrimejados, coceira excessiva nos olhos, no nariz, na garganta e algumas vezes até mesmo na pele, podem ser sinais de uma doença respiratória.
Assim como nos demais sintomas abordados, o relato ao pediatra é fundamental para que seja diagnosticado se a criança possui ou não uma doença respiratória. Esses sintomas também podem ser apresentados em quadros de gripe comum, por isso, a investigação é importante.
Hoje, reunimos os 4 sinais que podem demonstrar que seu filho tem uma doença respiratória. Lembrando que somente o médico especializado é quem pode fechar um diagnóstico após análises clínicas e até laboratoriais do pequeno.
Para continuar por dentro das dicas sobre cuidados com a saúde das crianças, veja também em nosso blog o post que mostra se colesterol alto na infância é comum.

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ucascavel fevereiro 4, 2019 0
Sua saúde

Conheça as causas da diabetes na infância

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Muito comum em adultos, a diabetes é uma doença que infelizmente também se manifesta com frequência em crianças. A princípio silenciosa, aos poucos demonstra alguns sinais aos quais os pais precisam estar sempre atentos.
Quanto antes o pequeno inicia seu tratamento, maiores são as chances de que ele tenha mais qualidade de vida no futuro. Portanto, é importante conhecer e entender como o problema surge e se desenvolve.
Conheça neste artigo as causas da diabetes infantil e veja o que fazer diante de sintomas que podem ser facilmente identificados pelos próprios pais. Não deixe que a situação se agrave!

Resistência insulínica

Uma a cada três crianças apresenta resistência insulínica, o que pode levar à diabetes na infância. Apesar de ter surgido nesta fase da vida, será uma condição que vai acompanhar o indivíduo por toda a vida. A insulina é o hormônio responsável por levar a glicose para as células e finalmente transformar alimentos em energia. Ela aparece usualmente em crianças obesas ou sedentárias.
Quando a criança apresenta resistência à essa substância, o organismo impede essa movimentação. Como consequência, o sangue ganha excesso de açúcar, que além da diabetes, também resulta em problemas cardiovasculares e hipertensão.

Fatores genéticos

Assim como outras doenças, a diabetes infantil também pode estar associada a fatores genéticos. Por isso, é muito importante observar o histórico de saúde familiar, não somente dos pais e irmãos, mas também de outros membros com ligação próxima.
diabetes infantil
Caso exista algum caso, a criança deve receber acompanhamento médico constante. Assim, caso algum sintoma da doença seja identificado, o tratamento pode ser iniciado o quanto antes para impedir que se agrave e que o pequeno logo se acostume à sua condição.

Má alimentação

É ideal que crianças se alimentem com alimentos sortidos, repletos de nutrientes e vitaminas e da forma mais natural possível. O consumo desenfreado de produtos industrializados geralmente vem acompanhado do excesso de açúcar e farinha branca, dois vilões para a saúde dos pequenos.
Além da diabetes infantil, eles podem ter que lidar com obesidade, colesterol alto e outros problemas sérios de saúde. Sendo assim, controle a alimentação do seu filho e, se preciso, procure a ajuda de um profissional especializado para manter uma rotina alimentar equilibrada.

Sintomas e cuidados da diabetes infantil

Mas não basta conhecer todas essas causas, é fundamental identificar também sintomas. Fadiga, fome e sede excessivas, muito suor, dores de cabeça e sonolência são alguns sinais preocupantes. Leve a criança ao médico o quanto antes para garantir que ela realize todos os exames adequados para identificar a diabetes infantil.
É importante também manter a criança sempre ativa na prática de exercícios físicos e realizar consultas periódicas com um médico de confiança. Caso a doença seja diagnosticada, a família deve prestar total apoio no período de adaptação para entender as novas necessidades da criança e ajudá-la na compreensão a respeito de seu problema.
E você, sabia sobre as causas da diabetes infantil? Fique atento e proteja a saúde de seus filhos! E, se você quer se manter informado sobre outros assuntos como este e ainda conferir atualizações sobre as novidades da Unimed Cascavel, curta a nossa página do Facebook agora mesmo!
 

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ucascavel janeiro 28, 2019 0
Sua saúde

Qual a importância do pediatra na vida da criança?

importância do pediatra
Durante a infância, o acompanhamento médico é essencial para que a criança tenha um desenvolvimento saudável. A importância do pediatra para que esse objetivo se torne real é muito grande, afinal, será esse o especialista que irá cuidar do seu filho desde o nascimento até a chegada da adolescência.
Mas nem sempre os pais conhecem a fundo a importância do pediatra na vida da criança e como é realizado o seu trabalho focado no bem-estar e na saúde dos pequenos. Por isso, reunimos na sequência deste artigo alguns pontos que mostram a importância do pediatra para o crescimento saudável dos bebês e das crianças. Confira!

Suporte essencial para o desenvolvimento dos bebês

Como abordado no início, a importância do pediatra na vida das crianças começa bem cedo, na verdade nos primeiros dias de vida do bebê. Esse é um período no qual o profissional irá avaliar uma série de aspectos relacionados à saúde e desenvolvimento do pequeno.
Já na primeira semana de vida, a importância do pediatra é visualizada pelos pais, pois o especialista irá verificar ao lado da mãe se a amamentação está transcorrendo bem, se o bebê está ganhando peso e se ele apresenta qualquer sinal de icterícia (um problema comum em crianças, que leva à coloração amarelada da pele).
Após o primeiro mês, a importância do pediatra se mantém, pois os pequenos precisam seguir uma rotina de consultas mensais para ele avalie o desenvolvimento da criança, oriente os pais sobre as vacinas e tire dúvidas comuns desta fase, como introdução de novos alimentos na rotina do bebê, alergias, etc.
importância do pediatra

Importância do pediatra na infância

O pediatra é um especialista na saúde infantil, dando suporte médico para bebês e crianças. Por isso, após completar o primeiro ano de vida, a criança precisa manter uma rotina de visitas ao pediatra, garantindo que o seu desenvolvimento seja saudável e integral.
O interessante é que o profissional atua de forma estratégica em cada fase, analisando as crianças de acordo com as suas necessidades. Por exemplo, dos 3 aos 5 anos de idade, a importância do pediatra é retratada nas consultas, que geralmente acontecem de três em três meses ou duas vezes por ano, conforme a orientação do profissional que acompanha o seu filho, além dos atendimentos realizados em caráter de emergência no pronto-socorro.
Com os pacientes dessa faixa etária, o especialista analisa o desenvolvimento infantil e ajuda a prevenir ou tratar doenças comuns deste período, como problemas respiratórios e alergias.
Já com os pequenos de 6 a 10 anos de idade, a importância do pediatra tem a ver com o acompanhamento das mudanças físicas das crianças e do desenvolvimento intelectual, já que eles passam a frequentar a escola, iniciando a socialização e a alfabetização.
Manter a rotina de visitas ao pediatra neste período é fundamental para que o seu filho se torne um jovem saudável, pois o seu desenvolvimento foi acompanhado de perto por meio de exames clínicos e análises da rotina, que incluem alimentação saudável e prática de exercícios físicos.
Hoje, apresentamos alguns pontos que comprovam a importância do pediatra na vida das crianças desde o seu nascimento até a entrada na adolescência. Para ter o suporte de bons profissionais, é fundamental que a família conte com um bom plano de saúde. Para saber como contratar um convênio de excelência para quem você mais ama, veja em nosso blog o post que mostra o que você deve observar antes de fechar com um plano de saúde familiar.

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ucascavel janeiro 23, 2019 0
Sua saúde

Adeus sedentarismo: conheça as atividades físicas que as crianças mais gostam

atividades físicas
Durante a infância, a prática de atividades físicas é essencial para que a criança cresça e se desenvolva de forma saudável. Apesar de toda a agitação característica dos pequenos, o sedentarismo infantil vem sendo uma preocupação para os pais e profissionais da saúde.
As brincadeiras cada vez mais tecnológicas estão fazendo com que as crianças fiquem mais paradas e se afastem das atividades físicas. Segundo informações da Organização Mundial da Saúde (OMS), já é considerada sedentária uma criança na faixa etária entre 6 e 17 anos que pratique menos de 300 minutos de atividades físicas semanalmente, o equivalente a uma hora por dia de exercícios.
Os impactos da falta de atividades físicas na infância são evidenciados nas pesquisas sobre a obesidade infantil. De acordo com um estudo realizado pela Federação Mundial de Obesidade, o número de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos que estão acima do peso deve pular de 220 para 268 milhões em menos de uma década.
Para ajudar o seu filho a dar adeus ao sedentarismo, reunimos na sequência deste artigo as atividades físicas que as crianças mais gostam. Confira!

Natação

Para iniciar a lista das atividades físicas que os pequenos mais gostam, vamos apresentar a natação, considerada um dos esportes mais completos. Durante o exercício, as crianças irão trabalhar todos os grupos musculares na mesma proporção, sem impacto, melhorando o alongamento e aumentando a capacidade pulmonar. Outro ponto interessante é que a natação pode ser praticada até mesmo por bebês a partir do sexto mês de vida.
atividades físicas

Balé

Uma das atividades físicas preferidas das meninas é o balé. Ao dançarem, as crianças trabalham alongamento, flexibilidade, postura, fortalecimento muscular e criam consciência corporal. As aulas podem ser iniciadas a partir dos 3 anos, ajudando as bailarinas a expressarem os seus sentimentos por meio da dança, sendo um excelente recurso para vencer a timidez.

Capoeira

A capoeira é uma modalidade de luta que quase não tem contato físico, por isso, é uma das atividades físicas recomendadas para as crianças que precisam dar adeus ao sedentarismo.
Na modalidade, além de jogarem capoeira, os participantes aprendem a cantar e tocar, aprimorando o ritmo e a musicalidade ainda na infância. Durante as aulas, que podem ser iniciadas por volta dos 5 anos, os pequenos trabalharão defesa, alongamento, reflexo e coordenação motora.

Futebol é uma das atividades físicas que as crianças mais gostam

Paixão nacional, o futebol completa a lista de atividades físicas que os pequenos mais curtem. Na modalidade, as crianças irão desenvolver a coordenação motora, lateralidade, noção espacial, velocidade de reação e agilidade.
Para garantir que o pequeno jogue futebol com segurança, é importante respeitar a faixa etária do time, evitando jogos com adversários mais velhos e maiores, pois o esporte acaba gerando um contato físico. Geralmente, as crianças começam no futebol por volta dos 4 anos de idade.
Reunimos no artigo de hoje atividades físicas que ajudarão as crianças a darem adeus ao sedentarismo, obtendo um desenvolvimento mais saudável e feliz. Aproveite e veja também em nosso blog o post que mostra por que um bom plano de saúde deixará a sua família mais tranquila.
 

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ucascavel janeiro 21, 2019 0
Sua saúde

Sarampo infantil: o que é e como prevenir essa doença?

sarampo infantil
Doenças como sarampo infantil, poliomielite e rubéola preocuparam a população brasileira durante muitos anos. Antes do desenvolvimento das vacinas específicas para essas doenças, o país passou por grandes crises, principalmente entre as crianças, que eram mais vulneráveis a esses problemas.
No entanto, nos últimos anos, casos de doenças como sarampo infantil, (que na verdade é apenas sarampo, já que a doença também pode atingir da mesma forma os adultos), criaram um alerta na sociedade. Até o primeiro dia de agosto deste ano, o Brasil registrou mais de mil casos de sarampo, segundo o Ministério da Saúde.
Mas como prevenir o sarampo infantil? Quais os sintomas dessa doença? A vacina é segura? Existe tratamento para o sarampo infantil? Para esclarecer essas e outras perguntas comuns sobre o tema, recomendamos a leitura do artigo a seguir.

O que é sarampo infantil?

Por conta dos novos casos de sarampo infantil no Brasil, muitas pessoas buscaram mais informações sobre essa doença. Essa é uma enfermidade infectocontagiosa considerada grave, por isso a preocupação dos pais é tão grande. O sarampo infantil, conhecido também apenas como sarampo, é causado por um vírus chamado morbillivirus, que é transmitido pelas secreções respiratórias e provoca inflamação generalizada nos vasos sanguíneos do paciente.
Os sintomas mais recorrentes da doença são lesões na pele e problemas respiratórios, como coriza, tosse e expectoração. Ao ser diagnosticada com sarampo infantil, a criança precisa de um acompanhamento médico, pois há casos em que a doença se torna mais grave, podendo ocasionar problemas nos pulmões, sinusite e até comprometimento do sistema nervoso central.
sarampo infantil

Conheça o tratamento da doença

Ao saberem quais são os sintomas do sarampo infantil, os pais podem ficar preocupados com as consequências da doença. Apesar da gravidade, o tratamento costuma não ser invasivo. Durante um período médio de 10 dias, a criança precisará ficar em repouso, manter a hidratação e tomar remédios que ajudam a aliviar os sintomas, como o Paracetamol.
Mas, como cada caso é um caso, é fundamental que a criança com sarampo infantil busque um acompanhamento médico, pois somente o especialista poderá traçar um tratamento adequado para o paciente.

Saiba qual é a melhor maneira de prevenir o sarampo infantil

Como mencionado acima, antes do desenvolvimento de vacinas como a tríplice viral SCR, indicada para sarampo, caxumba e rubéola, o país registrava muitos casos de crianças com enfermidades graves. Após os avanços da medicina, doenças como varíola, poliomielite e o sarampo infantil ou apenas sarampo foram consideradas erradicadas no Brasil, graças à vacina que protege as crianças.
O atual surgimento de novos casos se deu pela baixa imunização da população. Informações distorcidas acabaram causando medo e fazendo com que muitos pais não levassem os filhos para tomar a vacina contra o sarampo infantil.
Vale sempre ressaltar que a tríplice viral é segura e com duração permanente. Geralmente, o pequeno toma essa vacina até os seus cinco anos de idade. Porém, crianças mais velhas e até adultos que não foram imunizados podem tomá-la, basta procurar por uma unidade médica para conhecer todos os detalhes da vacinação para o público que não faz parte das campanhas do Governo Federal.
No artigo de hoje, mostramos o que é e como prevenir o sarampo infantil ou apenas sarampo, doença grave que pode ser evitada por meio da vacinação correta. Para continuar por dentro de assuntos relacionados à saúde das crianças, veja também em nosso blog o post que mostra 4 atividades físicas para fazer com os filhos.
 

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ucascavel janeiro 16, 2019 0
Sua saúde

Quantas vezes o adolescente deve ir ao médico por ano?

ir ao médico
Quando o filho nasce, os pais às vezes não sabem, mas terão que manter uma rotina de visitas ao pediatra, principalmente nos primeiros meses de vida da criança. Conforme o filho vai crescendo e tendo um desenvolvimento saudável, a frequência das consultas diminui.
Ao chegar na adolescência, o jovem costuma não querer ir ao médico, pois se sente bem e imune a qualquer problema de saúde. Os pais acabam ficando ainda mais preocupados quando o filho apresenta essa postura, afinal, o acompanhamento médico é importante em todas as faixas etárias.
Mas quantas vezes o adolescente precisa ir ao médico? Qual a frequência dos exames clínicos? É importante ter um plano de saúde nesta faixa etária? Se você também quer esclarecer essas e outras dúvidas sobre o tema, não deixe de conferir a sequência deste artigo.

Saiba quantas vezes o jovem deve ir ao médico

Como mencionado no início, na primeira infância as consultas médicas são muito mais frequentes, pois o pediatra avalia de perto o desenvolvimento físico, motor e cognitivo das crianças. Com o passar dos anos, a frequência diminui. Por exemplo, crianças a partir dos sete anos, sem problemas de saúde, realizam em média duas consultas por ano.
Ao chegar na adolescência, os jovens resistem um pouco e acham que não é preciso ir ao médico. Mas vale lembrar que esse é um momento importante do desenvolvimento do filho, que está entrando oficialmente na vida adulta, com mudanças significativas no seu corpo e na mente.
ir ao médico
Por isso, os pais precisam conscientizar os filhos de que ir ao médico na adolescência é essencial. Quando tudo está bem, o jovem pode projetar uma consulta com clínico geral por ano. O profissional irá avaliar o seu filho e, se necessário, solicitará alguns exames. Nesses casos, o retorno ao médico é realizado geralmente em até 30 dias.
Como cada adolescente é único, pode ser que o seu filho tenha que ir ao médico mais vezes ao ano, ainda mais quando há problemas de saúde que exigem o tratamento com um médico especialista. As meninas também realizam mais consultas anuais por conta do acompanhamento com o ginecologista.

Plano de saúde para jovens é um bom negócio?

Essa é uma dúvida comum dos pais, já que os jovens costumam ter uma ótima vitalidade, colocando a importância de um plano de saúde em xeque. Essa dúvida se fortalece quando os pais descobrem que a recomendação para os adolescentes é de uma consulta por ano.
Mas, antes de desistir de contratar um plano de saúde que atenda o seu filho adolescente, é importante que os pais se lembrem que o convênio oferecerá suporte de qualidade em casos de emergência e urgência, além disso, o jovem terá acesso aos melhores hospitais, clínicas e laboratórios da região.
A segurança que o plano de saúde proporciona para toda a família vai muito além da quantidade de vezes que o jovem deve ir ao médico por ano. Aproveite e veja também em nosso blog o post que apresenta 4 motivos para investir em um bom plano de saúde para a sua família.
 

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ucascavel janeiro 14, 2019 0
Planos de saúdeSua saúde

4 vantagens de ter um plano de saúde na gravidez

plano de saúde na gravidez
Sabemos das dificuldades enfrentadas com o sistema de saúde pública no Brasil. Por isso, em um momento especial e delicado como a gestação, o bem-estar e a saúde devem vir em primeiro lugar. Ter um plano de saúde na gravidez pode ser a melhor solução.
O acompanhamento médico é fundamental ao longo dos meses de gravidez. É preciso vigiar a alimentação, os sintomas e o crescimento e saúde do bebê. Quer saber quais são as vantagens de ter um plano de saúde na gravidez? Então continue a leitura deste post e entenda.

1. Ter um plano de saúde na gravidez garante mais tranquilidade em sua gestação

O período pode ser de muita tensão. Mudanças no corpo, nos sentimentos e emoções, sintomas indesejáveis, inchaços, dores no corpo: tudo isso atormenta a vida da gestante. Sem a certeza de um serviço médico de qualidade, a ansiedade poderá ser ainda maior.
O estresse pode atrapalhar a sua gravidez e tornar os meses da gestação ainda mais difíceis. Por isso, vale a pena investir em um bom plano de saúde na gravidez. Os serviços médicos que serão obtidos garantem maior estabilidade emocional e a tranquilidade para as mamães.

2. Assistência no pré-natal

O serviço público de saúde pode não garantir o atendimento adequado e os custos altos do pré-natal no atendimento particular podem não ser viáveis para a maioria das pessoas. Um plano de saúde garantirá a assistência pré-natal, com mais conforto e atendimento de qualidade, por meio de profissionais credenciados.
Um bom plano pode ainda cobrir outros benefícios, como a facilidade na marcação de consultas e a adequada realização de exames.
plano de saúde na gravidez

3. Possibilidade de incluir o bebê no plano

Toda mãe se preocupa com o bem-estar e a saúde do seu bebê desde o ventre. Nada melhor do que estar segura de que ele receberá o melhor atendimento após o nascimento. O bebê poderá ser incluído no plano conforme previsão em contrato e assim usufruir de todos os serviços que estiverem contidos no plano de saúde acordado. É importante ressalvar que para aproveitar as carências cumpridas, o registro em até 30 dias do nascimento.

4. Ampla cobertura nos hospitais e clínicas da sua região

O primeiro passo antes de contratar um plano de saúde é fazer uma pesquisa para saber como funciona a atuação dele na região onde você vive e nas proximidades. Os planos de saúde são credenciados com várias clínicas e hospitais, e você pode pesquisar as opções mais viáveis para você dentro da localidade de sua preferência.
Veja se o hospital escolhido está credenciado no plano e se garante assistência na maternidade e também após o nascimento da criança. Tire todas as suas dúvidas e solicite orçamentos para fazer a melhor escolha.
Ter um plano de saúde na gravidez é a garantia de segurança e do melhor atendimento para as gestantes e também para os seus bebês. Respire tranquila durante a sua gestação, minimize os problemas e o estresse, e acompanhe sua saúde e o bom crescimento do seu neném sem correr nenhum risco.
Gostou das dicas desse post? Para acompanhar outros conteúdos relevantes como esse, curta a página da Unimed Cascavel no Facebook.

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ucascavel janeiro 9, 2019 0
Sua saúde

Colesterol alto na infância é comum?

colesterol alto
Você com certeza já ouviu falar nos riscos e problemas decorrentes do colesterol alto. Estamos falando do “colesterol ruim” (LDL), aquele que é um verdadeiro vilão para o organismo, caso os índices estejam acima da média considerada saudável.
O problema preocupa bastante os adultos. Mas será que também pode afetar as crianças? Como saber? Falaremos sobre o assunto neste post. Continue a leitura e tire todas as suas dúvidas!

O colesterol alto também é coisa de criança?

Infelizmente, a resposta é sim. Os problemas com o colesterol alto também podem afetar os pequenos. Inclusive, o número de crianças e adolescentes com índice de colesterol alto aumentou nos últimos anos, o que é suficiente para ser visto como uma epidemia que afeta o mundo inteiro.
Os adultos entre 30 e 50 anos de idade que sofrem com o agravamento da condição (infartos, AVC, entre outros) provavelmente exibiam taxas elevadas desde a infância ou adolescência.

Quais os riscos do colesterol alto na infância?

O maior risco para os pequenos é que nessa faixa etária o colesterol alto é assintomático, ou seja, não apresenta nenhum sintoma capaz de identificá-lo. Isso fez com que o controle das taxas de colesterol (e também triglicérides) entrasse na rotina dos consultórios pediátricos.
A ideia é justamente fazer um bom acompanhamento desde a infância, para evitar que a pessoa carregue para a vida adulta as temidas doenças cardiovasculares.

O que provoca o colesterol alto nas crianças e adolescentes?

A principal resposta para essa pergunta é a má alimentação. Os maus hábitos alimentares, como a ingestão habitual de alimentos ricos em gorduras, aumentam os níveis do LDL. A escassez de exercícios físicos também é uma grande vilã. O sedentarismo infantil também tem aumentado, e a carência de movimentação corporal na infância pode aumentar as taxas do colesterol ruim.
Fora esses dois parâmetros, podemos citar a herança genética, quando o indivíduo apresenta colesterol alto independentemente dos seus hábitos, e também o uso de alguns medicamentos e doenças, como diabetes, síndrome nefrótica e obesidade.
colesterol alto

Como prevenir?

A melhor maneira de prevenir e também controlar o colesterol é manter bons hábitos alimentares. A ingestão de fibras, por exemplo, contribui para o aumento do colesterol considerado bom, o HDL. A dieta deve ser rica em ômega 3 e pobre em gorduras saturadas. Ou seja, é melhor evitar os sorvetes, biscoitos recheados, salgadinhos industrializados e promover a ingestão de frutas, grãos e verduras.
Além disso, é indicado que toda criança pratique atividades físicas regularmente. Isso vai além da prática oferecida na escola (nas aulas de educação física). É recomendável fazer uma hora de exercício físico, pelo menos, três vezes por semana.
A depender do histórico da criança, é indicado iniciar o monitoramento por meio de exames a partir dos dez anos de idade. Mas isso pode variar e apenas o médico pode apontar o momento adequado para a dosagem de controle.
Vale dizer que as crianças e adolescentes hipertensos, diabéticos, que tenham pais com doenças cardiovasculares, que sofrem alta exposição ao cigarro (fumantes passivos ou ativos) e que estão acima do peso, estão no grupo de risco. Portanto, o controle das taxas de colesterol para essas pessoas deve começar mais cedo.
Hábitos saudáveis devem ser cultivados desde a infância. Isso evita problemas mais graves na vida adulta e traz mais qualidade de vida.
Gostou de saber mais sobre esse assunto? Outros conteúdos como esse podem ser acessados em nossa página do Facebook. Que tal dar uma passada por lá e curtir?
 

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ucascavel janeiro 7, 2019 0
Planos de saúdeSua saúde

Plano de saúde familiar oferece suporte para doenças crônicas?

plano de saúde familiar
As doenças crônicas atingem muitas pessoas ao redor do mundo. E quem convive com elas, precisa lidar diariamente com diversos incômodos, dores e desconfortos, além da necessidade constante de se hospitalizar.
Por isso, é muito importante estar preparado para um direcionamento adequado para o atendimento médico, uma vez que crises e urgências são comuns. Ter a tranquilidade de não enfrentar filas e tempo de espera ajuda bastante nesses casos.
Então, fica a dúvida: plano de saúde familiar, além de cuidados gerais com a saúde da família, oferece também suporte para esse tipo de doença? É o que você descobre agora, na leitura deste artigo!

Existe atendimento com especialistas?

Sim! O plano de saúde familiar de uma boa operadora disponibiliza consultas e exames nas mais diversas especialidades de saúde, o que é muito bom para portadores de doenças crônicas que precisam manter a periodicidade no contato com o especialista.
É possível, então, realizar um acompanhamento médico completo, com profissionais qualificados que registram todo o histórico de evolução do tratamento. Assim, o paciente evolui rumo a uma vida com mais qualidade e segurança, independentemente de qualquer problema.
plano de saúde familiar

E quais outras vantagens estão disponíveis?

As operadoras de plano de saúde familiar costumam oferecer alguns benefícios e recursos agregados aos usuários. Por exemplo, programas específicos de suporte para situações de saúde agudas e com potencial de agravamento, como no caso das doenças crônicas.
Esses programas são gratuitos e podem ter atendimento quinzenal, mensal ou bimestral. A oportunidade é ideal para ajudar na adaptação e na conscientização a respeito da condição da doença em questão, além de promover um momento de interação para que os portadores se conheçam e troquem experiências a respeito de suas necessidades e diagnósticos.

Em quais situações as vantagens do plano de saúde familiar podem ser utilizadas?

Além de consultas periódicas, o plano de saúde familiar oferece também os exames frequentes que precisam ser realizados quando o portador apresenta doenças crônicas, encaminhamentos com especialistas e exames de rotina ou específicos, de acordo com a cobertura do plano.
Para completar, em caso de emergência ou urgência, o paciente dificilmente vai precisar passar por longos períodos de espera. O atendimento é de qualidade, rápido e com seu médico de confiança, para que a continuidade no tratamento seja satisfatória.
O plano de saúde familiar oferece um amplo suporte para doenças crônicas. Na hora da contratação, conte com uma operadora íntegra, que repasse todos os detalhes a respeito dos atendimentos fornecidos e também a listagem completa de médicos cooperados. Assim, você tem a liberdade de escolher por quem quer ser atendido, garantindo a segurança dos membros da família que lidam com esse problema de saúde tão sério.
Quando se fala em doenças crônicas, é normal associá-las somente a adultos. Porém, elas se manifestam logo, quando ainda somos crianças, e é ideal que o tratamento comece a ser feito desde a mais tenra idade. Sendo assim, aproveite a imersão no assunto e conheça agora formas de tratar doenças crônicas na infância!
 

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ucascavel janeiro 2, 2019 0
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