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Principais doenças que podem levar à cegueira

A Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que do total da população mundial, 39 milhões de pessoas sejam cegas. Essa condição que prejudica a qualidade de vida pode ter diferentes causas.

No artigo de hoje, conheça as principais doenças que podem levar à cegueira. Boa leitura!

Cegueira

A perda da capacidade visual (mesmo com uso de lentes de contato ou óculos de grau) pode ser reversível ou irreversível. Quando diagnosticada já no nascimento, é classificada como cegueira congênita. Já as situações que surgem no decorrer da vida são chamadas de adquirida ou adventícia (mais comum a parti dos 50 anos de idade).

Sinais de alerta

Muitas doenças oftalmológicas podem ser evitadas por meio do diagnóstico precoce e tratamento adequado. Se os principais sintomas da cegueira estiverem associados a qualquer um dos sinais presentes na lista abaixo, é importante procurar de forma imediata o atendimento médico especializado:

• Visão turva
• Dor intensa e repentina no(s) olho(s)
• Flashes de luz ou pontos flutuantes na visão
• Dor intensa de cabeça

Fatores de risco

Entre os principais fatores que elevam a chance de desenvolvimento de cegueira estão a diabetes, a hipertensão, problemas relacionados à tireoide, artrite reumatoide e traumas oculares.

Conheça as cinco principais causas da cegueira:

1 • Glaucoma

A doença se caracteriza pelo aumento da pressão intraocular, o que leva a danos no nervo óptico. Alguns causos são assintomáticos, o que eleva o risco do(a) paciente obter um diagnóstico somente por meio de exames oftalmológicos. A descoberta tardia da doença pode ocasionar a perda gradual ou total da visão. 

2 • Degeneração macular

Também conhecida pela sigla DMRI (Degeneração Macular Relacionada à Idade), essa doença compromete a mácula (pequena região no centro da retina que permite que uma pessoa possa ver detalhes), o que pode levar à perda progressiva da visão.

3 • Catarata

Trata-se da perda (congênita ou adquirida) da transparência do cristalino, lente localizada atrás da íris. A doença está associada a quase 48% dos casos de cegueira no mundo, ainda conforme dados da OMS.

4 • Retinopatia diabética

Ocasionada pela alta concentração de açúcares nos vasos sanguíneos da retina, o que pode causar cegueira irreversível. Ou seja, é fundamental que diabéticos (as) realizem consultas frequentes com oftalmologista, além de acompanhamento médico para o controle e o tratamento adequado do diabetes.

5 • Descolamento de retina

A separação da retina da parede posterior do olho é uma doença grave que leva a um processo de degeneração e morte celular, podendo levar à perda da visão.

Diagnóstico

A identificação da cegueira é realizada pelo médico oftalmologista, que recorre a testes para analisar a condição de cada paciente. Quanto antes o tratamento é iniciado (e quanto maior for a frequência dos exames), maiores são as chances de evitar a cegueira ou outras doenças associadas.

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ucascavel dezembro 23, 2022 0
Sua saúde

Médico da família: saiba mais sobre essa especialidade médica que é referência no CAS da Unimed Cascavel

Ao ouvir o termo “médico da família”, muita gente volta ao passado e lembra daquele profissional que visitava a casa das pessoas, era amigo desde avós até os netos e acompanhava o nascimento de todos. Pois bem, o médico de família tem mesmo esse acompanhamento mais próximo dos pacientes, mas isso não indica necessariamente intimidade. E mais: muitas pessoas não sabem, mas essa é uma especialidade da medicina atual, muito conhecida no exterior e que está se tornando cada vez mais comum no Brasil.

Na reportagem de hoje, saiba mais sobre essa área da médica que é referência no Centro de Atenção à Saúde da Unimed Cascavel. Boa leitura!

Diferencial

O medico da família é capacitado para atender desde o nascimento até a finitude da vida (incluindo os cuidados paliativos). Isso significa que ele tem conhecimento e competência para lidar com crianças, jovens, adultos, puérperas e idosos (sem restrição de idade, gênero ou doenças). Após a graduação, para atuar na área é necessário fazer a residência médica ou a prova de titulação na especialidade de Medicina da Família e Comunidade.

O grande diferencial é a visão holística sobre o ser humano, ou seja, um olhar que vai além do diagnóstico e inclui o acompanhamento próximo e preventivo, considerando o histórico de saúde do paciente e as particularidades da vida dele. Em casos específicos (se necessário), o médico da família pode encaminhar o caso para outros especialistas.

Outra vantagem é a capacidade de reduzir encaminhamentos para hospitais e evitar que as pessoas façam exames, consultas e intervenções desnecessárias (procedimentos não indicados ou que tragam mais riscos do que benefícios).

Médico da família na Unimed Cascavel

O Centro de Atenção à Saúde (CAS) da Unimed Cascavel conta com seis médicos da família. Beneficiários da Cooperativa têm neles um profissional de referência, sempre que precisam de atendimento médico não urgente. Além do acompanhamento contínuo do histórico de saúde de cada paciente, os médicos da família da Unimed Cascavel também podem encaminhar os beneficiários para os projetos de Medicina Preventiva desenvolvidos pela Cooperativa, que contam com uma equipe multiprofissional no cuidado com saúde.

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ucascavel dezembro 16, 2022 0
Sua saúde

Atchim! Sinais e tratamentos para os principais tipos de alergias

Entre coceira, espirros e tosse, vários sintomas caracterizam episódios de alergia. E é muita gente que passa por isso. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as alergias afetam aproximadamente 40% da população mundial.

O artigo desta semana traz orientações importantes sobre sinais e tratamentos. Boa leitura e, se achar interessante, compartilhe!

O que é?

Alergias são respostas do sistema imunológico a possíveis ameaças e invasores (substâncias ou agentes agressivos ao organismo). Podem acontecer em qualquer fase da vida e causar sérias complicações. A origem é normalmente genética, e a pessoa só manifesta os sintomas se estiver exposta a reagentes como insetos, alimentos, fungos, pólen e pelos de animais.

As alergias respiratórias não têm cura, mas podem ser tratadas e controladas.

Asma

Popularmente conhecida como bronquite asmática ou bronquite alérgica, essa é uma doença que afeta os pulmões, causando inchaço e estreitamento das vias aéreas. As crises ocorrem devido à exposição a substâncias inaláveis (mofo, poeira, ácaro, pelos de animais fumaça, poluição, medicamentos, alimentos, cheiros fortes, esforço físico, refluxo gástrico e mudanças climáticas). Na maioria dos casos, a asma pode causar falta de ar, chiado no peito e sensação de cansaço. A rinite alérgica tende a ser um agravante.

O paciente asmático é classificado em graus que vão do 1 (leve) ao 4 (grave). Além do tratamento medicamentoso recomendado pelo médico, é importante prestar atenção à alimentação.

Rinite alérgica

Considerada uma inflamação da mucosa do nariz, a rinite alérgica surge por conta do contato com substâncias como poeira, pelos de animais e pólen. As crises envolvem sintomas como espirros, coceira em garganta/olhos/ouvidos, nariz entupido e irritação nos olhos.

Se não for corretamente tratada, a rinite alérgica pode desencadear quadros agravantes, a exemplo da sinusite e da amigdalite. Para um tratamento adequado, a recomendação é consultar um otorrinolaringologista.

Alergia a mofo

Fungos são seres microscópicos que vivem principalmente em ambientes úmidos e mal ventilados. Ao respirar em um lugar assim, a pessoa alérgica a mofo pode apresentar espirros, coceira na garganta, olhos lacrimejantes e ouvido entupido. Para evitar o mofo, mantenha armários, banheiros e filtros de ar sempre limpos.

Um médico alergista é o profissional indicado para receitar os melhores métodos de prevenção e tratamento.

Alergia a ácaros

Seres microscópicos e de difícil combate, os ácaros são responsáveis por grande parte das alergias respiratórias. Eles estão espalhados por toda a parte, especialmente em colchões, travesseiros, tapetes, sofás e almofadas. A proliferação é ainda maior em ambientes cuja humidade esteja acima de 50%, com temperatura de 18ºC a 26ºC, pouco iluminados e com muita poeira.

Alergia a pelos

Normalmente, esse tipo de alergia afeta pessoas que tenham contato com cães e gatos. Mas não é preciso se desfazer dos bichinhos por causa disso. Para ficar tranquilo (a) e evitar uma crise de alergia, adotar os seguintes hábitos:

• Escove diariamente os pelos do seu gatinho de estimação.
• Dê banho no seu cachorro pelo menos duas vezes por semana.
• Tente manter os animais nas áreas externas e, principalmente, longe do seu quarto.
• Limpe a casa com pano úmido e use aspirador com filtro de água.

Alergia a pólen

Nos períodos de polinização, a exemplo da primavera, o ar fica mais carregado de dessa substância das plantas. Para evitar crises, mantenha as janelas da casa e do carro fechadas no início da manhã e no fim da tarde, deixe casacos e sapatos logo na entrada de casa e evite frequentar jardins ou locais com muito vento (se for, use óculos de sol).

Alergias alimentares

Muitas pessoas sofrem com reações adversas aos alimentos. As principais são:

• Dermatológicas: Causam inflamações e manchas avermelhadas na pele (urticárias e dermatite).
• Gastrointestinais: Causam dores e desconforto estomacal.
• Anafiláticas: Causam inchaço (devido à exposição prolongada à substância que causa a alergia).

Os principais causadores de alergias alimentares são ovos, amendoim, frutos do mar, trigo, leite/derivados e frutas cítricas.

Tratamentos

Após consultar um especialista para confirmar o diagnóstico, o médico lhe oferecerá orientações para prevenir as crises e aliviar os sintomas por meio de tratamento adequado (que deve ser contínuo). Anti-histamínicos costumam ser boas opções, mas jamais tome medicamentos por conta própria, por mais inofensivo que isso pareça!

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ucascavel dezembro 12, 2022 0
Sua saúde

Prevenção e tratamento da Aids: os diferentes medicamentos para combater o HIV

Os primeiros casos de pessoas infectadas pelo HIV (sigla em inglês para Human Immunodeficiency Virus ou, em português, Vírus da Imunodeficiência Humana) surgiram há cerca de 40 anos. Desde então, muita cuida mudou em relação à epidemia, que ainda é um desafio para a comunidade científica e governantes do mundo todo.

Na reportagem desta semana, a Unimed Cascavel aborda a prevenção e o tratamento da Aids, com enfoque nos diferentes medicamentos para combater o HIV. Boa leitura!

Bons exemplos pelo mundo

Alguns países têm conseguido bons resultados no combate ao HIV/Aids ao adotarem estratégias combinadas de prevenção. Conforme o relatório divulgado pela Unaids (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids), os melhores resultados estão em locais com acesso a serviços como testes de HIV,PrEP e PEP (leia mais sobre esses métodos no fim desta reportagem).

Especialistas apontam que o principal obstáculo para o fim da pandemia é manter os investimentos em ciência, tecnologia e saúde pública como pauta prioritária, a exemplo do que acontece em países como Austrália, Suécia, Noruega, Tailândia e o Brasil.

+ Austrália • O país adotou a distribuição de medicamentos contra o HIV para toda a população. Atualmente, são apenas cerca de 600 casos da doença.

+ Noruega • Entre os noruegueses infectados, 80% tomam o medicamento. Em um período de dez anos, a ocorrência de HIV caiu 62%.

+ Tailândia • No mesmo período de dez anos, o número de infectados caiu 56% e quase 80% dos infectados têm acesso ao tratamento.

+ Brasil • Dados do Ministério da Saúde indicam que o país tenha 930 mil brasileiros convivendo com o HIV. Desse total, 70% usam antirretrovirais. Nos últimos dez anos, o número de infectados caiu 11%.

Bem geral

Epidemiologistas afiram categoricamente que o tratamento do HIV com uso de antirretrovirais tem efeito imediato para pessoas infectadas, mas também para não infectados, pois estudos feitos na última década confirmam que pacientes que seguem o tratamento adequado e que estejam com a carga viral indetectável não transmitem o vírus e têm expectativa de vida muito próxima a de pessoas sem o HIV.

Saiba mais sobre os medicamentos

PEP (Profilaxia Pós-Exposição): Inicialmente utilizada por profissionais da área da saúde expostos ao HIV, a medicação passou a ser receitada para vítimas de violência sexual. Depois, também passou a ser recomendada para qualquer pessoa que tivesse confirmada exposição sexual sem preservativo. A partir do contato sexual, a pessoa tem no máximo 72h para iniciar o tratamento, que dura 28 dias e evita a contaminação.

PrEP: A Profilaxia Pré-Exposição ao HIV é um novo método de prevenção à infecção. Consiste na tomada diária de um comprimido que permite ao organismo estar preparado para enfrentar um possível contato com vírus, ou seja, o indivíduo se prepara antes de ter uma relação sexual de risco. A PrEP é a combinação de dois medicamentos (tenofovir + entricitabina) que bloqueiam alguns “caminhos” que o HIV usa para infectar o organismo. Se você tomar PrEP diariamente, a medicação pode impedir que o vírus se estabeleça e se espalhe em seu corpo. Mas, atenção: a PrEP só tem efeito se você tomar o medicamento todos os dias. Caso contrário, pode não haver concentração suficiente das substâncias ativas em sua corrente sanguínea para bloquear o HIV.

Erradicação

Países que se comprometeram com as metas dos ODSs (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) podem conseguir erradicar a epidemia até 2030. A Unimed Cascavel é adepta das metas dos ODSs.

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ucascavel dezembro 9, 2022 0
Alimentação e exercíciosSua saúde

Polifarmácia: A relação de pacientes crônicos com o uso simultâneo de multifármacos

A administração simultânea de quatro ou mais medicamentos para um mesmo paciente é um desafio na saúde de pessoas de qualquer idade, mas especialmente entre os idosos. No artigo desta semana, leia com atenção as considerações sobre a polifarmácia em pacientes com doenças crônicas. Boa leitura!

Polifarmácia

Conforme começou a ser adiantado no início desta reportagem, o termo polifarmácia é classificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o uso concomitante e rotineiro de quatro ou mais medicamentos (com ou sem prescrição médica). Essa condição é vista mais frequentemente em pacientes portadores de doenças crônicas e em decorrência do envelhecimento. Nessas situações, a utilização de múltiplos medicamentos é necessária para o tratamento das condições clínicas. O conhecimento profissional para a administração desses fármacos é um dos principais fatores para diferenciar o sucesso do fracasso do tratamento.

Onde mora o perigo?

Uma lista de múltiplos medicamentos pode incluir itens de alto risco, mais de um medicamento para o mesmo propósito, medicamentos sem valor terapêutico, medicamentos contraindicados para a condição clínica ou para a faixa etária do paciente, por exemplo.

Para qualquer pessoa que busque saúde, a polifarmácia (principalmente sem prescrição profissional) representa riscos. Veja quais:  

· Ocorrência de interações desfavoráveis entre os medicamentos ou
alimentos.
· Reações adversas a medicamentos (RAM).
· Maior risco de toxicidade.
· Erros de medicação.
· Redução da adesão ao tratamento.
· Elevação das taxas de hospitalização em decorrência desses eventos.

Tais situações podem demorar a aparecer, o que prejudica/retarda o tratamento e diminui a qualidade de vida. Por isso, é necessário o envolvimento de profissionais e dos próprios pacientes para prevenir os riscos associados à polifarmácia.

• Converse com a equipe responsável a necessidade da utilização de todos os medicamentos prescritos.
• Siga corretamente as recomendações dadas.
• Evite a automedicação (incluindo fitoterápicos).
• Consuma os medicamentos nos horários indicados.
• Não troque, interrompa ou inclua medicamentos sem consultar seu médico.

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ucascavel novembro 25, 2022 0
Alimentação e exercíciosSua saúde

Diabete: Os avanços no controle da doença que atinge mais de 730 milhões de pessoas no mundo

Segundo o Ministério da saúde, mais de 17 milhões de brasileiros confirmam o diagnóstico de diabete. Mas o próprio ministério afirma que esse número é maior, pois a doença é silenciosa e muita gente nem sabe que tem.

No artigo desta semana, a Unimed Cascavel fala das principais ferramentas para o tratamento e o controle da diabete em adultos e crianças. Boa leitura!

Controle

O aparelho mais comum é o glicosímetro, que mede a glicemia com o uso de uma gota de sangue. A recomendação é que o paciente realize o exame pelo menos três vezes ao dia, representando três picadinhas diárias na ponta do dedo. 

Mas também é possível utilizar o sensor de glicemia para realizar a medição. O sensor é do tamanho de uma moeda e fica grudado no braço. A medição é feita por rastreamento com a tecnologia NFC, a mesma utilizada para pagamentos com cartão de crédito e de débito por aproximação de smartphones, e pode ser compartilhada com a equipe médica. A leitura pode ser feita também por um glicosímetro específico. A desvantagem é o preço (bem mais caro do que os testes de ponta de dedo) e a necessidade de trocar o sensor a cada 14 dias.

Tratamento

As canetas de insulina são mais precisas do que as seringas na quantidade de hormônio sintético que é injetada subcutaneamente. Outra possibilidade são as bombas de insulina, que as pessoas chegam a chamar de “pâncreas artificial”. Trata-se de um aparelho ligado por uma cânula ao corpo que injeta insulina o dia inteiro. A bomba pode, inclusive, paralisar a injeção quando percebida a probabilidade de ocorrer hipoglicemias.

Também está disponível no mercado, a insulina inalável, utilizada pela boca (como acontece com as bombinhas para asma). Enquanto nas insulinas injetáveis o efeito começa após 15 minutos, as inaláveis iniciam o seu efeito imediatamente após o uso. No entanto, não são indicadas para quem tem problemas respiratórios.

Além disso, também existem as medicações em forma de comprimido, cuja evolução também acompanha os avanços científicos para o tratamento. O importante é: seja qual for o tipo de diabete que você tem, converse com o seu médico para saber qual é o mais adequado para o seu caso. 

Unanimidade

O que certamente vale para todas as pessoas, especialmente as diabéticas, é a recomendação de dieta balanceada e prática de atividade física. 

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ucascavel novembro 18, 2022 0
Alimentação e exercíciosSua saúde

Radiação: Perigos do excesso de exames por imagem

Não há dúvidas de que tomografias computadorizadas e exames de raio-X são grandes aliados no diagnóstico por imagens. Mas o que muitos desconhecem é que essas ferramentas devem ser usadas com parcimônia, evitando a exposição desnecessária ou excessiva à radiação, o que pode causar problemas futuros.

Os perigos do excesso de exames por imagem, especialmente para as crianças, é o tema do artigo desta semana. Boa leitura! 

Primeiramente…

Não há restrições para o uso de raios-X em crianças, desde que o benefício clínico seja maior que os potenciais riscos da exposição à radiação. Além disso, existem maneiras de reduzir os riscos de radiação, tais como: a regulação de dosagem da radiação nas máquinas, procedimentos de redução da exposição do paciente para que ele receba apenas a quantidade de radiação necessária para o diagnóstico, além de protetores de chumbo para partes do corpo que não serão avaliadas.

O que são raios-X?

Os raios-X são feixes invisíveis de radiação ionizante que passam através do corpo, são modificados por diferentes tecidos para criar imagens. Isso resulta em uma imagem que mostra ossos, pulmões e outros órgãos. Dependendo da região a ser radiografada, protetores de chumbo podem ser usados para diminuir a exposição à radiação por áreas que não serão radiografadas.

Riscos da radiação em excesso

A exposição excessiva pode provocar efeitos já a curto prazo, a exemplo de náuseas, vômitos, diarreias, infecções e hemorragias. A longo prazo, há riscos de modificação das células, o que pode causar câncer. 

Qual a quantidade de radiação que pode ser usada nos exames?

Diariamente, somos expostos a pequenas quantidades de radiação. Seja ela do solo, das rochas, do ar, da água ou do sol. É o que chamamos de radiação natural ou de fundo. As doses utilizadas em radiografias e tomografias computadorizadas têm sido comparadas a essa radiação, conforme os exemplos abaixo:

• Uma radiação e fundo equivale a um dia inteiro de radiação natural.
• Um exame de raio-X frontal simples equivale a um dia inteiro de radiação natural.
• Uma tomografia de crânio corresponde a mais de oito meses de radiação natural.
• Uma tomografia de abdômen, a mais de 20 meses de exposição ao sol.

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ucascavel novembro 11, 2022 0
Alimentação e exercíciosSua saúde

Alimentação vegana: há riscos em abrir mão da proteína animal?

Para os adeptos fiéis, o Veganismo não é modismo, mas um estilo de vida que preserva os bichos. Afinal, trata-se de uma dieta que exclui do cardápio o consumo de carnes e outros produtos de origem animal (leite e derivados, por exemplo).

No artigo desta semana, você vai ver se existem riscos ao abdicar da proteína animal e derivados do leite. Boa leitura!

Prós

1 • Quando seguida corretamente e por um longo tempo, essa dieta ajuda a prevenir doenças crônicas, a exemplo a diabete, da hipertensão arterial e até mesmo de alguns tipos de câncer. A explicação é que, quando se reduz a ingestão de carnes (especialmente produtos como presuntos, mortadelas e salames), o nível de gordura no sangue também diminui e, consequentemente, cai o risco de doenças cardiovasculares.  Além disso, o excesso de carne vermelha na sua alimentação pode elevar os níveis de colesterol e a presença de outras substâncias nocivas que podem favorecer o desenvolvimento de cânceres (especialmente os do aparelho digestivo).

2 • O veganismo ajuda a combater a obesidade, visto que estimula o consumo de cereais, plantas oleaginosas e leguminosas. Esses itens trazem uma maior sensação de saciedade e melhoram a atuação do intestino.

3 • Trata-se de um cardápio colorido e variado, pois abrange vários grupos de alimentos (legumes, verduras, frutas, cereais, leguminosas e outros). As receitas incluem diversas combinações que ficam saborosíssimas. 

Contras

1 • Quando abolimos de vez a carne da dieta, também deixamos de ingerir alguns nutrientes importantes. A vitamina B12, por exemplo, só é encontrada em alimentos de origem animal (peixes, ovos, leite e derivados) e em algumas algas. Essa vitamina é essencial para a produção dos glóbulos vermelhos e para o bom funcionamento do sistema nervoso. A falta dela pode desencadear anemia, sensação de cansaço e, em casos mais graves, até provocar alterações de humor e problemas de memória. 

2 • O ferro é outra substância que pode faltar em uma dieta estritamente vegana. Isso pode comprometer o transporte de oxigênio pelo sangue. 

3 • Além disso, proteínas, ômega 3, cálcio e zinco também estão presentes nas carnes e são importantes para a saúde de músculos, ossos, circulação sanguínea e sistema nervoso.  

O segredo para ter uma dieta vegana equilibrada é repor ao máximo esses nutrientes de origem animal. Para isso, conte com folhas verde-escuras, ricas em ferro (rúcula, brócolis, espinafre, couve…). Já os grãos e as sementes como chia e linhaça também são fontes de ômega 3 e de outros nutrientes essenciais.

IMPORTANTE

Consulte um nutricionista!

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ucascavel novembro 4, 2022 0
Alimentação e exercíciosSua saúde

Entrevista com o fisioterapeuta: como cuidar da saúde dos seus ossos e articulações

Nesta semana, a Unimed Cascavel traz uma entrevista com o fisioterapeuta Edmilson Zabott Júnior, do Centro de Atenção à Saúde da Cooperativa.

Aproveite a leitura!

Unimed Cascavel (UC) • A partir de que idade é preciso dar atenção à saúde dos ossos e das articulações?

Edmilson Zabott Jr. – O cuidado é necessário a partir do momento em que a pessoa começa a se mexer. Ou seja, desde o nascimento. Isso significa que mesmo as crianças precisam estar atentas, apesar dos problemas nessa fase da vida serem menos comuns. A atenção deve ser intensificada a medida do avanço da idade, pois a redução da atividade física aumenta a chance de problemas tanto nos ossos quanto nas articulações. 

(UC) • Que tipo de cuidados são necessários? 

Edmilson Zabott Jr. – Na realidade, o que existe é uma orientação: mexa-se! É preciso manter o corpo em movimento para que os ossos e articulações funcionem de maneira saudável. Aliás, também é por isso que as crianças tendem a ter menos problemas, pois estão sempre movimentando todas as partes do corpo. Os cuidados relativos ao excesso de impacto vêm depois disso e especialmente para casos de pessoas que precisam de uma atenção especial.

(UC) • Quais são os principais problemas que afetam ossos e articulações? 

Edmilson Zabott Jr. – A frequência maior é de quadros inflamatórios, especialmente das articulações, a exemplo da artrite. Essas situações ficam mais frequentes com o avançar da idade, mas podem ser tratadas por profissionais da saúde.

(UC) • Qual é a importância do alongamento? 

Edmilson Zabott Jr. – Quando feito com frequência, o alongamento melhora a coordenação motora, ajuda a prevenir lesões por esforço repetitivo, tendinites, dores lombares e cervicais, melhora a postura e aumenta a consciência corporal. Além disso, é uma forma importante de promover o relaxamento muscular após atividades exaustivas.

(UC) • E a importância do fortalecimento muscular? 

Edmilson Zabott Jr. – Os músculos dão sustentação ao corpo. Para efeito de comparação, ter uma boa massa muscular é como ter um cimento de qualidade para construir uma casa. Com mais força, maior é a proteção para os ossos e também para as articulações. 

(UC) • Qual é o momento certo de procurar ajuda profissional?

Edmilson Zabott Jr. – O ideal é procurar a ajuda de um fisioterapeuta assim que aparecerem possíveis quadros de dor. Exercícios específicos existem para ajudar. Ainda há o médico ortopedista que é qualificado para lidar com esses casos. Mas é importante reforçar: maior do que o medo de lesões são os benefícios de manter-se em movimento. Por isso, repito: Mexa-se!

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ucascavel outubro 28, 2022 0
Composition with variety of drug pills and containers
Sua saúde

Como prevenir erros de medicação?

Ao longo dos últimos meses, você tem acompanhado os alertas da Unimed Cascavel sobre os perigos de ser um paciente polifarmácia (pessoas que usam rotineira e concomitantemente quatro ou mais medicamentos por dia – com ou sem prescrição médica). Incluídos nesses riscos estão os erros nas quantidades, nos horários e nas possíveis interações entre os medicamentos (anulando ou potencializado os efeitos deles).

No artigo desta semana, a Unimed Cascavel reforça orientações para evitar erros de medicação. Boa leitura!

1 • Paciente certo

Para administração de medicamentos em casa, é importante identificar quem está consumindo os fármacos. A farmacinha compartilhada exige atenção, pois muitos medicamentos têm cores e formatos parecidos, o que nos leva à segunda dica: 

2 • Medicamento certo

Antes de consumir, confira sempre se o nome do medicamento que tem em mãos é o que está prescrito na receita ou no prontuário. Pessoas alérgicas a determinados componentes devem informar a condição ao médico ou farmacêutico. 

3 • Via certa

Higienize bem as mãos antes de preparar e administrar o medicamento. 

4 • Hora certa

Para que o resultado esperado tenha mais chance de ser atingido, consuma o medicamento nos horários indicados pelo seu médico. 

5 • Dose certa

Confira com atenção e respeite a dose prescrita. 

6 • Orientação certa

Ao receber a receita para uso de determinado medicamento, esclareça todas as dúvidas sobre o motivo de tal indicação, a forma correta de consumi-lo, efeitos adversos e possíveis consequências de interações com outras substâncias (outros fármacos ou bebida alcoólica, por exemplo).

7 • Resposta certa

Observe e informe o seu médico se o medicamento consumido está tendo a resposta desejada. Em caso de efeito diferente, não espere… procure ajuda.  

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ucascavel outubro 21, 2022 0
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