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Poliomielite: o que é, causas, diagnóstico e tratamento

Também conhecida como pólio ou pelo nome mais popular — paralisia infantil — a poliomielite afeta inúmeras crianças no mundo todo. Apesar de o nome estar relacionado às crianças, essa doença também pode acometer os adultos.

Quer saber mais sobre o assunto? Então, confira abaixo todo o conteúdo!

O que é poliomielite?

Trata-se de uma doença contagiosa causada por um vírus, o poliovírus, e que pode contaminar as pessoas de duas formas: contato direto com fezes infectadas ou secreções eliminadas pela boca, como a saliva.

O vírus costuma afetar principalmente os nervos, e é justamente por isso que ocorre a paralisia muscular. A informação para movimentar os membros não chega ao cérebro e, assim, fica impossível qualquer tipo de movimentação, por mais simples que seja.

Quais são os sinais e sintomas?

Há uma grande variação nesse aspecto, pois algumas pessoas podem apresentar sintomas mais leves, enquanto outras podem apresentar um quadro muito mais grave. Os sinais e sintomas mais frequentes são:

  • Febre
  • Constipação ou diarreia
  • Dor de garganta e no corpo
  • Dor de cabeça
  • Mal-estar generalizado
  • Rigidez na nuca
  • Espasmos
  • Meningite

Lembrando que existem dois tipos de poliomielite: a que causa paralisia e a que não causa. No primeiro caso, os sinais e sintomas que costumam aparecer são:

  • Deficiência motora súbita, que vem acompanhada de febre
  • Flacidez muscular
  • Redução ou total perda de reflexos profundos em determinada parte do corpo
  • Paralisia ainda persistente, mesmo após 60 dias de iniciado os sintomas

Quais são as causas da poliomielite?

Sabemos que a causa principal é o vírus, mas a falta de estrutura sanitária faz com que o contágio seja maior. A falta de saneamento básico é uma das principais causas do problema.

A desinformação sobre a higiene pessoal também é um fator importante. É essencial comprovar para a população a importância, por exemplo, de lavar as mãos, principalmente no momento de comer.

Qual o tratamento da poliomielite?

Depois de realizado o diagnóstico e confirmada a presença do vírus, inicia-se o tratamento.

A verdade é que ainda não há um tratamento específico para a poliomielite. Por se tratar de um vírus, é bastante difícil estabelecer um tipo de tratamento que o ataque diretamente.

Assim como em outras doenças virais, como a gripe, a dengue, a Covid-19 e outras, o tratamento é sintomático, ou seja, trata-se apenas os sintomas.

Há como prevenir?

Sim e apenas de uma forma: por meio da vacinação. Todas as crianças com menos de cinco anos devem ser vacinadas contra o vírus. Basta seguir o cartão e acompanhar as datas da campanha. A vacina é de graça e pode ser aplicada nos postos de saúde.

Por causa da campanha de vacinação, não se vê um caso de poliomielite no Brasil desde 1990. O país consegue combater toda e qualquer manifestação do vírus.

Porém, o risco de retorno de casos é grande por causa de grupos anti-vacina que vem surgindo em diversas partes do mundo e aqui no Brasil também. São pessoas que optam por não imunizar os filhos e assim abrem brechas para o retorno da poliomielite.

Compartilhe este conteúdo nas suas redes sociais e alerte outras pessoas sobre a importância da vacinação!

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ucascavel outubro 30, 2020 0
Planos de saúde

Osteoporose: o que é, causas, diagnóstico e tratamento

Os ossos, juntamente com o sistema muscular e o articular, ajudam na movimentação. Assim, o sistema ósseo é de extrema relevância para a qualidade de vida de qualquer pessoa. É por isso que. quando alguma doença acaba se desenvolvendo nele, como a osteoporose, ela merece toda a atenção.

Se você quer saber mais sobre essa patologia, as principais causas, fatores de risco, tratamento e prevenção, então confira todo o conteúdo!

O que é osteoporose?

Estamos falando de uma doença que causa desgaste nos ossos, deixando-os porosos e, consequentemente, frágeis. É um problema de ordem metabólica na qual a destruição das células ósseas torna-se mais rápida do que a síntese delas.

Isso é um processo natural do corpo, à medida que vamos envelhecendo. É por isso, por exemplo, que idosos, mesmo que não tenham osteoporose, têm mais chances de fraturas ao cair do que um adulto.

Porém, quando esse processo de renovação celular é exacerbado, ocorre a osteoporose.

Quais são as causas do problema?

Há diversas causas, sempre associadas aos fatores de risco. Veja quais são:

  • Fatores hereditários
  • Descendência asiática
  • Pessoas de pele branca, magras e baixas
  • Alimentação com baixos níveis de cálcio e vitamina D
  • Sedentarismo, imobilização ou repouso prolongado
  • Falta de exercício físico
  • Baixa exposição ao sol (menor absorção de vitamina D)
  • Uso de medicamentos à base de heparina e cortisona
  • Pessoas em tratamento para epilepsia

Outro fator muito importante, no caso das mulheres, é a menopausa. A baixa produção de estrogênio acaba atrapalhando na renovação de tecido ósseo, tanto que a proporção da doença para mulheres é de 1 a cada 3, enquanto que, para os homens, é de 1 a cada 5.

Quais são os principais sinais e sintomas?

O grande problema da osteoporose é que ela não dá muitos avisos e se instala de forma bastante silenciosa. Na maioria dos casos, as pessoas só recebem o diagnóstico quando sofrem alguma fratura.

Em alguns casos mais avançados, pode ocorrer a fratura espontânea. Ela ocorre quando a fratura acontece ao menor esforço. Por exemplo, ao sentar, caminhar ou subir escadas. O osso está tão poroso e fraco que quebra por qualquer movimento, por mais simples que seja.

Como funciona o tratamento da osteoporose?

O primeiro passo é, no diagnóstico, identificar a causa do problema, ou seja, por que a pessoa desenvolveu a doença. Só a partir disso é possível realizar algum tratamento.

Não há,  necessariamente, uma cura para a osteoporose, mas sim um controle entre a destruição e a síntese de células ósseas. Existem diversos medicamentos que podem ajudar nesse equilíbrio metabólico.

Tem como prevenir?

A prevenção da osteoporose deve começar já na infância, fazendo com que, por meio de uma alimentação saudável e da prática de exercícios, a maior quantidade de massa óssea possível possa ser formada.

Mesmo na idade adulta é possível apostar na prevenção. O consumo de cálcio, vitamina D, exposição ao sol, alimentação saudável e a prática de exercícios físicos são alguns hábitos que você precisa manter, se quer evitar a doença.

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ucascavel outubro 23, 2020 0
Sua saúde

Idosos na pandemia: como conciliar lazer com isolamento social?

 

Muitos idosos, mesmo antes da pandemia, já se sentiam um pouco isolados por morarem sozinhos, terem filhos vivendo longe, poucos afazeres, entre outros aspectos que já interferiam na qualidade de vida desse grupo. Com o vírus, a situação dos idosos na pandemia pode ter piorado para alguns.

Como eles estão no grupo de risco, os cuidados precisam ser redobrados, e evitar sair de casa é mais do que necessário. Nesse caso, de que forma lidar com o isolamento? Como evitar problemas como depressão?

Mesmo em situações assim, é possível encontrar estratégias. Veja abaixo algumas boas ideias!

Estratégias de redução do isolamento social para idosos na pandemia

Aproveite a internet

Assim como várias outras pessoas tiveram que passar mais tempo conectadas e trabalhar em casa usando a internet, isso também pode ser uma grande vantagem para os idosos.

É um ótimo momento para aprender as principais tecnologias, aprender a usar a smart TV, maratonar uma série e até mesmo aprender uma nova profissão.

Os filhos podem ajudar nisso, contratando um curso on-line para ajudar os mais velhos a usarem melhor o smartphone, a fazerem compras pela internet. Aos poucos, eles vão se ambientando e percebendo que a tecnologia é muito mais fácil de usar do que parece.

Faça exercícios

Muita gente estava acostumada às caminhadas de manhã cedo na rua ou no parque mais próximo, mas, como a regra é evitar sair, uma alternativa é fazer exercícios em casa.

Para isso, você pode contratar um personal e ele pode ir até a sua residência fazer o acompanhamento, seguindo todo os protocolos: uso de máscaras, álcool gel nas mãos sempre que entrar, um pano molhado na entrada com água sanitária e aproveitar um espaço ao ar livre como o quintal, jardim ou varanda.

Ah, sim! Manter sempre um certo distanciamento. Aliás, você pode até fazer isso em algum local na rua ou em um parque. Escolha sempre horários de menor movimento,  como à noite.

Evite ler notícias sobre a pandemia

Muitas pessoas acabam sentindo angústia e ansiedade muito maiores quando ficam todos os dias de olho nas notícias sobre a pandemia.

Número de mortos, um novo caso em que a pessoa pegou novamente a doença, isso sem falar nas fake news, que são realmente um grande problema. Por isso, é melhor se afastar dessas notícias.

Você já sabe o que precisa fazer. Vai sair? Use máscara. Lave sempre as mãos, evite aglomerações e mantenha o distanciamento.

Aprenda a fazer chamadas de vídeo

As chamadas de vídeo podem ser um alento para os avós que ficam muito tempo longe dos familiares, especialmente dos netos.

Por isso, aprender a fazer videochamadas é essencial. Mesmo à distância, os filhos e os netos podem ajudar, explicando o passo a passo pelo telefone de como fazer.

Neste momento, também é importante não retirar a autonomia do idoso, caso contrário, ele se sentirá mais fragilizado. Por isso, é fundamental explicar a ele como fazer as coisas e não fazê-las por ele. Isso não só ajuda emocionalmente, como também exercita a mente dos idosos na pandemia.

Tem mais alguma ideia que pode ajudar os mais velhos neste momento? Então, compartilhe com a gente nos comentários!

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ucascavel outubro 16, 2020 0
Sua saúde

Diabetes: o que é, tipos, sinais, sintomas e tratamento


O diabetes é uma doença bastante comum e os números afirmam isso: de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), 1 a cada 11 pessoas no mundo tem a doença. Já aqui, são mais de 13 milhões de brasileiros com o diagnóstico, seja do tipo 1 ou tipo 2. Isso representa quase 7% da população.
Estamos falando de uma doença crônica, que não tem cura, mas tem controle. Ela se desenvolve em duas situações: quando o corpo para de produzir insulina ou quando não consegue mais utilizá-la de forma eficiente.
Vamos agora conhecer um pouco mais sobre essa patologia em detalhes. Confira!

Quais são os fatores risco?

Quem tem mais chances de desenvolver diabetes? Existem fatores de risco que deixam o indivíduo mais propenso a isso, o que não significa que vai acontecer. Os fatores variam de acordo com o tipo de diabetes.
Por exemplo, no caso da diabetes Tipo 1, há o fator genético envolvido e é bastante comum em jovens. Se você tem um parente próximo com a doença, há grandes chances de que você possa tê-la no futuro se não se cuidar.
Já para diabetes Tipo 2, a quantidade de fatores de risco são maiores, mas mutáveis na maioria dos casos:

  • pai, irmão ou irmã com diabetes;
  • pressão alta;
  • diagnóstico de pré-diabetes;
  • colesterol ruim elevado;
  • doença renal crônica;
  • síndrome dos ovários policísticos;
  • apneia do sono.

Quais são os tipos de diabetes?

Para entender os tipos, primeiro você precisa entender dois conceitos: insulina e pâncreas. 
O pâncreas é um órgão, mas especificamente uma glândula que tem como principal função produzir insulina. A insulina, por sua vez, é um hormônio que tem como principal função metabolizar o açúcar (transformando o excesso em gordura).
Porém, em algumas situações, esse mecanismo pode falhar e é aqui que entra os tipos de diabetes.

Tipo 1

Aqui, o portador possui um tipo de doença autoimune na qual as próprias células de defesa atacam o pâncreas e destroem as células beta, responsáveis pela produção de insulina. Assim, ele precisa aplicar doses de insulina em si para metabolizar a glicose consumida pelos alimentos.
Sabia que criança também pode ter diabetes? Confira mais!

Tipo 2

É bem comum em pessoas com a idade mais avançada. Com o passar dos anos, o pâncreas pode não conseguir mais produzir a quantidade de insulina suficiente para metabolizar todo o açúcar consumido. Por isso, as taxas de açúcar no sangue ficam constantemente elevadas e o diabetes se desenvolve.

Gestacional

Como o próprio nome já diz é um tipo de diabetes que se desenvolve apenas em gestantes. Isso ocorre por causa da mudança hormonal que acontece normalmente no corpo da mulher nesse período. A placenta tende a reduzir a ação da insulina e o pâncreas, por sua vez, tende a compensar. 

Diagnóstico e tratamento

Um exame de sangue pode sugerir que você tenha diabetes, mas para ter certeza, o médico aplica um outro tipo de exame, mais conhecido como Curva Glicêmica. São diversas etapas e a cada 30 minutos o sangue é coletado.
Sendo feito o diagnóstico de diabetes, inicia-se o tratamento de acordo com o tipo. Lembrando que os níveis de glicemia normal não devem ultrapassar a marca de 100 mg/dL e, duas horas após a refeição, não deve ser maior que 140 mg/dL.
Gostou do conteúdo? Então, você precisa conhecer também o nosso projeto Na Medida. 
 

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ucascavel outubro 9, 2020 0
Sua saúde

Mês e cor da saúde da mulher

O Outubro Rosa é um mês que ajuda mulheres e toda a sociedade na conscientização contra o câncer de mama e também contra o câncer de colo do útero. Mas, por que criar um mês para isso? Por conta dos altos índices de mortalidade que essas doenças apresentam e que podem ser evitadas por meio da prevenção.

A estimativa para 2020, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), é de mais de 66 mil novos casos. A cada ano, a taxa de mortalidade é de mais de 17.500, para mulheres, e de quase 200, para os homens. Pois é, homens também têm câncer de mama, mas as mulheres são os principais alvos.

Já o câncer de colo do útero causou a morte de mais de 6.500 mulheres, em 2018, no Brasil. Para 2020, a estimativa de novos diagnósticos ultrapassa 16.500 casos.

Por isso, é muito importante entender como se proteger e como se prevenir. É justamente esse o alerta feito no Outubro Rosa. Entenda mais sobre o assunto!

Como evitar o câncer de mama?

Existem formas de prevenir. Afinal, são vários os fatores que podem aumentar o risco de desenvolvimento da doença.

É possível fazer a detecção precoce do câncer de mama. Mulheres com sinais e sintomas suspeitos devem procurar o médico imediatamente para realizar exames. Um deles é a mamografia, extremamente importante para o rastreamento do problema em mulheres entre 50 e 69 anos e também para o diagnóstico da doença.

Caso a mulher não tenha o câncer ou um tumor benigno, mas tenha histórico na família, sinais ou sintomas, inicia-se uma rotina de rastreamento, de acordo com o achado clínico.

Como evitar o câncer de colo de útero?

Para evitar uma possível complicação do câncer de colo do útero, fazer o exame preventivo, mais conhecido como papanicolau, é essencial para ajudar na prevenção do problema.

Hoje em dia, existe uma vacina para os mais jovens, tanto meninos quanto meninas. Sim, os meninos também devem tomar a vacina. Eles não desenvolvem a doença, mas são os principais transmissores do vírus HPV. As vacinas são para os tipos 6, 11, 16 e 18, sendo que os dois últimos são os responsáveis por 70% dos casos da doença.

Outra forma de prevenção, não só desse tipo de câncer como também de diversas doenças sexualmente transmissíveis, é quanto ao uso de camisinha. Ela é a sua principal aliada na luta contra diversas doenças.

Essas são as duas patologias que mais matam mulheres no Brasil e no mundo. A campanha Outubro Rosa é extremamente importante para levar informação útil e relevante, mostrando a essas mulheres que a prevenção é mais do que possível, é uma realidade.

O exame preventivo consegue ajudar tanto para um tipo de câncer quanto para o outro. Faça-o pelo menos uma vez por ano e previna-se!

Outubro Rosa é o mês e cor do cuidado feminino na Unimed Cascavel!

Durante os dois primeiros sábados do mês de outubro (3/10 e 10/10), vamos oferecer consultas médicas na Clínica de Atenção Primária da Unimed Cascavel.

Convidamos as mulheres, beneficiárias da Unimed Cascavel, com idade de 25 a 64 anos, que nos últimos três anos não realizaram o exame preventivo (Papanicolau), e também, mulheres entre 50 e 69 anos que não tenham realizado mamografia nos últimos dois anos.

A consulta e o exame preventivo realizados na clínica para as beneficiárias da Unimed Cascavel (158), não terão cobrança de coparticipação.

Para agendar a sua consulta, entre em contato pelo WhatsApp: (45) 9 8815-2708. Dúvidas ou mais informações, ligue: (45) 3038-8989.

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ucascavel outubro 2, 2020 0
Sua saúde

Doenças oculares nas crianças. Diagnóstico precoce do retinoblastoma

As doenças oculares em crianças são bem comuns, especialmente em idade escolar. Aliás, é justamente nessa fase que elas costumam apresentar as dificuldades quanto ao problema. Portanto, é bom ficar atento, pois muitas delas podem ser revertidas e tratadas ou, pelo menos, controladas. Uma das doenças que podem aparecer é o retinoblastoma.

Vamos entender agora um pouco mais sobre essa patologia e como ela pode afetar a qualidade de vida dos pequenos. Confira!

O que é retinoblastoma?

O retinoblastoma é um tumor maligno que se desenvolve nas células da retina. O tumor pode afetar os dois olhos e, assim, comprometer a visão.

É o tipo de tumor primário mais comum em crianças e que costuma aparecer já no início da primeira infância ou ainda durante a amamentação. Há casos em que o problema já pode estar presente desde o nascimento.

Quais são os principais sinais e sintomas?

Como descobrir se o seu filho ou filha tem a doença? Um sinal que aparece em 90% dos casos diagnosticados é o chamado “olho de gato” ou leucocoria. Trata-se de uma mancha branca no olho, resultado do reflexo da luz que não pode passar pela retina. Assim, ela bate e reflete, causando a mancha esbranquiçada.

No olho de uma criança saudável, esse reflexo é vermelho. Porém, numa criança com retinoblastoma, fica branco. Ele fica ainda mais visível na luz artificial ou ao tirar uma foto com flash.

O grande problema é que, se a luz não passa pela retina e não caminha pelas fibras óticas até chegar ao cérebro, elas atrofiam, pois não estão sendo utilizadas. Dessa forma, a criança pode perder a visão para sempre.

É importante notar que, quando essa mancha aparece, significa que o problema está em estado avançado. Para ter resultados melhores no prognóstico, os pais podem analisar se o filho tem fotofobia ou estrabismo. São outros dois sinais e sintomas que costumam aparecer antes.

Como é feito o diagnóstico do retinoblastoma?

O problema pode ser detectado mais cedo pelo neonatologista ou mesmo pelo oftalmologista, nos exames de rotina da criança, que devem começar desde mais cedo. O Teste do Olhinho, feito ao nascer, também pode ajudar.

O principal teste feito para identificar o retinoblastoma na criança é o Teste do Reflexo Vermelho. Outros exames e análises ajudam: histórico familiar, exame de fundo do olho e também o ultrassom ajudam a fechar o diagnóstico.

Aliás, o ideal é que o Teste do Olhinho seja repetido quando a criança alcançar os cinco anos, idade mais comum para o aparecimento desse tumor. O teste é bem simples e ajuda no diagnóstico precoce, oferecendo mais chances de cura.

Como é feito o tratamento?

Em grande parte dos casos, o retinoblastoma é completamente curável. A criança precisará passar por procedimentos como quimioterapia, radioterapia, tratamento oftalmológico e cirurgia a laser. Podem ser todos eles combinados, isolados ou não.

Infelizmente, nos casos mais avançados, esses tratamentos podem não dar resultado. Por isso, a única alternativa é o procedimento de enucleação, ou seja, a retirada do globo ocular, impedindo que a tumor se espalhe para outras partes do corpo.

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ucascavel setembro 25, 2020 0
Bem estar no trabalhoSua saúde

5 principais doenças articulares e seus tratamentos


As doenças articulares podem prejudicar muito a qualidade de vida das pessoas. Afinal de contas, com a articulação comprometida, o movimento do corpo não funciona como deveria. Existem várias patologias que podem afetar as articulações. Aliás, até mesmo o desgaste com o passar dos anos pode se tornar um problema, se não houver cuidado.
Confira quais são essas doenças, como preveni-las e tratá-las:

Doenças articulares: como funciona o tratamento?

1. Artrose

É muito confundida com a artrite, mas não se trata da mesma condição. A artrose é mais comum em idosos, devido ao desgaste natural que ocorre nas articulações com o passar do tempo. A artrose tem como principais sinais e sintomas os estalos e as deformidades articulares. Também pode haver dores.
O tratamento depende do grau de comprometimento causado pela doença.

  • Analgésicos e anti-inflamatórios
    • Fisioterapia (acupuntura, hidroterapia e outros)
    • Exercício físico
    • Perda de peso (em caso de artrose decorrente da obesidade)

2. Artrite

É um termo generalizado para qualquer tipo de processo inflamatório que acometa as articulações. A Artrite pode atingir qualquer parte do corpo, mas é mais comum nas extremidades (a exemplo das mãos).
O tratamento é bem parecido com o da artrose: medicamentos, fisioterapia, perda de peso e outros, mas é preciso entender a causa do problema para iniciar o tratamento. Por exemplo: a artrite pode ser causada por uma doença autoimune (quando o próprio corpo ataca as articulações).

3. Reumatismo

O reumatismo também engloba um grande grupo de doenças, como lúpus, artrite reumatoide, tendinites, fibromialgia e outras. Atualmente, de acordo com o Ministério da Saúde, mais de 12 milhões de brasileiros apresentam a doença.
Os tratamentos podem ser vários e serão escolhidos de acordo com a doença e também com o grau de evolução apresentado. Medicamentos como cortisona e anti-inflamatórios são comuns. Já o tratamento com fisioterapia, exercícios físicos e outros também são indicados.

4. Artrite séptica

É um tipo de artrite em que há um agente infeccioso invadindo a articulação, o que dá início a um processo infeccioso e produção de pus nas articulações. Os principais sintomas são: 

  • Vermelhidão
    • Articulações com temperatura acima do restante do corpo
    • Redução dos movimentos – devido à dor e à formação de edema

Como tratamento, podem ser indicados antibióticos para destruir o agente invasor e acabar com a infecção. Também são indicadas drenagem articular e fisioterapia.

5. Febre reumática

Trata-se de uma doença inflamatória que atinge as articulações e partes moles, como cérebro, coração e pele. Costuma aparecer em crianças e adolescentes entre 5 e 15 anos de idade.
O tratamento envolve o uso de antibióticos e anti-inflamatórios. Em alguns casos, pode ser necessário o uso de medicação pelo resto da vida.

Orientações

Existem outras doenças articulares, mas essas são as principais. Se você sentir dores, incômodos ou dificuldades de movimentação, não demore para procurar ajuda médica.
Leve este conhecimento para outras pessoas e compartilhe este conteúdo nas suas redes sociais!
 

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ucascavel setembro 18, 2020 0
Sua saúde

Substâncias que fortalecem o sistema imune


O nosso sistema imune — também conhecido como sistema imunológico — é de extrema importância para a nossa existência. Se não fosse por ele ficaríamos adoecendo a todo momento, e provavelmente, viveríamos por poucos anos até mesmo por meses. Investir em alimentação saudável e variada e, em casos específicos, a suplementação é uma ótima forma de evitar doenças.
O sistema imune é formado por um conjunto de células especializadas. Algumas são próprias para combater vírus, outras, para bactérias e assim por diante. Porém, todas elas conseguem se beneficiar de um estilo de vida mais saudável.
Confira abaixo quais substâncias conseguem melhorar o seu sistema de defesa!

Sistema imune: como deixá-lo mais forte?

1. Vitaminas B2 e B6

A vitamina B2 ou riboflavina, assim como a vitamina B6 ou piridoxina são indicadas para melhorar o funcionamento do sistema imune. A primeira pode ser encontrada em alimentos como amendoim, nabo, ovos, carnes e leite e a segunda, você pode achar na banana, frango, salmão, atum, abacate e outros.

2. Vitamina D

Sem dúvida alguma, a vitamina D tem um papel de grande importância no nosso sistema imune. O problema é que, consegui-la por meio dos alimentos não é das tarefas mais fáceis: precisamos de 5 mil a 10 mil UI para suprir a dose diária. Porém, existe uma fonte totalmente gratuita e muito boa: o sol.
Os raios UVB atingem a pele e transforma a vitamina precursora, a 7-dehidrocolesterol em pré-vitamina D e depois na vitamina D propriamente dita.
15 minutos tomando sol das 10 da manhã às 15 horas é o suficiente por dia e você nem precisa ficar 15 minutos de vez: esse tempo pode ser fracionado. O problema é que muita gente se esquece disso e não tem tempo, então os suplementos são uma ótima opção.

3. Zinco

A carência de zinco faz com que uma glândula chamada Timo (fica na região central do peito) diminua o funcionamento. Essa glândula é a responsável pela produção e liberação dos linfócitos T, um tipo de célula do sistema de defesa muito importante, por exemplo, para combater diversos tipos de vírus.

4. Ácido Fólico

Ao contrário do que muitos acreditam, o ácido fólico não é indicado apenas para gestantes, mas para qualquer pessoa. Ele atua no crescimento das células sanguíneas do corpo de uma forma geral, inclusive na multiplicação das células de defesa. Por isso, consumir alimentos ricos nesse nutriente como leite, peito de frango, carne vermelha, abacate, tomate, manga e outros faz muito bem para a saúde.

5. Ômega 3

Além de melhorar o funcionamento do sistema nervoso — central e periférico — o ômega 3 também é conhecido por ajudar no combate da imunidade baixa. O ideal é que o consumo diário seja de 1,8 grama por dia o que, na prática, corresponde ao consumo de 300 gramas de peixe por semana.

6. Vitamina C

E, é claro que a vitamina C não poderia deixar de aparecer nessa lista. Ela é bastante famosa pelo seu papel no auxílio do sistema imune. Ela consegue aumentar não só a produção das células de defesa como também os anticorpos (estruturas que atacam diretamente os agentes invasores).
Quanto mais rica for a sua alimentação em substância saudáveis e de elevado valor nutritivo, melhor será a resposta do seu sistema imune. Mas é preciso manter o ritmo, pois voltar para uma dieta ruim e uma vida sedentária consegue reduzir a eficiência do nosso sistema de defesa.
Quer manter a sua alimentação em dia? Confira algumas receitas práticas que vão te ajudar a se alimentar melhor!
 

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ucascavel setembro 11, 2020 0
Bem estar no trabalhoSua saúde

Como funciona o tratamento para fumantes?

Em 29 de agosto é comemorado o Dia Nacional de Combate ao Fumo. De acordo com uma pesquisa feita pelo Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), o número de fumantes no Brasil caiu quase 40% nos últimos 14 anos. Mesmo assim, 9,8% da população brasileira ainda é dependente do cigarro, o que representa milhes de pessoas em risco.  De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), 428 pessoas morrem a cada ano em consequência direta do tabaco. Esse número mostra o quanto o tratamento para fumantes é fundamental. 

Como parar de fumar?

Ainda há um grande número de pessoas que acreditam que quem fuma não para porque não tem “força de vontade”. Esse pré-julgamento evidencia a dificuldade de encarar a questão como um problema de saúde que, como qualquer outra doença, precisa de tratamento médico e medicamentoso.

Quem não consegue parar de fumar é dependente químico. Isso significa que, quando a pessoa tenta se afastar do cigarro, sente desconfortos e dores (físicas e psicológicas). Por isso, muitas acabam voltando para o mesmo hábito. Assim, podem ser necessárias várias tentativas antes de realmente conseguir parar interromper o vício.

Formas de tratamento

ACONSELHAMENTO DE PACIENTES E FAMILIARES 

O diálogo é o primeiro passo para ajudar o paciente a abandonar o cigarro. Nessa conversa, os profissionais devem identificar se há e qual é o grau da dependência química e se a pessoa realmente quer parar de fumar. Também é preciso investigar se há alguma outra doença associada ao vício.

FARMACOTERAPIA 

O uso de medicamentos não precisa ser a única parte do tratamento, mas é uma das principais. De dentro para fora, as medicações vão ajudar o paciente a não sentir tanta vontade de fumar. Na primeira linha, são indicados fármacos como a bupropiona e a terapia de reposição de nicotina. Também há os fármacos de segunda linha, a exemplo da clonidina e da nortriptilina.

ACUPUNTURA 

Pode vir a ser a única opção de tratamento, desde que o paciente queira e caso não haja contraindicações. Na maioria das vezes, é recomendada pelos médicos como terapia complementar. 

GRUPOS DE AUTOAJUDA E TERAPIA COGNITIVO COMPORTAMENTAL (TCC) 

A psicoterapia individual ou em grupo, com sessões de aconselhamento, são altamente eficazes. É ainda mais importante se o tabagismo vem acompanhado por outros problemas, como ansiedade e depressão.

ANTITABAGISMO UNIMED CASCAVEL

O setor de Medicina Preventiva da Unimed Cascavel tem um projeto para auxiliar fumantes de todas as idades a se livrarem do vício. Encontros semanais abordam temas como a escolha do Dia D, métodos para interromper o tabagismo, técnicas de respiração para controlar a ansiedade, orientação nutricional, manejos para trabalhar possíveis recaídas, gatilhos e sintomas de abstinência. 

Já conhece o projeto? Para participar, basta ser beneficiário da Unimed Cascavel (158). 

Mais informações:

E-mail: projetos@unimedcascavel.coop.br

Fone: (45) 3099-4142

Whats: (45) 9 9944-0438 

www.unimedcascavel.coop.br/prevencao

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ucascavel setembro 4, 2020 0
Sua saúde

Esclerose Múltipla: o que é, sintomas e tipos de tratamento

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No dia 30 de agosto foi criado o Dia Nacional de Conscientização sobre Esclerose Múltipla. Mas você sabe o que é esse doença? Quais são suas implicações? Consequências? Sinais e sintomas? Trata-se de uma doença rara afetando menos de 150 mil pessoas por ano no Brasil. Ao mesmo tempo, se pensarmos bem, 150 mil pessoas é muita gente.

Percebeu que a atriz Ana Beatriz Nogueira e a Cláudia Rodrigues do programa A Diarista sumiram das telas? Não foi por acaso: as duas sofrem de Esclerose Múltipla.

Vamos entender agora um pouco mais sobre essa doença e entender como ela pode afetar consideravelmente os pacientes. Confira!

O que é Esclerose Múltipla?

Estamos falando de uma doença de ordem neurológica, crônica, progressiva e autoimune. Isso significa que é uma doença que não tem cura e que só avança com o passar do tempo. Também significa que é uma patologia na qual o próprio corpo ataca as células do sistema neurológico destruindo-as.

Acontece que o nosso sistema imune ataca as bainha de mielina, uma substância que envolve os nervos. Se essa substância não existe ou se desgasta, as informações do cérebro para o corpo e do corpo para o cérebro não são transmitidas como deveriam.

Quais os principais sinais e sintomas?

Existem alguns sinais e sintomas que são bem comuns na Esclerose Múltipla. Confira:

  • perda parcial da visão ou visão turva;
  • depressão e ansiedade;
  • problemas de memória e concentração;
  • incontinência urinária e fecal;
  • perda da libido pela sensação reduzida ao toque;
  • perda de controle os membros;
  • sensação de fadiga constante;
  • sensação de desconforto nos braços e pernas;
  • dificuldade para falar e engolir.

Alguns desses sinais só costumam aparecer com o avanço da doença e essa é uma grande armadilha. Muitas pessoas só vão ao médico quando começam com os primeiros sintomas. O problema é que quando isso acontece, a doença já está em um certo grau de avanço. Por isso, fazer exames preventivos é sempre a melhor opção para cuidarmos da nossa saúde.

Esclerose Múltipla tem cura?

Infelizmente não, mas o tratamento para a desaceleração da doença melhorou e muito. Hoje em dia, o prognóstico de um portador de esclerose é muito melhor do que há alguns anos.

O principal tipo de tratamento é com medicamentos. Eles ajudam a frear a destruição da bainha de mielina que acontece dentro do corpo. E, como essa é a principal causa de todos os sinais e sintomas, reduzir essa destruição é ter uma melhor qualidade de vida.

Entre os remédios mais utilizados temos o Interferon que ajuda a retarda a destruição da bainha e o Acetato de Glatirâmer. Esta tem como principal objetivo reduzir a quantidade de crises do paciente geradas por conta da patologia.

Além do tratamento farmacológico, também podemos falar de terapias alternativas. Uma mudança nos hábitos de vida com alimentação mais saudável, rica em gorduras saudáveis, prática de exercícios físicos com acompanhamento, fisioterapia, hidroterapia, apoio psicológico e outras partes do tratamento que são tão importantes quanto as medicações.

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ucascavel agosto 28, 2020 0
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